Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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(FIGUEIRA, Divalte, G. História. São Paulo: Ática, 2003).
O texto refere-se:
(Raymond Williams. O campo e a cidade, 2011.)
No excerto, o autor
(Fernando Seffner. Da Reforma à Contrarreforma, 1993.)
Ao tratar das Reformas Religiosas, o autor menciona a relação entre o calvinismo e
(Armelle Enders et al. História em curso, 2008. Adaptado.)
Entre esses povos da Antiguidade, a cidadania era exercida por
Alguma coisa está acontecendo aqui.
O que isto é, não está claro.
Ali tem um homem com uma arma.
Me dizendo que tenho de ficar alerta.
Eu acho que é hora de pararmos.
Crianças, que som é aquele?
Todos olham o que está acontecendo.
A linha de batalha está desenhada.
Ninguém está certo se todos estiverem errados.
Jovens falando em suas mentes.
Eu tenho muita resistência atrás.
Stephen Stills, For What It’s Worth, 1967.
Essa é uma das muitas canções compostas nos EUA com críticas à Guerra do Vietnã. As críticas a
essa guerra
A notícia a seguir foi publicada em 26/02/2015:
O Estado Islâmico destruiu uma coleção de estátuas e esculturas inestimáveis no norte do Iraque que remontam à antiga era assíria, de acordo com um vídeo publicado na Internet.
O vídeo dos militantes islâmicos radicais mostrou homens atacando os artefatos, alguns deles identificados como antiguidades do século 7 a.C., com marretas ou furadeiras, dizendo se tratar de símbolos de idolatria.
[...]
Os artigos destruídos parecem ser de um museu de antiguidades na cidade de Mosul, no norte iraquiano, tomada pelo Estado Islâmico em junho passado, afirmou um ex-funcionário do museu à Reuters.
Os militantes derrubaram as estátuas de suas colunas, despedaçando-as no chão, e um homem usou uma furadeira elétrica em um touro alado.
Fonte: Isabel Coles e Saif Eldin Hamdan. Combatentes do Estado
Islâmico destroem antiguidades no norte do Iraque. Reuters Brasil. 26/02/2015.
Disponível em: http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRKBN0LU1PO20150226 . Acesso em 31/3/2015
Sobre as antigas civilizações que se desenvolveram na região do atual Iraque, é correto afirmar:
Toda cultura de massa trabalhou no mesmo sentido que as estrelas: um extraordinário meio de desprender os seres de seu enraizamento cultural e familiar, de promover um ego que dispõe mais de si mesmo. Pelo ângulo da evasão imaginária, a cultura frívola foi uma peça na conquista da autonomia privada moderna: menos imposição coletiva, mais modelos de identificação e possibilidades de orientações pessoais; a cultura midiática não fez senão difundir os valores do universo pequeno burguês, foi um vetor da revolução democrática individualista.
Fonte: LIPOVETSKY, Gilles. O Império do Efêmero. Companhia de Bolso. 2009. Pag. 260.
Segundo a análise do excerto, para Lipovetsky
Fonte: http://pt.worldwar-two.net/introducao/ Adaptado. Acesso 23-09-2015
A respeito da Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
Em 1796, uma conspiração planejou dar continuidade ao movimento radical na França. A Conspiração dos Iguais tinha como objetivos alcançar a igualdade perfeita e o bem comum. Não bastava a igualdade de direitos perante a lei, era necessária a igualdade nas condições de vida; para isso, a propriedade privada deveria ser eliminada.
A Conspiração dos Iguais foi liderada por
Analise as imagens para responder à questão:

Sobre o contexto histórico retratado pelas imagens, julgue os itens:
I. Apesar dos esforços para manter a União Soviética “protegida” da cultura ocidental, como pode ser identificado na capa do álbum, a crise do socialismo real acabou por permitir a penetração destes padrões.
II. A longa fila na inauguração do McDonalds em Moscou e o imenso público no festival, podem ser entendidos, ao lado da queda do Muro de Berlim, como marcos do final da Guerra Fria e da suposta vitória do Ocidente “liberal” sobre o Oriente “socialista”.
III. A partir da queda do Muro de Berlim, e da consequente reunificação alemã, o mundo do socialismo real entrou em um processo de crise irreversível, permitindo a entrada de padrões até então inaceitáveis em sua cultura.
