Questões de Vestibular Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

Foram encontradas 533 questões

Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383010 História
Levantamentos históricos estimam que cerca de 3 milhões e 600 mil africanos desembarcaram no Brasil, entre os séculos XVI e XIX, na condição de escravos vendidos para trabalhar em regiões e setores produtivos muito variados. Segundo a escala temporal e humana desse fenômeno, pode-se- dizer que ela:
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Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE INTEGRADA |
Q1368600 História
“Marginalizado legalmente, o escravo nem sempre o é materialmente, na medida em que pode desempenhar certas funções na dinâmica econômica urbana. Estas funções o colocam numa posição de certa independência material, imposta pelas próprias modalidades de seu exercício.”
MATTOSO, Kátia de Queirós. A cidade de Salvador e seu mercado no século XIX. São Paulo: Hucitec, 1978.

Das várias modalidades de escravo existentes no Brasil do século XIX, aquela que se ajusta à analise da historiadora é:
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Ano: 2012 Banca: Universidade Presbiteriana Mackenzie Órgão: MACKENZIE Prova: Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2012 - MACKENZIE - Vestibular 2013 - Primeiro Semestre - Grupos II e III |
Q1350740 História

“Apareceu a 1º do corrente [janeiro de 1888] em Piracicaba o primeiro número de uma folha trisemanal intitulada O Lavrador Paulista, e consagrada aos (...) interesses negreiros das fazendas” [interesses dos grandes proprietários de escravos]

Diário Popular (jornal de São Paulo), 03/01/1888

“O órgão escravocrata que sob este título [O Lavrador Paulista] apareceu em Piracicaba, deu três números e morreu. O povo não esteve para sustentar folhas de semelhante jaez” [espécie/qualidade/laia]

Diário Popular (jornal de São Paulo), 10/01/1888

Considerando o contexto histórico em que as notícias acima foram divulgadas, assinale a alternativa que apresente uma explicação satisfatória para a falta de apoio popular ao O Lavrador Paulista.

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Q1297915 História
“O ser senhor de engenho é título a que muitos aspiram, porque traz consigo o ser servido, obedecido e respeitado de muitos. E se for, qual deve ser, homem de cabedal e governo, bem se pode estimar no Brasil o ser senhor de engenho quanto se estimam os títulos entre os fidalgos do Reino.”
DEL PRIORI, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000. p. 17-27.

Observe as seguintes afirmações acerca desse personagem da história brasileira:
I. Misto de honraria riqueza e prestígio, a imagem do senhor de engenho correspondia exatamente à pomposa definição realizada no excerto acima. A abundância no modo de vida era a norma geral.
II. O senhor de engenho figurava no ápice da hierarquia social e controlava, em muitos casos, grande extensão de terras e grande número de escravos, bem como era a representação da erudição naquela sociedade.
III. Via de regra, vivia o senhor de engenho e seus agregados uma vida difícil: alimentavam-se muito mal, as enchentes e as secas dificultavam o suprimento de víveres frescos; a sífilis marcava-lhes o corpo; eram ainda constantemente ameaçados pelos nativos.

Está correto o que se afirma apenas em
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Q1297913 História
“A integração econômica da região sul do Brasil se alcançou através de sucessivos vínculos mercantis. Tais vínculos não seriam, porém, suficientes, para garantir uma verdadeira incorporação, se além deles não operassem outras forças de unificação.”
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 410-415.

Com relação às “outras forças” a que se refere o autor, analise os seguintes itens:
I. A política portuguesa, de potência bélica e portentosa, deliberada a levar sua hegemonia ao Rio da Prata a qualquer preço.
II. O uso das armas, no sentido de manter o “Brasil sulino” atado ao Brasil, posto que ali, periodicamente explodiam tensões e conflitos.
III. As várias tensões e disputas naquela região, que levaram o Brasil a uma unificação territorial com os países platinos.

É correto afirmar-se que se configuraram como forças de unificação os itens
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Q1297911 História
“Em dezembro de 1623, partiu da Holanda uma poderosa esquadra de 26 navios e 3.300 homens cujo objetivo era a conquista da Bahia, sede do governo geral e uma das mais importantes regiões açucareiras do litoral brasileiro.”
VAINFAS, Ronaldo. Um Jesuíta a serviço do Brasil Holandês processado pela inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 33-37.

Em relação ao resultado da empreitada acima citada, é INCORRETO afirmar-se que
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Q1297910 História
A ocupação do território cearense se deu fundamentalmente sob a égide da pecuária. Analise as seguintes afirmações a esse respeito:

I. A atividade da pecuária atraiu certo interesse da Coroa Portuguesa sobre a capitania do Ceará e, a partir dessa atividade, ocorreu um aumento significativo de uma população não indígena neste território.
II. A partir da expansão pecuarista, o solo do Ceará foi esquadrinhado através de doações de sesmarias, tornando-se palco de sangrentas batalhas entre os fazendeiros criadores de gado e os nativos.

Pode-se afirmar corretamente que
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Q1297909 História
“A má vontade com que os jesuítas viram os índios, a demonização dos seus costumes, a violência da catequese, a sujeição dos povos encontrados no além-mar, tudo isso pertence à história do modernismo colonial.”
VAINFAS, Ronaldo. Trópico dos Pecados: moral, sexualidade e inquisição no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. p. 45-51.

