Questões de Vestibular Comentadas sobre ocupação de novos territórios: colonialismo em história

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Q1403432 História

Observe a charge e leia o texto.

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Disponível em: <https://www.google.com.br/>.

Acesso em: 4 ago. 2018.


      O Sebastianismo foi um movimento místico-secular que ocorreu em Portugal, durante a segunda metade do século XVI. Foi causado pela morte do rei D. Sebastião, durante a batalha de Alcácer-Quibir, no ano de 1578.

      Como D. Sebastião não possuía herdeiros, o trono de Portugal ficou sob o poderio do rei Filipe II, da Espanha. O Sebastianismo foi, portanto, uma esperança na vinda de um salvador, adaptado às condições lusas. Seria traduzido como uma inconformidade, um sentimento de insatisfação com a situação política da época e uma expectativa de mudança (salvação), mesmo que, para isso acontecer, fosse necessário um verdadeiro milagre, como a ressurreição do rei morto, D. Sebastião.

Disponível em:

<https://www.infoescola.com/historia/sebastianismo/>.

Acesso em: 4 ago. 2018.


As duas fontes históricas apresentadas abordam o contexto de crise político-institucional na história de Portugal à época 

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Ano: 2018 Banca: UFPR Órgão: CAMPO REAL Prova: UFPR - 2018 - CAMPO REAL - Vestibular Medicina |
Q1342499 História
Fenômeno complexo, que ultrapassa o domínio religioso que o epíteto ocidental sugeria, a idolatria pode também ser vista como expressão da resistência social e cultural dos ameríndios em face do avanço europeu. (Ronaldo Vainfas. A heresia dos índios – Catolicismo e rebeldia no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 31. Adaptado.)

De acordo com a abordagem proposta pelo autor, a idolatria ameríndia situa-se num contexto de:
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Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2017 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378079 História

Observe a imagem.


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A imagem acima apresenta o Tratado de Tordesilhas, que foi assinado em 1494 e estabeleceu

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Ano: 2017 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2017 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1264482 História

Se tomarmos como referência a história econômica mundial, veremos que o fenômeno da globalização é recente, não ultrapassando cinco séculos de existência. Tendo sua origem com a expansão marítima europeia no século XV, amadurece com a Revolução Industrial e as políticas imperialistas e colonialistas do século XIX, e se consolida com a globalização neoliberal do século XX. Cada etapa apresenta seus contornos ideológicos e seus significados históricos.

(SE TOMARMOS... 2017).

A identificação da expansão marítima europeia no século XV como o primeiro grande movimento de globalização, apontado no texto, deve-se
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Ano: 2017 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2017 - UFRGS - Vestibular 4º Dia |
Q1261086 História

Leia o segmento abaixo, sobre a escravidão nas Américas.


A escravidão no Novo Mundo e os tipos de comércio a que deu origem surgiram como uma consequência e um componente da “primeira globalização”, fase da história humana inaugurada pelas explorações marítimas, comerciais e coloniais de Portugal e Espanha, no final do século XV e no início do século XVI.

BLACKBURN, R. Por que segunda escravidão? In: MARQUESE, R.; SALLES, R. (org). Escravidão e capitalismo histórico no século XIX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016. p. 32.

O segmento faz referência à institucionalização da escravidão no Novo Mundo, pensada a partir de determinados processos socioeconômicos globais que influenciaram definitivamente a sua conformação moderna.


Assinale a alternativa que indica esse fenômeno.

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Ano: 2017 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2017 - USP - Vestibular - Primeira Fase |
Q853485 História
No que se refere à crise do colonialismo português na África na segunda metade do século XX,
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Ano: 2016 Banca: CEV-URCA Órgão: URCA Prova: CEV-URCA - 2016 - URCA - Prova 1: Física, Matemática, Química e História |
Q1790896 História
A descoberta europeia da América, ou o achamento como pensam outros, não foi um acontecimento isolado da história europeia, tendo em vista que:
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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2016 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335778 História

    Os europeus estavam convencidos de que a África seria um grande mercado para os produtos de sua indústria a partir do momento que se civilizasse, isto é, que adotasse as crenças, os valores e os modos de vida dominantes na Europa. Contavam para isso com a ação dos missionários cristãos e dos comerciantes europeus.


(Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos, 2008.)


