Questões de Vestibular Sobre história do brasil em história

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Ano: 2011 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2011 - ULBRA - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1377191 História
Antônio Conselheiro, Monge João Maria e Padre Cícero Romão Batista foram protagonistas de movimentos políticos muito particulares na história da jovem República brasileira, respectivamente Canudos, Contestado e a Sedição de Juazeiro. Embora com algumas diferenças temporais e espaciais, podemos dizer que as três ações
I – Confrontaram o governo federal. II – Tinham algum tipo de presença religiosa em seus quadros. III – Apresentavam uma hegemonia popular sem a participação de elites políticas regionais.
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Ano: 2011 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2011 - ULBRA - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1376768 História
“Todos, até as nossas crianças desejam que o poder militar e o poder civil se identifiquem nesta hora para vivermos na legalidade.(...) Ainda há pouco, conversando com S. Exª. Revª. Arcebispo D. Vicente Scherer, recebi a comunicação de que todos os cardeais do Brasil haviam decidido lançar proclamação pela paz, pela ordem legal, pela posse a quem constitucionalmente cabe governar o Brasil, pelo voto legítimo de seu povo. Essa proclamação está em curso pelo País. As Igrejas protestantes, todas as seitas religiosas clamam por paz, pela ordem legal.”
(Pronunciamento de Leonel Brizola em 1962)

Este pronunciamento de Leonel Brizola está vinculado ao seguinte contexto:
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular - HISTÓRIA, GEOGRAFIA e MATEMÁTICA |
Q1375000 História
Ao retornar para Lisboa, em abril de 1821, o rei D. João VI deixou para trás dois brasis inteiramente diferentes. De um lado, havia um país transformado pela permanência da corte nos trópicos, já com os pés firmes no turbulento século XIX, bem informado das novidades que redesenhavam o mundo na época e às voltas com dilemas muito semelhantes aos conflitos que agitavam a nascente opinião pública na Europa e nos Estados Unidos. Esse era um Brasil muito pequeno, de apenas alguns milhares de pessoas, que tinha seu epicentro no Rio de Janeiro, o modesto vilarejo colonial de 1807 convertido numa cidade com traços e refinamentos de capital europeia nos 13 anos seguintes. De outro lado, modorrava um território vasto, isolado e ignorante, não muito diferente do lugar selvagem e escassamente povoado que Pedro Álvares Cabral havia encontrado trezentos anos antes ao aportar na Bahia. Esses dois brasis conviviam de forma precária e se ignoravam mutuamente. (GOMES, 2010, p.69).
O texto da Constituição Brasileira de 1988 registra diretrizes para a superação das desigualdades entre cidadãos do país, destacando-se, entre elas,
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular - HISTÓRIA, GEOGRAFIA e MATEMÁTICA |
Q1374997 História
Ao retornar para Lisboa, em abril de 1821, o rei D. João VI deixou para trás dois brasis inteiramente diferentes. De um lado, havia um país transformado pela permanência da corte nos trópicos, já com os pés firmes no turbulento século XIX, bem informado das novidades que redesenhavam o mundo na época e às voltas com dilemas muito semelhantes aos conflitos que agitavam a nascente opinião pública na Europa e nos Estados Unidos. Esse era um Brasil muito pequeno, de apenas alguns milhares de pessoas, que tinha seu epicentro no Rio de Janeiro, o modesto vilarejo colonial de 1807 convertido numa cidade com traços e refinamentos de capital europeia nos 13 anos seguintes. De outro lado, modorrava um território vasto, isolado e ignorante, não muito diferente do lugar selvagem e escassamente povoado que Pedro Álvares Cabral havia encontrado trezentos anos antes ao aportar na Bahia. Esses dois brasis conviviam de forma precária e se ignoravam mutuamente. (GOMES, 2010, p.69).
O “turbulento século XIX”, referido no texto, diz respeito às transformações econômico-sociais e políticas, ocorridas na Europa, que também repercutiram no Brasil.

