Questões de Vestibular Sobre história
Foram encontradas 6.078 questões
(Francisco M. P. Teixeira. História concisa do Brasil, 1993. Adaptado.)
Os “setores hegemônicos das elites” mencionados pelo historiador eram
(Hamilton de Mattos Monteiro. “Da independência à vitória da ordem”. In: Maria Yedda Linhares. História geral do Brasil, 2016.)
As afirmações do excerto podem ser exemplificadas pela
(João Fragoso e Roberto Guedes. “Apresentação”. In: João Luís R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (org.). O Brasil Colonial, vol. 3, 2014. Adaptado.)
O excerto faz referência
(Fernando Seffner. Da Reforma à Contrarreforma, 1993.)
Da afirmação, depreende-se que o calvinismo
(Maria Sonsoles Guerras. Os povos bárbaros, 1987. Adaptado.)
Apesar de “perigosa”, essa política do Império Romano apresentou, como vantagem,
Trecho do Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels – 1848
Sobre o contexto histórico e as propostas de Marx e Engels considere as seguintes afirmações:
I. O Manifesto do Partido Comunista foi escrito às vésperas das Revoluções de 1848, as quais abalaram os setores mais conservadores da Europa, preocupada em barrar o avanço das transformações iniciadas com a Revolução Francesa de 1789. II. Assim como em 1871 na Comuna de Paris; em 1848, a classe operária europeia tornara-se protagonista nos movimentos revolucionários críticos do modelo capitalista e da sua exploração do trabalho. III. Conhecida como a Primavera dos Povos, as Revoluções de 1848 uniram anarquistas, comunistas e socialistas em torno de um projeto essencialmente marxista, culminando em ações revolucionárias nas principais capitais europeias. IV. Na construção de sua teoria, Marx e Engels reapropriam-se criticamente da filosofia alemã, em especial Hegel, das reflexões dos socialistas utópicos, da teoria econômica inglesa e da prática política dos movimentos sociais e operários europeus.
“Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingira a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude.”
(SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. São Paulo: Unicamp, 1988. p.14)
Quanto aos humanistas, podemos dizer que
“(...) A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.
Fomos encontrá-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mortas, mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.”
(Carlos Drummond de Andrade. Carta a Stalingrado do livro Rosa do Povo”. Em Poesia e Prosa. Rio de janeiro, Editora Nova Aguilar, 1983)
O trecho acima relata, poeticamente, uma das maiores batalhas da Segunda
Guerra Mundial, a batalha de Stalingrado, em 1943, na União Soviética.
Stalingrado tornou-se sinônimo mundial do heroísmo e da luta pela pátria. A
respeito desse episódio histórico e suas consequências é correto assinalar que

A foto acima tirada em uma das comemorações ao Dia do Trabalho, durante o
Estado Novo (1937-45), evidencia o apoio das classes trabalhadoras ao governo
de Getúlio Vargas. A simpatia a esse governante deve-se

O presidente Fernando Collor de Mello venceu as eleições de 1989, após 29
anos em que os brasileiros puderam, finalmente, voltar a eleger diretamente
o presidente da República. Um fator importante para a vitória de Collor foi o
intenso uso do marketing político junto à mídia, decisivo em sua campanha,
como ironiza a charge acima. Tal estratégia foi significativa, pois
(PANTOJA, Selma e SARAIVA, José Flávio. Angola e Brasil nas rotas do Atlântico. Rio de Janeiro: Bertrand, 1998. p.27)
É possível inferir que o trecho acima indica que
“A lei Adolfo Gordo era uma constante ameaça a todos, meio de intimidação e vingança, um cutelo suspenso na cabeça do irreverente ou inconformado. O fazendeiro ameaçava o colono. O industrial ameaçava o operário. Ou se submetiam a qualquer iniquidade, a aceitar condições vexatórias e prejudiciais, ou eram denunciados como elementos perigosos à tranquilidade pública. Para tal, não eram precisas provas: a informação policial era suficiente!”
(DIAS, Everardo. História das Lutas Sociais no Brasil. São Paulo: Alfa-Ômega, 1977; p.56)
Sobre a lei citada no trecho acima e seu contexto histórico, é correto afirmar que
I. No campo econômico sua proposta principal foi a reforma agrária, com emenda do artigo da Constituição, em que se previa a indenização aos proprietários de terras. II. Tais reformas previam, além da reforma agrária, reformas administrativa, bancária e fiscal, em que o governo buscava unir tanto às massas mobilizadas, quanto a opinião pública, em relação à necessidade de mudanças institucionais para alcançar o desenvolvimento nacional. III. A realização de reformas de base foi uma proposta do seu antecessor, o presidente Jânio Quadros, que durante sua campanha eleitoral e no seu curto governo, esboçou e deu início a algumas estratégias políticas com o intuito de corrigir as distorções econômicas.
Assinale