O texto expõe a combinação de estratégias e interesses europeus na colonização da África, a partir do final do século XVIII. Entre essas estratégias, é correto citar

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Q809747 História
No que se refere à colonização mercantilista no Novo Mundo, dois tipos de ocupação territorial e de aproveitamento econômico se destacaram: colônias de exploração e colônias de povoamento. Estas duas colônias se caracterizaram da seguinte maneira:
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Ano: 2015 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2015 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1398763 História
O uso da denominação Novo Mundo para designar a América está relacionado ao ponto de vista dos:
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Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q816157 História
A África só começou a ser ocupada pelas potências europeias exatamente quando a América se tornou independente, quando o antigo sistema colonial ruiu, dando lugar a outras formas de enriquecimento e desenvolvimento das economias mais dinâmicas, que se industrializavam e ampliavam seus mercados consumidores. Nesse momento foi criado um novo tipo de colonialismo, implantado na África a partir do final do século XIX [...].
(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)
A partilha da África entre os países europeus, no final do século XIX,
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Ano: 2015 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2015 - PUC - RS - Vestibular - Segundo Semestre 2º dia |
Q535493 História
INSTRUÇÃO: Para responder à questão , considere o texto abaixo, de G. F. de Oviedo, que relata o estabelecimento do império espanhol na América, no livro L’ Histoire des Indies, publicado no ano de 1555.

“O almirante Colombo encontrou, quando descobriu esta ilha Hispaniola, um milhão de índios e índias (...) dos quais, e dos que nasceram desde então, não creio que estejam vivos, no presente ano de 1535, quinhentos, incluindo tanto crianças como adultos (...). Alguns fizeram esses índios trabalhar excessivamente. Outros não lhes deram nada para comer como bem lhes convinha. Além disso, as pessoas dessa região são naturalmente tão inúteis, corruptas, de pouco trabalho, melancólicas, covardes, sujas, de má condição, mentirosas, sem constância e firmeza(...). Vários índios, por prazer e passa-tempo, deixaram-se morrer com veneno para não trabalhar. Outros se enforcaram pelas próprias mãos. E quanto aos outros, tais doenças os atingiram que em pouco tempo morreram (...). Quanto a mim, eu acreditaria antes que Nosso Senhor permitiu, devido aos grandes, enormes e abomináveis pecados dessas pessoas selvagens, rústicas e animalescas, que fossem eliminadas e banidas da superfície terrestre.

(Apud ROMANO, Ruggiero. Mecanismos da Conquista Colonial. São Paulo: Perspectiva, 1973, p. 76)
Considerando o contexto histórico, pode-se afirmar que o texto de Oviedo representa,
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Ano: 2015 Banca: PUC - SP Órgão: PUC - SP Prova: PUC - SP - 2015 - PUC - SP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q466836 História
“As colônias inglesas do Novo Mundo foram povoadas de maneira distinta. Em geral, os historiadores as dividem em três grandes grupos que se diferenciavam na atividade produtiva e na organização social.”

Mary Anne Junqueira. Estados Unidos, a consolidação da nação São Paulo: Contexto, 2001, p. 16.

As afirmações do texto, sobre a colonização dos Estados Unidos, são
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Ano: 2014 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2014 - Esamc - Vestibular |
Q1352452 História
Os fragmentos abaixo tratam da conquista europeia sobre a América. Leia-os para responder a questão.

Nunca fizemos mal algum ao homem branco; não queremos isso... Desejamos ser amigos do homem branco... Os búfalos estão diminuindo depressa. Os antílopes, que eram muitos há poucos anos, agora são poucos. Quando morrerem todos, ficaremos famintos; vamos querer algo para comer e seremos obrigados a ir ao forte. Seus jovens não devem atirar em nós; em toda parte onde nos veem, atiram e [por isto] atiramos neles. (Carta do chefe cheyenneTonkahaska (Touro Alto) ao general do exército dos EUA Winfield Scott Hancock, de 1866. In____BROWN, Dee. Enterrem meu coração na curva do rio. SP: Melhoramentos, 1970, p. 113.)

Não só para Cortez, como também para os demais conquistadores cronistas espanhóis, a razão da vitória sobre os mexicas era muito clara: haviam triunfado porque eram cristãos e seguiam o único e verdadeiro Deus. A guerra de conquista foi uma guerra religiosa em que Deus venceu o demônio adorado pelos indígenas. Além disso, os espanhóis atribuíram seu triunfo à superioridade da cultura europeia sobre a mesoamericana. Eles eram pessoas melhores e, por isso, mereciam dominar os mexicas. (MORAIS, Marcus Vinícius de. Hernán Cortez – civilizador ou genocida? SP: Contexto, 2011, p. 126.)

De acordo com o conteúdo dos fragmentos, podemos identificar sua ideia principal na seguinte alternativa:
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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2014 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335278 História
    É o comércio que os interessa [aos europeus que vêm para a América, a partir do século XV], e daí o relativo desprezo por este território primitivo e vazio que é a América; e inversamente, o prestígio do Oriente, onde não faltava objeto para atividades mercantis. [...]
    Os problemas de novo sistema de colonização, envolvendo a ocupação de territórios quase desertos e primitivos, terão feição variada, dependendo em cada caso das circunstâncias particulares com que se apresentam. A primeira delas será a natureza dos gêneros aproveitáveis que cada um daqueles territórios proporcionará.

