Questões de Vestibular Comentadas sobre ocupação de novos territórios: colonialismo em história

Foram encontradas 81 questões

Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2025 - FCM/SANTA CASA - Vestibular - Medicina |
Q4148439 História
A prata de Potosi chegava a Sevilha a toneladas desde 1545, e o rei, que deduzia a quinta parte do que chegava, podia fazer frente parcialmente às enormes despesas que uma diplomacia muito ativa impunha, sobretudo, à manutenção do maior exército e da maior frota da Europa.

(Jean Carpentier e François Lebrun. Breve historia de Europa, 2018. Adaptado.)

O excerto descreve o período de hegemonia da monarquia espanhola na Europa e
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727648 História
“Agosto, 29: Homem de cor
Querido irmão branco: / Quando nasci, era negro / Quando cresci, era negro / Quando o sol bate, sou negro / Quando estou doente, sou negro. / Quando morrer, serei negro. / E enquanto isso, você: / Quando nasceu, era rosado. / Quando cresceu, foi branco. / Quando o sol bate, você é vermelho. / Quando sente frio, é azul. / Quando sente medo, é verde. / Quando está doente, é amarelo. / Quando morrer você será cinzento. / Então, qual de nós dois é um homem de cor? (De Léopold Senghor, poeta do Senegal)”
Fonte: GALEANO, Eduardo. Amares. Porto Alegre: L&PM Editores, 2019, p.313.

Léopold Sédar Senghor foi um escritor e político senegalês, foi presidente de Senegal de 1960 a 1980 e foi um dos principais ideólogos do conceito de negritude, criado pelo poeta antilhano Aimé Césaire. Assinale a alternativa correta sobre os processos de libertação e descolonização ocorridos no século 20:  
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Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q3157233 História
Antigamente, havia muitas possibilidades de marcar o tempo espalhadas pelo mundo e muitos inventores tentaram aprimorar esses sistemas. Havia, por exemplo, a invenção de Yi Xing, um monge budista chinês que desenvolveu uma máquina que contava 24 horas a partir de um sistema de queda d’água, cordas, encanamentos, baldes e engrenagens. Os primeiros relógios de pêndulo foram construídos nas igrejas da Europa por volta dos anos 1300. Séculos depois, com a Revolução Industrial, não demorou para que nos tornássemos servos de relógios, alarmes, horários e prazos cada vez mais apertados. Os relógios se tornaram menores e portáteis. Atualmente, temos os relógios atômicos, que registram oscilações de energia em átomos de césio. Nossos celulares, aparelhos e os relógios oficiais de todo o mundo são sincronizados nesses medidores de tempo atômico.

(Adaptado de Calendários, relógios e alguns dos inventores do tempo. Blog Espaço do Conhecimento – UFMG. Disponível em https://www.ufmg.br/espa codoconhecimento/ calendarios-relogios-e-alguns-dos-inventores-do- tempo/. Acesso em 02/12/2024.)

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Vestibular - Conhecimentos Gerais V1 |
Q4211613 História
   “Madala pensou que devia dizer qualquer coisa ao Djimo, mas não se lembrou de repetir a pergunta para si mesmo e por isso não soube o que dizer.     O capataz fazia sinais à Maria, mas esta parecia não entender.     A planta que Madala segurava na mão oferecia ao seu esforço uma resistência exagerada. Por isso, o punho de Madala tremia.     (...)    O tom da voz de Djimo revelava certo nervosismo:     - Madala...     Mas o nervosismo desapareceu logo. Djimo deu uma ordem:     - Madala, não olhes para lá!     Dentro de Madala, qualquer coisa se crispou. Mas não eram os fios da sua doença.”

Luís Bernardo Honwana. “Dina”. In: Nós matamos o cão tinhoso!. 


Considerando o papel da antologia Nós matamos o cão tinhoso! na literatura moçambicana e como a sociedade de Moçambique dos anos 1950 e 1960 se configura literariamente no conto “Dina”, é correto afirmar: 
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107207 História
Quando eu falo em adiar o fim do mundo, não é a este mundo em colapso que estou me referindo. Este tem um esquema tão violento que eu queria mais é que ele desaparecesse à meia noite de hoje e que amanhã a gente acordasse em um novo. No entanto, efetivamente, estamos atuando no sentido de uma transfiguração, desejando aquilo que o Nêgo Bispo chama de confluências, e não essa exorbitante euforia da monocultura, que reúne os birutas que celebram a necropolítica sobre a vida plural dos povos deste planeta. Ao contrário do que estão fazendo, confluências evoca um contexto de mundos diversos que podem se afetar. (...) Se o colonialismo nos causou um dano quase irreparável foi o de afirmar que somos todos iguais. (Adaptado de KRENAK, Ailton. Futuro ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, p. 40-42, 2022.)

