Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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(BATISTA, Domenico, inédito)
O texto de História da pintura, história do mundo, de Domenico Batista, faz menção à Primeira Guerra Mundial. Uma das principais consequências dessa guerra é
Observe a figura abaixo e leia o texto.

O relevo remete a um trecho da Iliada, de Homero, e mostra, com acentuado vigor dramático, o transporte do corpo do herói Heitor, amparado pelo pai, Príamo, rei de Troia.
(In: DIVALTE G. Figueira. História. São Paulo: Ática, 2003, p. 36)
Com base na figura e no texto, pode-se afirmar que a obra

A pintura representa no martírio de Cristo os seguintes
princípios culturais do Renascimento italiano:

A imagem acima retrata parte do mosaico romano de Nennig, um dos mais bem conservados que se encontram até o momento no norte da Europa. A composição conta com mais de 160 m2 e apresenta como tema cenas próprias de um anfiteatro romano. (https://fr.wikipedia.org/wiki/Perl_(Sarre)#/media/File:Retiarius_stabs_secutor_(c olor).jpg. Acessado em 12/08/2016.)
A partir da leitura da imagem e do conhecimento sobre o
período em questão, pode-se afirmar corretamente que a
imagem representa
Atente ao seguinte excerto: “O crime [...] consistiu em herdar as piores feições do sistema doméstico num contexto em que inexistiam as compensações do lar: ‘ele sistematizou o trabalho das crianças pobres e desocupadas, explorando-o com uma brutalidade tenaz...’ [...] Na fábrica a máquina ditava as condições, a disciplina, a velocidade e a regularidade da jornada de trabalho, tornando-as equivalentes para o mais delicado e o mais forte”.
Edward P. Thompson. A Formação da Classe Operária
Inglesa. Vol. II: A maldição de Adão. Rio de Janeiro, Paz e
Terra. 1987. p. 207.
Considerando os processos de transformação ocorridos na sociedade ocidental, é correto afirmar que esse trecho da obra do historiador inglês Edward P. Thompson se refere à
Atente ao enunciado a seguir: “Essas classes médias conservadoras eram, está claro, defensoras potenciais ou mesmo convertidas do fascismo, devido à maneira como se traçaram as linhas de combate político no entreguerras. A ameaça à sociedade liberal e todos os seus valores parecia vir exclusivamente da direita; a ameaça à ordem social, da esquerda. As pessoas da classe média escolhiam sua política de acordo com seus temores. Os conservadores tradicionais em geral simpatizavam com os demagogos do fascismo e dispunham-se a aliar-se a eles contra o inimigo maior. O fascismo italiano tinha uma cobertura de imprensa mais ou menos favorável na década de 1920, e mesmo na de 1930, exceto da que ia do liberalismo até a esquerda”.
Eric J. Hobsbawn. Era dos Extremos: O breve século XX. 2ª
Edição. São Paulo, Cia. das Letras, 1994. p. 126.
No que diz respeito aos regimes nazifascistas que se
desenvolveram na Europa nas décadas de 1920 e
1930, é INCORRETO afirmar que
Plutarco atribuiu ao Tribuno da Plebe, Tibério Graco, o seguinte discurso dirigido aos pobres de Roma:
“As feras que atravessam os bosques da Itália têm cada uma seus abrigos e suas tocas; os que lutam e morrem pela defesa da Itália só têm o ar e luz e nenhuma outra coisa mais. Sem teto para se abrigar, eles vagueiam com seus filhos e suas mulheres. Os enganam seus generais quando, nas batalhas, os estimulam a combater pelos templos de seus deuses, pelas sepulturas de seus pais. Isto porque, de um grande número de romanos, não há um só que tenha o seu altar doméstico nem seu jazigo familiar. Eles combatem e morrem para alimentar a opulência e o luxo de outros, e, quando dizem que são senhores de todo o mundo, eles não são donos sequer de um pedaço de terra”.
Apud Plutarco. Vidas Paralelas. Tomo VI. P.209-210.
Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObra
For m.do?select_action=&co_obra=6712
Com essas palavras, o Tribuno Tibério Graco nos informa que Roma

Encontram-se assinaladas no mapa, sobre as fronteiras dos
países atuais, as rotas eurasianas de comércio a longa
distância que, no início da Idade Moderna, cruzavam o
Império Otomano, demarcado pelo quadro. A respeito
dessas rotas, das regiões que elas atravessavam e das
relações de poder que elas envolviam, é correto afirmar que
Thomas Müntzer (1489-1525), um dos primeiros teólogos alemães na era da Reforma, se tornou lider rebelde na época da Guerra dos camponeses.
A Guerra Camponesa, liderada por Thomas
Müntzer, em 1524, tinha como principal objetivo a