Está (ão) correto (s):
Leia as informações abaixo para responder a questão:

Jamais a face do globo e a vida humana foram tão dramaticamente transformadas quanto na era que começou sob as nuvens em cogumelo de Hiroxima e Nagazaki. Mas como sempre a história tomou apenas consciência marginal das intenções humanas, mesmo as dos formuladores de decisões nacionais. A verdadeira transformação social não foi pretendida nem planejada. E, de qualquer modo, a primeira contingência que se teve que enfrentar foi o imediato colapso da grande aliança antifascista. Assim que não mais houve um fascismo para uni-los contra si, capitalismo e comunismo mais uma vez se prepararam para enfrentar um ao outro como inimigos mortais.
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos. SP: Companhia das Letras, 1995, p. 177.)
A leitura das informações e do contexto por elas retratado nos permite
inferir que:
Um homem incrível, esse al-Mamun. Um califa racionalista! Adepto apaixonado de Aristóteles, odiava os integristas, que perseguiu ao longo de todo o seu reinado. Ele foi a alma da Casa da Sabedoria. Tendo suas tropas vencido as forças bizantinas, al-Manun propôs uma surpreendente troca ao imperador do Oriente: prisioneiros por livros! O acordo foi fechado: um milhar de guerreiros cristãos, libertados pelos árabes, voltaram para Constantinopla, enquanto no sentido inverso uma dezena de obras raríssimas, florão das bibliotecas bizantinas, chegava a Bagdá, recebidas com exaltação na Casa da Sabedoria. (GUEDJ, Denis. O Teorema do Papagaio. SP: Cia. Das Letras. 2001, p. 212.)
Tomando por base a comparação das ações do Califa com as características culturais e religiosas na Europa Medieval, julgue as afirmativas.
I. Da mesma forma que o califa, durante o medievo europeu houve um grande esforço por parte do catolicismo para a preservação da cultura antiga, principalmente a grega. II. O racionalismo, herança da cultura grega, foi responsável, tanto no Oriente como no Ocidente, pela separação entre religião e poder político, promovendo o início da laicização do Estado, concretizada apenas com a Revolução Francesa. III. Ao contrário dos esforços do califa para preservá-la, no Ocidente Medieval, boa parte da produção cultural antiga foi destruída por contrariar os preceitos religiosos vigentes à época.
Está (ão) correta (s):
Beatriz (Chico Buarque de Holanda e Edu Lobo - 1982) Olha [...] Será que é pintura O rosto da Atriz? Se ela dança no Sétimo Céu Se ela acredita que é outro país E se ela só decora o seu papel E se eu pudesse entrar na sua vida [...] Sim, me leva para sempre, Beatriz Me ensina a não andar com os pés no chão [...] Será que é uma estrela? Será que é mentira? Será que é Comédia? Será que é Divina? A vida da Atriz? (Letra disponível em: http://letras.mus.br/chico-buarque/45115/. Acesso em: 10 ago. 2015, às 17h00.)
Havia eu volvido os olhos para o rosto da minha dama [Beatriz Portinari, condutora, ao lado do poeta romano Virgílio, de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso] e os olhos e a mente tinha embebidos na sua contemplação, de nada mais cuidando. Ela não sorria e disse: “Se eu sorrisse, aconteceria contigo o mesmo que a Sêmele quando em cinzas se tornou, pois a minha formosura, conforme pudeste verificar, aumenta à proporção que subimos os degraus desta eterna escada”. [...] Eis que subimos ao Sétimo Céu [...]. Agora faz com que tua mente acompanhe os olhos e que estes reflitam a figura de divinal virtude que verás neste céu a espelhar com justiça forma celestial. (ALIGHIERI, Dante. A Divina Comédia. Paraíso – Canto XXI. SP: Abril, 1981, p. 293.)
Em várias religiões, como judaísmo, islamismo, algumas seitas cristãs e hinduísmo, o Sétimo Céu é definido como sendo o “mais alto dos céus”, o paraíso, onde nada existe que não seja bom e belo. O Sétimo Céu, para os muçulmanos, por exemplo, é o local para onde os bem-aventurados vão após a morte. Para algumas mitologias cristãs, o Terceiro Céu, equivalente ao Sétimo Céu de várias outras culturas, seria o local de morada do Altíssimo e dos bem-aventurados, o que estão em um estado de contemplação beatífica.
Tomando por base o conteúdo expresso pelos fragmentos, julgue os itens:
I. A clara referência à Divina Comédia presente na canção, demonstra a longevidade e a atemporalidade das obras clássicas, que continuam a influenciar a arte contemporânea. II. As duas obras procuram demonstrar que os contemplativos e os artistas, bem como tudo que é belo, estão no Sétimo Céu, identificado como o Paraíso em várias culturas religiosas. III. Apesar do Sétimo Céu aparecer nas duas obras citadas, não é possível encontrar referências que nos permitam identificar qualquer influência de uma sobre a outra.
Está (ão) correto (s):