Assinale a alternativa que explicita a crítica de Krenak à monocultura, tal como é enunciada no excerto.
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Ano: 2023 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2023 - UFRGS - Vestibular 2024 - 1º Dia |
Q4164039 História
O excerto abaixo é retirado de Caderno de memórias coloniais, de Isabela Figueiredo. Considere-o no contexto do romance.

Ernesto não ia trabalhar há três dias. Era preto e os pretos eram preguiçosos, queriam era passar o dia estendidos na esteira a beber cerveja e vinho de caju, enquanto as pretas trabalhavam na terra, plantavam amendoim ao sol, suando com os filhos às costas, ao peito, e a enxada a subir e descer para o chão. Preto era má rês. Vivia da preta. Não pensava na vida, no futuro, nos filhos. Só queria descansar, dormitar, dançar, cantar, beber, comer, viver vida boa. Era absolutamente necessário ensinar os pretos a trabalhar, para seu próprio bem. Para evoluírem através do reconhecimento do valor do trabalho. Trabalhando, poderiam ganhar dinheiro, e com o dinheiro poderiam prosperar, desde que prosperassem como negros. Poderiam deixar de ter uma palhota e construir uma casa de cimento com telhado de zinco. Poderiam calçar sapatos e mandar os filhos à escola para aprender ofícios que fossem úteis aos brancos. Havia muito a fazer pelo homem negro, cuja natureza animal deveria ser anulada – para seu bem.

Considere as afirmações sobre o excerto.
I - No trecho acima, Isabela Figueiredo revela com crueza a perspectiva colonial que testemunhou no convívio com seu pai, em Moçambique.
II - Na relação entre colonizador português e colonizado, o preconceito racial fazia parte do cotidiano de Moçambique, no período colonial.
III- No trecho acima, a narradora mostra o interesse humanitário dos portugueses para que os colonizados prosperassem pelo trabalho.

Quais estão corretas? 
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2023 - FCM/SANTA CASA - Vestibular - Medicina |
Q4149763 História
O Reino Unido tinha sido tudo, menos parcimonioso, em suas aquisições territoriais, e a construção de um império no mundo não ocidental fora parte integrante de sua hegemonia mundial. Quanto aos Estados Unidos, o desenvolvimento que transformou o país no principal polo de atração da mão de obra, do capital e dos recursos empresariais da economia mundial esteve estreitamente vinculado ao âmbito continental atingido por sua economia doméstica no curso do século XIX.


(Giovanni Arrighi. O longo século XX, 2013.)
A construção do Império não ocidental do Reino Unido foi o resultado
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Ano: 2023 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2023 - UFPR - História |
Q3624230 História

Segundo Eric Hobsbawm:


Os liames entre o racismo e o nacionalismo são óbvios. A língua e a “raça” eram facilmente confundidas como no caso dos “arianos” e “semitas”, para indignação de estudiosos escrupulosos como Max Müller, para quem a “raça”, conceito genético, não podia ser inferida da língua, que não era herdada. Além disso há uma evidente analogia entre a insistência dos racistas na pureza racial e nos horrores da miscigenação, e também a insistência de tantas formas de nacionalismo linguístico – a maioria, talvez – sobre a necessidade de purificar a língua nacional de elementos estrangeiros. No século XIX, os ingleses foram bastantes excepcionais em exagerar suas origens híbridas (bretões, anglo-saxões, escandinavos, normandos, escoceses, irlandeses, etc.) e orgulhar-se da mistura filológica de sua língua. Contudo, o que trouxe a “raça” e a “nação” mais perto ainda foi a prática de usá-las como sinônimos possíveis, generalizando, de modo igualmente inexato, o caráter “racial/nacional”, como era então a moda.


HOBSBAWM, Eric J. Nações e Nacionalismo desde 1780. Programa, mito e realidade. Rio de Janeiro: Ed. Paz e Terra, 2002, p.132.