Atente para o que se diz a respeito da visão dos jesuítas acerca da humanidade encontrada no Brasil, com as grandes navegações:
I. Julgavam imperioso cobrir o corpo dos índios, alegando várias razões: o escândalo que dariam, por estarem nus, aos padres vindouros; a ofensa a Deus, sobretudo ao assistirem a ofícios divinos, com as vergonhas a mostra; a excitação que as índias nuas causariam nos cristãos.
II. Jesuítas e leigos ressaltaram a nudez dos índios, embora alguns a vissem com naturalidade, a exemplo de Pero Vaz de Caminha que os julgou naturalmente inocentes, sem nada a cobrir-lhes “as vergonhas”.
III. Em sua maioria viram na nudez indígena uma prova de escândalo, torpezas e ofensas a Deus, embora não se possa esquecer que o horror que manifestavam ante a nudez dos índios, especialmente das partes genitais, parece antecipar todo o rigor de uma época.

Está correto o que se afirma em
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Q1297908 História
Em relação à sociedade que foi gestada na, posteriormente denominada, América Portuguesa, no período colonial, pode-se afirmar corretamente que
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Geografia e História |
Q1279403 História
Assinale a alternativa cuja informação NÃO corresponde às cidades coloniais brasileiras.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276398 História
Atente para o que se diz sobre o Forte Schoonenborch, fundado pelos holandeses em 1649, naquela que seria a capital cearense:
I. Foi a primeira construção que irradiou o núcleo urbano de Fortaleza. Ele foi, naquele contexto, um espaço centralizador de atividades. II. Além de sua importância estratégico-militar, uma das suas funções era vigiar os nativos rebeldes. III. Depois da expulsão dos Holandeses, a Coroa Portuguesa conquistou o Forte e rebatizou-o de Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição.
Está correto o que se afirma em
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2012 - UEA - Prova 1 |
Q1262980 História
Os acordos e as discussões sobre a definição das fronteiras no sul do Brasil estenderam-se do período colonial ao Brasil independente. Vários tratados, muitos deles não cumpridos, foram assinados entre Portugal e Espanha, visando estabelecer os limites entre as duas possessões no estuário do rio da Prata. Com a Revolta dos Farrapos no Rio Grande do Sul, entre 1835 e 1845, a questão das fronteiras na região voltou à ordem do dia, devido
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2012 - UEA - Prova 1 |
Q1262979 História
Na segunda metade do século XVII os rigores da política de restrições se acentuam de forma sensível. Tudo deveria fazer-se pelo Reino, que assim canalizava para si toda a nossa atividade comercial. Portugal se erigia em intermediário necessário dos nossos negócios externos. Sua maior fonte de lucros proveio do sistema de companhias privilegiadas, adotadas por essa época. Criou-se a primeira em 1647. Em 1682 é incorporada outra companhia, com maiores privilégios ainda, para o Estado do Maranhão. Sucessivamente vão aparecendo outras e outras companhias: Geral do Grão-Pará, Geral do Comércio de Pernambuco e Paraíba etc.
(Caio Prado Júnior. Evolução política do Brasil e outros estudos, 1961. Adaptado.)
Segundo o argumento e os dados apresentados por Caio Prado Júnior, as companhias
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535104 História

Nas primeiras três décadas que se seguiram à passagem da armada de Cabral, além das precárias guarnições das feitorias [...], apenas alguns náufragos [...] e “lançados” atestavam a soberania do rei de Portugal no litoral americano do Atlântico Sul.

(Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)

Os lançados citados no texto eram

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Ano: 2012 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2012 - USP - Vestibular - Prova 01 |
Q384481 História
A economia das possessões coloniais portuguesas na América foi marcada por mercadorias que, uma vez exportadas para outras regiões do mundo, podiam alcançar alto valor e garantir, aos envolvidos em seu comércio, grandes lucros. Além do açúcar, explorado desde meados do século XVI, e do ouro, extraído regularmente desde fins do XVII, merecem destaque, como elementos de exportação presentes nessa economia:
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Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335191 História
A respeito da escravidão ao longo da história da humanidade, julgue os itens de 92 a 97.
No Brasil colonial, os escravos de origem africana trabalhavam em diferentes setores da economia, como agricultura, mineração, artesanato e comércio, bem como exerciam serviços domésticos.
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Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335137 História
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Tendo como referência o texto acima, julgue os itens de 36 a 42.
Na América de colonização portuguesa, adotou-se como principal suporte jurídico da economia agrícola o regime de sesmarias, cujas características principais são: grande extensão das áreas de lavoura, monocultura, trabalho escravo e propriedade privada da terra.
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Ano: 2012 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2012 - UFRN - Vestibular - Prova 2 |
Q290140 História
Os documentos I e II se referem à questão da propriedade da terra na época da antiga colônia portuguesa e no Brasil atual, respectivamente.


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A partir da análise dos documentos, é correto afirmar que

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Ano: 2012 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2012 - PUC - RS - Vestibular - Prova 02 |
Q278400 História
No século XVIII, ocorrem restrições e proibições, por parte da Coroa Portuguesa, às atividades econômicas no Brasil colonial. Essas restrições e proibições referem-se
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2012 - CEDERJ - Vestibular - Prova 1 |
Q268409 História
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A descoberta do ouro em Minas Gerais, em fins do século XVII, tem sido objeto de intensas discussões dos historiadores. Alguns ressaltam o seu papel no desenvolvimento econômico da metrópole; outros destacam o aumento da pobreza na região, resultado da migração de pessoas em busca de riquezas. Dentre as alternativas abaixo, destaque a que melhor define esse período.
Alternativas
Respostas
361: B
362: D
363: D
364: B
365: A
366: A
367: D
368: C
369: B
370: A
371: D
372: A
373: E
374: E
375: A
376: C
377: E
378: B
379: A
380: A