(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo, 1987.)
É possível afirmar que a chegada dos europeus à América, a partir do século XV, deve ser analisada à luz
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Ano: 2014 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2014 - UECE - Vestibular - Geografia e História |
Q1297873 História
A compreensão cristã do encontro dos portugueses com os primeiros habitantes da América teve forte conotação maniqueísta: de um lado estava o bem, simbolizado pelos europeus na sua suposta busca pelo paraíso; de outro, o mal, representado pelos indígenas e suas práticas diabólicas.
Analise as afirmações abaixo acerca dessa compreensão.

I. Tal compreensão foi alimentada por considerações imprecisas de alguns viajantes que classificavam de “demoníacas” certas práticas culturais dos povos americanos.
II. A leitura das práticas dos povos americanos pelos europeus aliou a ideia da conquista de novas terras com o desejo de levar a palavra de Deus àquelas criaturas “demonizadas”.
III. O pensamento cristão português dissociava-se das ideias e políticas expansionistas; desse modo, a propagação da fé era desvinculada da empresa marítima.

É correto o que se afirma em
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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: Faculdade Cultura Inglesa Prova: VUNESP - 2014 - Faculdade Cultura Inglesa - Vestibular - Prova 01 |
Q1274530 História
O principal objetivo dos países pioneiros na Expansão Marítima foi
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Q1377307 História
    No início dos Tempos Modernos, os reinos cristãos da Europa deram início ao longo processo de expansão comercial e geográfica que resultou no estabelecimento de comunicações regulares com populações e regiões do mundo até então desconhecidas entre si. [...]
     A vida dos habitantes do litoral do Atlântico Sul mudou radicalmente com a chegada dos europeus. A vinda daqueles homens barbados, pouco asseados e carregados de reluzentes e estrondosas armas introduziu os tupis na idade do ferro – para o bem e para o mal.
    As ferramentas trazidas pelos europeus facilitaram o árduo trabalho nas roças e nas florestas subtropicais. Por outro lado, o contato dos habitantes americanos com os colonizadores resultou numa das maiores catástrofes demográficas da história da humanidade.

(Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)
A afirmação de que “o contato dos habitantes americanos com os colonizadores resultou numa das maiores catástrofes demográficas da história da humanidade” é uma referência
Alternativas
Q1377306 História
    No início dos Tempos Modernos, os reinos cristãos da Europa deram início ao longo processo de expansão comercial e geográfica que resultou no estabelecimento de comunicações regulares com populações e regiões do mundo até então desconhecidas entre si. [...]
     A vida dos habitantes do litoral do Atlântico Sul mudou radicalmente com a chegada dos europeus. A vinda daqueles homens barbados, pouco asseados e carregados de reluzentes e estrondosas armas introduziu os tupis na idade do ferro – para o bem e para o mal.
    As ferramentas trazidas pelos europeus facilitaram o árduo trabalho nas roças e nas florestas subtropicais. Por outro lado, o contato dos habitantes americanos com os colonizadores resultou numa das maiores catástrofes demográficas da história da humanidade.

(Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)
A caracterização dos europeus, presente no segundo parágrafo, sugere
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Ano: 2013 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2013 - Esamc - Vestibular |
Q1348074 História
A canção abaixo, da banda inglesa Iron Maiden, gravada em 1982, e o texto, escrito pelo presidente queniano Jomo Kenyatta, que governou seu país entre 1964 e 1978, tratam de um mesmo tema. Leia-os para responder a questão:
Texto 1
Run To The Hills White man came across the sea, He brought us pain and misery, He killed our tribes, He killed our creed He took our game For his own need.
We fough thim hard, We fought him well […] But many came, Too much for cree Oh will we ever be set free? […] Run to the hills, Run for your lives. […]
Corram para as colinas O homem branco veio pelo mar, Nos trouxe dor e miséria. Matou nossas tribos, Matou nossas crenças Levaram nossa caça Para sua própria necessidade.
Nós lutamos duramente, Nós lutamos bem […] Mas muitos vieram Demais para crer Oh, sera que algum dia seremos livres? […] Corram para as colinas, Corram por suas vidas. […]

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Texto 2
“Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra e os missionários tinham a Bíblia. Eles nos ensinaram a rezar de olhos fechados. Quando nós os abrimos, eles tinham a terra e nós tínhamos a Bíblia.”


Apesar de separados por séculos, os contextos retratados nos dois textos apontam para uma semelhança, que pode ser encontrada na seguinte alternativa:

Alternativas
Respostas
21: D
22: E
23: B
24: E
25: A
26: E
27: B
28: C
29: E
30: A
31: C
32: C
33: E
34: C
35: A
36: D
37: A
38: D
39: E
40: A