Levando em consideração as informações apresentadas por Hobsbawm, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2022 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149997 História
    O “Império Português”, no século XVIII, compreende os territórios metropolitanos e os domínios ultramarinos, uma “área semiperiférica” que constitui um dos vários “subsistemas” do “Sistema Mundial Moderno”, capitalista e europeu. No interior desse subsistema destaca-se o espaço luso-atlântico, por sua riqueza e dinamismo econômicos, envolvendo as relações de Portugal com a América portuguesa e as feitorias situadas no litoral africano. As articulações das diversas áreas desse espaço constituem o essencial da estrutura e dinâmica do “Antigo Sistema Colonial”.


(Francisco Calazans Falcon. “Pombal e o Brasil”.
In: José Mattoso, José Tengarrinha (orgs.). História de Portugal, 2001.)
O excerto refere-se às relações luso-atlânticas do Império português, que envolviam
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2022 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142185 História
O império marítimo português começou a ser construído com a tomada de Ceuta (1415) e foi extinto com o reconhecimento da independência de Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique, em 1975. A respeito da montagem desse império marítimo nos séculos XV e XVI, assinale a afirmativa correta.
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2021 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142757 História
A expansão marítima e comercial europeia mudou a história da humanidade ao unir a Europa, a África e a América. Os europeus organizaram todo um aparato político, econômico e militar que lhes garantiu o controle sobre o Atlântico. Do século XVI ao XIX, foram retirados da África 12,5 milhões de pessoas, em uma das maiores migrações forçadas da História.
Sobre o comércio atlântico de escravos, assinale a afirmativa correta. 
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Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - Língua Inglesa - 2022.1 |
Q1859684 História
Os continentes africano e asiático sempre estiveram presentes no cenário internacional num papel de coadjuvantes. São elementos que configuram essa presença coadjuvante: 
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Ano: 2021 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2021 - USP - Vestibular |
Q1687777 História
A exploração da prata americana pelos espanhóis no século XVI teve grande importância na história mundial porque
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Q1676012 História
“Embarcados, até que as costas da África se perdessem de vista, os cativos eram presos nos ferros. A promiscuidade e os horrores desse aprisionamento também foram temas de descrição que causam mal-estar em todos os leitores sensíveis que tomam conhecimento das horríveis condições de encarceramento dos cativos”. (MATTOSO, Katia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil: séculos XVI-XIX. p. 68. Petrópolis, Vozes, 2016). O sistema escravista adotado no período moderno é denominado de escravismo criminoso, por basilar suas relações a partir do uso exagerado da violência sejam a física, psicológica, religiosa-cultural e sexual.
É incoerente sobre esse período:
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Ano: 2020 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2020 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392749 História
A África conheceu dois tipos de escravidão, um interno, concernente às sociedades africanas, e outro externo, voltado inicialmente para o Mediterrâneo e, posteriormente, para o Atlântico. Comparando os dois sistemas, o segundo representou:
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Ano: 2019 Banca: UEMG Órgão: UEMG Prova: UEMG - 2019 - UEMG - Vestibular - EAD - Prova 02 |
Q1404093 História

Os historiadores passaram a analisar o funcionamento da colônia. A realidade se revelava complexa. No lugar da imagem de colonos engessados pela metrópole, vem à tona um grande dinamismo nas relações comerciais dos principais portos do Brasil com o rio da Prata no sul da América, com Angola, Costa da Mina e Moçambique na África e Índia, e com Goa e Macau na Ásia. O que salta à vista é que muitas dessas áreas não eram de domínio português. Colonos do Brasil, portanto, comercializavam diretamente com outras regiões. Os comerciantes residentes no Brasil, no auge do Sistema Colonial, detinham o monopólio do lucrativo tráfico negreiro – e não a metrópole.

(www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/a-colonia-e-mais-embaixo. Acesso: 02/03/2014. Adaptado.)


As comparações entre a colonização inglesa e a colonização ibérica na América contribuíram para a atribuição de sentidos distintos a essas colonizações, povoamento e exploração, respectivamente. No entanto, a análise do texto revela que as recentes revisões historiográficas ampliaram as interpretações sobre as relações coloniais no clássico modelo de exploração, isso porque na prática a

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Q1399684 História
Imagem associada para resolução da questão

A gravura mostra Jinga, Ngola do Ndongo. Sua história exemplifica o papel político que as mulheres desempenhavam nas sociedades africanas pré-coloniais.
No Reino do Ndongo, localizado em parte do que hoje é a atual Angola, as mulheres sempre tiveram protagonismo político, sendo Jinga:
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Q1399582 História
Considere os excertos abaixo:
“Desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento.” (Samba-enredo, Mangueira, 2019).