No âmbito político, essa turbulência se expressou no recém-organizado país, entre outros,
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular - HISTÓRIA, GEOGRAFIA e MATEMÁTICA |
Q1374996 História
Ao retornar para Lisboa, em abril de 1821, o rei D. João VI deixou para trás dois brasis inteiramente diferentes. De um lado, havia um país transformado pela permanência da corte nos trópicos, já com os pés firmes no turbulento século XIX, bem informado das novidades que redesenhavam o mundo na época e às voltas com dilemas muito semelhantes aos conflitos que agitavam a nascente opinião pública na Europa e nos Estados Unidos. Esse era um Brasil muito pequeno, de apenas alguns milhares de pessoas, que tinha seu epicentro no Rio de Janeiro, o modesto vilarejo colonial de 1807 convertido numa cidade com traços e refinamentos de capital europeia nos 13 anos seguintes. De outro lado, modorrava um território vasto, isolado e ignorante, não muito diferente do lugar selvagem e escassamente povoado que Pedro Álvares Cabral havia encontrado trezentos anos antes ao aportar na Bahia. Esses dois brasis conviviam de forma precária e se ignoravam mutuamente. (GOMES, 2010, p.69).
As diferenças entre os dois brasis, indicadas pelo autor, já aparecem na época colonial, entre
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Segundo Semestre - Dia 2 |
Q1365166 História
Ao retornar para Lisboa, em abril de 1821, o rei D. João VI deixou para trás dois brasis inteiramente diferentes. De um lado, havia um país transformado pela permanência da corte nos trópicos, já com os pés firmes no turbulento século XIX, bem informado das novidades que redesenhavam o mundo na época e às voltas com dilemas muito semelhantes aos conflitos que agitavam a nascente opinião pública na Europa e nos Estados Unidos. Esse era um Brasil muito pequeno, de apenas alguns milhares de pessoas, que tinha seu epicentro no Rio de Janeiro, o modesto vilarejo colonial de 1807 convertido numa cidade com traços e refinamentos de capital europeia nos 13 anos seguintes. De outro lado, modorrava um território vasto, isolado e ignorante, não muito diferente do lugar selvagem e escassamente povoado que Pedro Álvares Cabral havia encontrado trezentos anos antes ao aportar na Bahia. Esses dois brasis conviviam de forma precária e se ignoravam mutuamente. (GOMES, 2010, p.69).
A teoria do desenvolvimento que, na década de 50 do século passado, apoiou o projeto político-econômico do governo de Juscelino Kubitschek (JK), quando analisada do ponto de vista dos contrastes dos dois brasis, indicados no texto, revela que
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Segundo Semestre - Dia 2 |
Q1365165 História
Ao retornar para Lisboa, em abril de 1821, o rei D. João VI deixou para trás dois brasis inteiramente diferentes. De um lado, havia um país transformado pela permanência da corte nos trópicos, já com os pés firmes no turbulento século XIX, bem informado das novidades que redesenhavam o mundo na época e às voltas com dilemas muito semelhantes aos conflitos que agitavam a nascente opinião pública na Europa e nos Estados Unidos. Esse era um Brasil muito pequeno, de apenas alguns milhares de pessoas, que tinha seu epicentro no Rio de Janeiro, o modesto vilarejo colonial de 1807 convertido numa cidade com traços e refinamentos de capital europeia nos 13 anos seguintes. De outro lado, modorrava um território vasto, isolado e ignorante, não muito diferente do lugar selvagem e escassamente povoado que Pedro Álvares Cabral havia encontrado trezentos anos antes ao aportar na Bahia. Esses dois brasis conviviam de forma precária e se ignoravam mutuamente. (GOMES, 2010, p.69).
A análise de movimentos messiânicos, ocorridos no sertão do Brasil, a exemplo de Canudos (Bahia, 1897), de revoltas populares urbanas, a exemplo da Revolta da Vacina (Rio de Janeiro, 1904), e da Revolta da Chibata (Navio Minas Gerais da Marinha do Brasil, 1910), permite demonstrar que
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364583 História
[...] o fenômeno industrial da primeira fase republicana teve grande importância para a sociedade brasileira: criou condições para o desencadeamento do processo de industrialização nos períodos subsequentes e revelou que a antiga estrutura socioeconômica colonial estava sendo afetada nas suas bases. (NADAI; NEVES, 1995, p. 294).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a história econômica da República brasileira permitem afirmar que o processo de industrialização, no Brasil,
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364580 História

I.