O quadro acima, “Os fuzilamentos de 3 de maio de 1808”, de Francisco
Goya, retrata um episódio da violenta repressão francesa à resistência popular
espanhola, durante a invasão napoleônica no país, entre 1807-1808. Assinale
qual afirmativa abaixo relaciona corretamente esse fato com o processo de
independência na América espanhola.
(KURZ, R., in Folha de São Paulo, 3 jan. 1999, p. 5)
Com base no texto acima, considere as assertivas abaixo.
I. O trabalho na sociedade feudal era estruturado na servidão, que mantinha os indivíduos presos à terra, tendo que pagar uma série de obrigações em taxas e serviços. Apesar disso, o servo era preso à terra e não podia ser negociado como mercadoria, diferentemente do trabalhador no sistema capitalista, facilmente descartado e substituído. II. As sociedades existentes antes da Revolução Industrial eram quase todas de caráter aristocrático e hierarquizadas. A economia era primordialmente agrícola, em que o comércio ocupava um papel complementar. O objetivo máximo era suprir as necessidades da sociedade como um todo. Com o advento da economia de mercado capitalista, o objetivo era a obtenção do lucro, mesmo que fosse necessário transformar a força de trabalho em mercadoria.
III. A sociedade capitalista é uma organização social regida pelas necessidades das leis de mercado, não apenas para satisfazer às necessidades humanas. Nelas os trabalhadores modernos são livres, pois não estão sujeitos à autoridade de um senhor, como antigamente, porém, na economia de mercado atual, os empregados só têm participação como vendedores de sua força de trabalho.
Assinale
(FLORENTINO, Manolo. 1997.)
O tráfico de escravos foi uma prática prevalente por vários séculos no Brasil. Sobre essa prática, analise as afirmativas a seguir.
I. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá-los, teve relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores nos engenhos do Brasil. II. O Brasil foi o lugar onde houve um dos mais desenvolvidos comércios de escravos, perdendo em quantidade apenas para a Inglaterra e para a França. III. Os escravos eram conseguidos por traficantes que obtinham os prisioneiros comprando-os na África, caso fossem prisioneiros de guerra, ou por meio de emboscadas realizadas pelos próprios traficantes. IV. Os navios negreiros, ou tumbeiros eram, de uma maneira geral, subvencionados pelo Estado e raramente ligados à iniciativa de comerciantes particulares. V. No sistema colonial escravista, a existência do tráfico negreiro atendia a uma demanda por escravos das colônias e, por ser uma atividade altamente lucrativa, atendia aos interesses da metrópole e da colônia.
Estão corretas as afirmativas
Observe a imagem.

As comemorações do 1º de maio foram usadas pelo
governo Vargas para, dentre outros fatos, enaltecer a
figura de Getúlio Vargas. No cartaz, o homenageado deixa
de ser o trabalhador e passa a ser o próprio presidente.
Sobre o “1º de maio” no Brasil, é correto afirmar que:
O Rio? É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse Mais leve a carga. Entre estatais E multinacionais, Quantos ais! A dívida interna. A dívida externa A dívida eterna. Quantas toneladas exportamos De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro?
O poeta faz referência à exploração de minérios no Brasil e suas consequências sociais. A respeito do papel da mineração na história brasileira, considere as seguintes afirmações.
I - No século XVIII, a exploração de metais preciosos na região de Minas Gerais desenvolveu redes internas de comércio na colônia, articulando a região com zonas de produção pecuária do sul e com fornecedores de mão de obra escravizada do nordeste. II - Durante o Estado Novo, o projeto político, imposto por Getúlio Vargas para reduzir a dívida externa brasileira, estabelecia a privatização das grandes empresas nacionais e ocasionou a venda da Companhia Vale do Rio Doce para o capital estrangeiro. III - No Brasil contemporâneo, a exportação em larga escala de minérios ocupa uma posição central na economia, tornando o país suscetível a crises, em razão das variações nos preços internacionais e de desastres ambientais de vastas proporções.
Quais estão corretas?