“Eram três caravelas Que chegaram d´além mar E a terra chamou-se América Por ventura? Por azar?
Não sabia o que fazia, não. D. Cristóvão, capitão. Trazia, em vão, Cristo no nome, E, em nome dele, o canhão. (...) Quinhentos anos de quê? (Belchior, Quinhentos anos de quê?, 1993).
“A história é sempre escrita pelos vencedores. Imaginem como seria a história da América escrita pelos indígenas (...) Como seria?.” (José Saramago, 2007).

Esses excertos problematizam o modo como a história oficial conceitualiza a colonização da América
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Q1394598 História

Do século XV ao XIX, uma enorme quantidade de africanos foi levada pelo tráfico negreiro aos territórios americanos que se encontravam sob controle dos impérios europeus. Nesta imigração forçada, cerca de 400 mil cativos foram enviados para as colônias inglesas, 1,6 milhão, para as espanholas e 3,6 milhões, para a portuguesa. Levando-se em conta a intermitente ação do contrabando, estima-se um total de 10 milhões de pessoas ou mais transladadas para as Américas no período.

A escravatura sobreviveu ao mundo colonial, ajustando-se às formas de governo dos Estados que aqui se afirmaram após a independência. A República norte-americana e o Império do Brasil – a mantiveram por longo tempo. Sobre a escravidão nas Américas considere as seguintes afirmativas:


I – Embora a Constituição da República norte-americana (1787), por princípio, pregasse a ampliação da igualdade política, os arranjos políticos, realizados entre os estados escravistas e os estados livres, criaram cláusulas constitucionais específi cas para manter a escravidão que só seriam derrubadas com o advento da guerra civil.

II – No Brasil, a manutenção da escravidão foi defendida apenas pelos cafeicultores fluminenses e mineiros ao longo do século XIX, e o forte poder de ambos junto ao Imperador mostrou-se mais que sufi ciente para estendê-la até o final do Segundo Reinado.

III – Ser uma ordem monárquica ou uma ordem republicana importava para os escravos, mas não tanto para os libertos e homens livres de cor naquelas sociedades. No período pós-abolição, o negro livre continuaria a ser segregado pela cor, mas suas formas de resistência dar-se-iam do mesmo modo e com igual intensidade.

IV – As lutas pela mobilidade social e política dos negros foram enormemente dificultadas após a abolição. No Brasil, a continuidade da aceitação da existência de “diferentes condições de gente” e da manutenção de privilégios para alguns cidadãos contribuiu para naturalizar discursos racialistas e a própria discriminação racial aos olhos de muitos contemporâneos.


Estão corretas as afirmativas:

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Ano: 2019 Banca: FAINOR Órgão: FAINOR Prova: FAINOR - 2019 - FAINOR - Vestibular - 2019.1 |
Q1369433 História
        Os grandes países capitalistas iniciaram o século XX tratando outros países como colônias suas. A Inglaterra dominou Uganda, Gana, Radísia (hoje Zimbábue), África do Sul, Índia e etc. A França dominou a Argélia e o Marrocos, entre outros. Os Estados Unidos dominaram Porto Rico e tomaram do México, em 1847, os atuais estados do Texas, da Califórnia e do Novo México.          Os povos de muitas colônias começaram a se revoltar. Quiseram a independência e o direito de determinarem seus destinos. As potências colonialistas investiram, assim, muito dinheiro na indústria bélica e no transporte e manutenção de tropas nas colônias, mesmo assim, o anseio de libertação dos povos demonstrou ser mais forte que a força militar das metrópoles. Surge, então, uma nova fase do capitalismo: O Imperialismo.  (BETTO, Frei: Introdução à política brasileira, 5ª edição, 1990, pág 26, Editora Ática)



De acordo com o texto e com seus conhecimentos, assinale a alternativa que NÃO corresponde ao relacionamento entre metrópole e colônia:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: C
4: E
5: B
6: C
7: D
8: E
9: A
10: B
11: B
12: C
13: E
14: A
15: B
16: A
17: D
18: B
19: B
20: E