O que é um conservador?

É aquele para quem a História é uma carroça abandonada. Ele quer conservar a sociedade do jeito que a encontrou, evitando mudanças. Isso é lógico, a sociedade o favorece:

— Se está boa para mim, deve estar para todo mundo — pensa o conservador. [...]

Não se pense que os conservadores achavam o Brasil uma maravilha! Eles reconheciam os nossos problemas e julgavam saber os motivos: — O brasileiro é preguiçoso e atrasado. Uma raça ruim, resultado da mistura de negros e índios. Um povo mestiço, inferior. Ai do país se não fôssemos nós, a elite!


II.

O que é um liberal?

Como o nome diz, é a pessoa que defende a liberdade. Na História da Europa, os liberais surgiram com a burguesia, lutando contra as imposições do tempo do feudalismo e do absolutismo.

Os liberais brasileiros eram liberais-conservadores. Donos de fazendas de gado, de açúcar ou de café — como os conservadores — os liberais daqui não podiam agir da mesma maneira que os liberais europeus, que surgiram na História como revolucionários. Nem sempre a nossa aristocracia conseguiu imitar a velha Europa! (ALENCAR; RIBEIRO; CECCON, 1986, p.137).

Na aristocrática, desigual e racista sociedade brasileira, até o início da década de 70 do século XIX, o exercício da plena cidadania era reservado aos
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364576 História
A greve geral de 1917 foi uma convulsão operária sem precedentes. Suas raízes estavam no trabalho fatigante, insalubre e perigoso das fábricas, mas a principal reclamação dos grevistas era o custo de vida. Na falta do pão, “remediavam com o saque dos depósitos de farinhas”, justificou o anarquista italiano Gigi Damiani. Enquanto isso, exportadores armazenavam gêneros de primeira necessidade à espera da alta dos preços no mercado internacional. (SILVA, 2005, p. 52).
Os trabalhadores que se insurgiram na greve de 1917, em São Paulo, e que formavam o embrião do operariado brasileiro originavam-se de
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364574 História
O futuro conde de Cairu informa que um proprietário que possuísse cinquenta escravos podia cultivar 100 tarefas de cana com a renda de 5:700$000 (cinquenta contos e setecentos mil reis), mas as despesas com os escravos e as utilidades só eram equilibradas quando ele possuía meeiros. Por isso, os lavradores de cana procuravam ter o maior número de lavradores “agregados”, forma de exploração que se desenvolveu até os dias atuais. A meação aumentava “infinitamente o rendimento anual” de uma propriedade açucareira. (TAVARES, 2001, p. 199).
De acordo com o texto, além do trabalho do escravo, os ganhos dos senhores de terras e engenhos ampliavam-se com o produto do trabalho de
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Ano: 2011 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2011 - UCPEL - Vestibular |
Q1359495 História
A República Velha (1889-1930) foi a expressão política do domínio das oligarquias agrárias, contudo, nesse período, o povo protestou através de revoltas como
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Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356796 História
Sobre a política econômica do primeiro governo do regime militar brasileiro, analise as seguintes proposições:

I - Castelo Branco reduziu o índice da inflação para menos de 10% ao ano e alavancou o PIB e a taxa de investimentos. Adotou uma política desenvolvimentista baseada no Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina - CEPAL.
II - Castelo Branco diminuiu o ritmo das obras públicas, cortou subsídios, dificultou o crédito e aumentou o número de falências e concordatas. Estimulou o crescimento do Produto Nacional Bruto, dando incentivos fiscais, de crédito e cambiais aos setores exportadores e fez aprovar a lei de remessas de lucro.
III - Contrapondo-se ao governo João Goulart, deposto pelo golpe de 1964, Castelo Branco reeditou a estabilidade no emprego e extinguiu o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Assim, conseguiu diminuir a inflação e o custo de vida, já que o desemprego e a capacidade ociosa das indústrias diminuíram.
IV - A construção civil e a indústria de bens de consumo duráveis eram os setores mais dinâmicos da economia. A pecuária e a agricultura de exportação expandiram-se. Já os bens de consumo não-duráveis, destinados à população de baixa renda, tiveram crescimento reduzido ou negativo.

