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“Naquele julho de 1994, os brasileiros viviam uma dupla desconfiança. Enquanto a Seleção Brasileira disputava mais uma Copa do Mundo de futebol, na esperança de conquistar o tão sonhado tetracampeonato, depois de fracassos seguidos em edições anteriores, a nova moeda prometia vencer um adversário tão resistente quanto as grandes equipes que lutavam pela Copa do Mundo: a inflação, que resistia após o fracasso de seguidos planos econômicos”. Referência: CAMPOS, Alexandre. Plano Real completa 30 anos nesta segunda-feira. Agência Senado, publicado em 01/07/2024.
O Real, atual moeda do Brasil, foi implementado por meio de uma medida provisória do governo de Itamar Franco, em 30 de junho de 1994. A equipe econômica do então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, tinha como principal objetivo:
Referência: APOLINÁRIO, Juciene Ricarte; AMORIM, Maria Adelina. Multiplicidades de análises, escritas e aportes teóricos-metodológicos sobre a História Indígena no Brasil entre os séculos XVI e XIX. História (São Paulo), v. 40, 2021 (p. 1).
Sobre a dinâmica das Sociedades Indígenas durante a Colonização Portuguesa, analise as alternativas e assinale a verdadeira.
(Salomé com a cabeça de João Batista. Autor: Guido Reni. Data: aprox.1630-1635. Galeria Nacional Barberini Corsini, Roma, Itália)
(Carta ao velho mundo. Intervenção artística de Jaider Esbell 2018-2019. Disponível em https://www.itaucultural.org.br/conheca-artistas-indigenas-partici pam-bienal. Acesso em 18/11/2024.)
Transcrição do texto na segunda imagem: Carta ao Velho Mundo. Genocídio Indígena Brazil. A violência é um ciclo longo. Ordens antigas continuam ecoando e chegaram agora nas últimas florestas virgens do mundo. A ordem? Exterminar!
É correto afirmar que a segunda obra
(Adaptado de STARLING, Heloisa Maria Murgel. Silêncios da ditadura. Revista Maracanan, [S. l.], n. 12, p. 37–46, 2015. P. 43-44.)
A partir do texto e de seus conhecimentos, assinale a alternativa correta sobre as políticas da ditadura militar (1964-85) para as populações indígenas.
(Brasil. Presidente (1956-1961). Discursos selecionados do Presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2009. 68p.)
A construção da capital Brasília foi uma das realizações do governo de JK (1956-1961). Entre outras características desse período, destacam-se
A canção Aquarela do Brasil foi composta por Ari Barroso e lançada no ano de 1939. Sua letra permite identificar temas que guardam afinidades com a política cultural do Estado Novo, podendo ser destacada a
Os versos de Cecília Meireles, no Romanceiro da Inconfidência, remetem
“De 1930 em diante, foram criadas dezenas de comissões, instituições e órgãos de planejamento e/ou de promoção das atividades econômicas, notadamente as ligadas às atividades agrícolas e àquelas voltadas para a industrialização.”
MATTOS, Fernando Augusto Mansor de. A trajetória do emprego público no Brasil desde o início do século XX. Ensaios FEE, v.36, n.1, p.95, jun.2015.
No romance Os ratos, de Dyonélio Machado, o funcionalismo público configura-se como
ANDRADE, Manoel de Carvalho Paes de. Manifesto de proclamação da Confederação do Equador. Apud TORRES, João Camillo de Oliveira. A democracia coroada: Teoria política do Império do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1964. p.522 (Adaptado).
O excerto apresenta trecho do manifesto divulgado pelos rebeldes da Confederação do Equador (1824) e reage explicitamente
(Sônia Maria de Araújo Cintra. “José de Anchieta: um missionário singular do contexto ibero-americano no alvorecer do século XVI”. In: Gerson Damiani et al (orgs.). O mundo indígena na América Latina: olhares e perspectivas, 2022.)
Os termos do Tratado derivaram
Art. 1º. As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos, enseadas, ancoradouros, ou mares territoriais do Brasil, tendo a seu bordo escravos, cuja importação está proibida pela Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um, ou havendo-os desembarcado, serão apreendidas pelas autoridades, ou pelos navios de guerra brasileiros e consideradas importadoras de escravos.
Art. 4º. A importação de escravos no território do Império fica nele considerada como pirataria, e será punida pelos seus tribunais com as penas declaradas no artigo segundo da Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um. A tentativa e a cumplicidade serão punidas segundo as regras dos artigos trinta e quatro e trinta e cinco do Código Criminal.
Adaptado de http://www.historia.seed.pr.gov.br
O trecho se refere ao(à)
O Manifesto de Agosto de 1961 convocava a população goiana para a “resistência legalista, democrática e patriótica”. Caso a previsão da ditadura golpista fosse concretizada, o Palácio das Esmeraldas se transformaria em uma espécie de trincheira com os batalhões militares e de voluntários em derredor. As armas dos civis foram reunidas, uma rede de rádio foi montada para a comunicação. Até um plano de dinamitar as pontes que ligavam Goiás ao resto do território nacional foi imaginado, para o caso de ocorrer uma invasão territorial. Então o governador [Mauro Borges] ofereceu Goiânia para ser sede provisória do governo de Jango, deixando um avião à sua disposição.
QUADROS Eduardo. Seminário de Extensão do Curso de História da UEG. 28 de setembro de 2024. Disponível em: https://youtube.com/watch?v=LGUBXZvsX2A . Acesso em: 3 out. 2024.
Quando escreveu, no dia 13 de maio de 1964, ao primeiro presidente da ditadura militar, marechal Castello Branco, para tentar provar o alinhamento do Palácio das Esmeraldas com o regime que se iniciava, o governador Mauro Borges terminou sua defesa com as seguintes palavras: “Vossa Excelência removerá por certo as injúrias e, enfim, os menosprezos de toda ordem adredemente (intencionalmente) preparados contra o espírito da Revolução da qual – permita-me a imodéstia – fui parte integrante.”
Secretaria de Comunicação da UFG. A atuação de Mauro Borges no golpe de 64. Disponível em: https://secom.ufg.br/n/68451-a-atuacao-de-mauro-borges-nogolpe-de-64. Acesso em: 10 out. 2024.
Em relação aos excertos apresentados, conclui-se que
Provincia de Goyaz, Matutina Meiapontense, 11 de maio de 1830.
A Constituição de 1824, a primeira do Brasil, cuja efeméride de 200 anos é celebrada neste ano de 2024, é um dos marcos fundadores do Império e da Imprensa nacional. A historiadora Iara Souza afirma: “Vale ressaltar que entre as décadas de 1820 e de 1830, houve uma preocupação por parte do Estado em erigir as datas do Brasil, os marcos temporais da jovem nação, que exprimissem sua história e a conquista do direito de ser uma nação independente, regida por uma constituição própria [...] Na discussão sobre a criação de datas comemorativas do Brasil, na Assembléia Legislativa, em 1826, afirmou-se, a propósito do 12 de outubro, que ele encerra a particularidade de reunir os mais gloriosos fatos do Brasil: é o dia da fundação do império, e do nascimento do seu augusto fundador, e portanto próprio para ser solenizado pela nação”
SOUZA, Iara Lis Franco Schiavinatto Carvalho. Pátria coroada: o Brasil como corpo político autônomo - 1780-1831. São Paulo: UNESP, 1999. p. 252.
A Constituição de 1824 reconheceu e reforçou a importância da imprensa livre a toda nação que almeja, verdadeiramente, os princípios liberais e democráticos. A partir dos temas abordados acima, considera-se que
SANTOS, Rodrigo. Povos Originários – Goiás +300: Reflexão e Ressignificação, 2023, p. 34.
Sobre a chegada dos bandeirantes ao interior do Brasil, os contatos com povos originários de Goiás e a implantação sistemática da empresa colonial, verifica-se:
Leia o texto a seguir.
Como havia ordem de Vossa Majestade para esta Provedoria assistir as aldeias com o que lhe fosse necessário, aproveitaram, os ditos jesuítas, na administração que delas tinha [...] para fazerem um exorbitante roubo à Real Fazenda, e enviando réis de fingidas despesas.
CARTA do governador João Manuel à Corte. 29 de maio de 1760. In: PALACIN, L. Subversão e corrupção. Goiânia: Ed. da UFG, 1983. p. 14.
Na carta do governador da capitania de Goiás João Manuel à corte, percebe-se a intenção de apresentar a ordem jesuíta como sendo desonesta. O motivo político que explica essa atitude do governador foi
Leia o texto a seguir.
A história desse “I Congresso Nacional de Intelectuais”, realizado em Goiânia em 1954, pode ser assim resumida: derrubada a Ditadura e finda a Guerra Mundial, começam a agitar-se os escritores brasileiros, em vários Estados [...]. Então, para que se unissem, não somente os escritores, mas todos os intelectuais brasileiros, em vez de se realizar o “V Congresso de Escritores”, programou-se o “I Congresso Nacional de Intelectuais”, que conseguiu atingir os seus objetivos.
TELES, G. M. Estudos Goianos: A Poesia em Goiás. 2. ed. Goiânia: Editora da UFG, 1983. p. 135.
Em 2024 completam 70 anos da realização do I Congresso Nacional de Intelectuais, que contou com a participação de figuras importantes da cultura como Pablo Neruda, Jorge Amado e Lima Barreto. Politicamente, esse evento serviu para reafirmar
Em maio de 1977, um mês e um dia depois de fechar o Congresso e decretar o Pacote de Abril, o general presidente Ernesto Geisel disse a jornalistas franceses que o Brasil era uma democracia “relativa”. Na entrevista, Geisel negou a prática de torturas e assassinatos políticos no país.
(Adaptado de http://memorialdademocracia.com.br/card/pais-tem-de mocracia-relativa-diz-geisel. Acesso em: 23/08/20
Tendo em vista seus conhecimentos sobre o regime militar e considerando o texto acima, assinale a alternativa correta.