Estão corretas apenas as proposições:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356795 História

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Sobre a inauguração de Brasília assinale a única alternativa INCORRETA.

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Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356790 História
O Tenentismo, movimento de militares do Exército Brasileiro entre 1922 e 1935, tratava da insatisfação de oficiais acerca de questões específicas da caserna, mas propunha reformar a estrutura de poder do país. Assinale a única alternativa INCORRETA
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356784 História
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Ideias e movimentos republcanos e federalistas pululavam pelo Brasil antes de 1889. Uma realeza incapaz delidarcom mudanças que o Brasil experimentava sucumbiu diante do primeiro golpe civilmilitar do país. Assinale a única alternativa INCORRETA
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Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356783 História
Sobre o movimento republicano no Brasil, é correto afirmar:
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Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356782 História
No século XIX, antes da abolição da escravidão, um escravo poderia ser livre pela alforria. Assim, saía da condição de cativo e adquiria o status de liberto. Assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Havia formas e momentos diversos para se alforriar um escravo. O batismo cristão, a morte do senhor e leis sobre a condição do cativo são exemplos de como obter a liberdade.
( ) A alforria, ou direito costumeiro, existiu desde a chegada dos primeiros escravos à colônia brasileira no século XVI. Era assim que o Estado mediava as conflitivas relações entre senhores e escravos.
( ) “Quartado” (ou coartado) era o escravo que pagava um valor, acordado com seu senhor, em prazo determinado e por meio de prestações para, então, obter sua alforria.
( ) A fim de obterem manumissões, os escravos lançavam mão de expedientes como a busca da liberdade nos tribunais ou estabelecendo relações próximas com seus senhores.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356780 História
Sobre as rebeliões regenciais é correto afirmar:
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Ano: 2011 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2011 - UEPB - Vestibular - HISTÓRIA - 2º DIA |
Q1356778 História
“Quando D. João partiu para o Brasil, a história de Portugal passou a ser escrita em dois cenários. Do Rio de Janeiro, o príncipe regente fazia o governo funcionar. Mas, na vida de quem ficou para trás, a ocupação pelas tropas napoleônicas gerou um período de instabilidade, resistência e violência”. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 5. nº 55. Abril/2010.
Como se sabe, a corte lusa veio para o Brasil após a entrada das tropas napoleônicas (1807) em Portugal. Marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em 1807, os franceses invadiram Portugal comandados pelo general Jean-Andoche Junot, que tomou o poder se valendo da fuga de D. João para o Brasil e da nomeação de uma regência que governaria na ausência do rei. Em 1808 levantes populares, apoiados pelo clero e pela nobreza, levaram os franceses a reprimirem os grupos revoltosos.
( ) Contrariando Napoleão, o general Junot não extinguiu a Casa de Bragança, não nomeou um Conselho para governar e não aboliu os brasões e as forças armadas de Portugal. Isso levou Napoleão a destituir Junot e chamá-lo de volta à França.
( ) Portugal contava com o apoio britânico para resistir aos franceses. Mas as tropas prometidas e a pressão diplomática sobre Napoleão eram só promessas. Os ingleses apenas municiaram as milícias que combatiam os franceses e se dedicaram a pressionar D. João a abrir os portos brasileiros para que enviassem suas mercadorias.
( ) Tendo a administração lusa como bizarra, os franceses reformaram o código civil português, introduziram o sistema representativo e a liberdade religiosa e investiram em uma coleta sistemática de impostos para enviar recursos ao Estado francês.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
1901: B
1902: E
1903: C
1904: E
1905: C
1906: B
1907: A
1908: D
1909: B
1910: B
1911: D
1912: D
1913: C
1914: A
1915: D
1916: B
1917: E
1918: D
1919: E
1920: C