Questões de Vestibular
Comentadas sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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A Lei n. 581 do Império do Brasil, aprovada em 4 de setembro de 1850, conhecida como Lei Eusébio de Queiroz, extinguiu finalmente o tráfico de escravos africanos para o país, após mais de 30 anos de acordos não cumpridos com a Inglaterra.
(MATTOS, Hebe. Radicalização e cidadania no Império do Brasil. In.: CARVALHO, José Murilo, NEVES, Lucia M. Bastos (orgs.). Repensando o Brasil dos Oitocentos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 368.)
O fato de a proibição do tráfico no Brasil ser considerada tardia, se comparada a outros países, se deveu:
I. Eram redutos de negros fugidos, na maioria das vezes instalados em locais de difícil acesso, onde buscavam reproduzir a vida das sociedades tribais africanas. II. Eram comunidades isoladas de escravos alforriados que não admitiam a presença de não negros fugitivos e desenvolviam atividades de comércio no interior do Brasil. III. Eram refúgios de negros que acolhiam, também, brancos fugitivos da justiça e indígenas, entre os séculos XVI e XIX, na luta comum contra o dominador branco. IV. Desenvolveram-se nas regiões do nordeste e sudeste do país, exclusivamente, articulados aos interesses comerciais dos inimigos da Coroa Portuguesa. V. Resultaram da luta de escravos fugidos das regiões mineradoras a partir da Independência do Brasil, fundamentalmente, vinculados aos movimentos nativistas.
Marque a alternativa que contém as informações CORRETAS.
Leia atentamente o texto a seguir.
“Em 1887, o Marechal Hermes da Fonseca, um dos principais líderes do exército brasileiro, enviou um documento à Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, comunicando que os militares se recusariam, dali em diante, a perseguir escravos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel, Regente do Império na ausência do pai que se encontrava na Europa, assinou a Lei Áurea, libertando os escravos no Brasil.”
MOTA, Myriam Becho e BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Editora Moderna, 2005.
Sobre a vida dos ex-escravos após a abolição, assinale com V a afirmação verdadeira e com F, a falsa.
( ) Após a abolição, a vida dos negros sofreu
muitas alterações, uma vez que houve
planejamento para inseri-los na
sociedade.
( ) Alguns ex-escravos plantavam pequenas roças de subsistência e tentavam sobreviver dessa atividade.
( ) Como o mercado de trabalho não conseguiu absorver o contingente de libertos, foi grande o número de desempregados e subempregados.
( ) As elites da época consideravam os recém-libertos preguiçosos, malandros e vadios, juízos de valor ainda hoje transmitidos aos seus descendentes, em certa medida.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte
sequência:
(Lilia Moritz Schwarcz. Retrato em branco e negro, 1987.)
A redução da importância do trabalho escravo, ocorrida após 1870, deveu-se, entre outros fatores,

Sobre o Cangaço, podemos afirmar:
(Adaptado de Célia M. M. Azevedo, Abolicionismo: Estados Unidos e Brasil, uma história comparada (século XIX). São Paulo: Annablume, 2003, p. 205.)
Sobre o tema, é correto afirmar que:
Uma série de acontecimentos iria, contudo, reanimar as atividades industriais, no fim da década de sessenta.
O excerto refere-se ao conjunto de modificações históricas ocor- ridas no Brasil, no final do século XIX. Descreve, mais particularmente, a reforma na área econômica implementada pelo último gabinete do Império e pelo primeiro governo da República, que consistiu na;
Em meio à crise econômica e às convulsões sociais, a classe dominante brasileira mantinha firme seu objetivo de organizar um aparelho de estado capaz de impor sua autoridade em todo o território nacional. Para realizar seu projeto de dominação, era preciso garantir, a todo custo, a unidade territorial do País e rechaçar de todas as maneiras as forças sociais separatistas ou divisionistas que se organizavam na província. Nesse sentido, aconteceram várias revoltas políticas, “o vulcão da anarquia começava a devorar o império”, segundo declarava o padre Feijó, entre as quais se destacaram
O Barão de Mauá foi uma figura economicamente importante no período do Segundo Império. Construção de estradas de ferro e linha telegráfica para estabelecer a comunicação entre Brasil e Europa são destaques de sua intervenção na economia.
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 410-415.
Com relação às “outras forças” a que se refere o autor, analise os seguintes itens:
I. A política portuguesa, de potência bélica e portentosa, deliberada a levar sua hegemonia ao Rio da Prata a qualquer preço.
II. O uso das armas, no sentido de manter o “Brasil sulino” atado ao Brasil, posto que ali, periodicamente explodiam tensões e conflitos.
III. As várias tensões e disputas naquela região, que levaram o Brasil a uma unificação territorial com os países platinos.
É correto afirmar-se que se configuraram como forças de unificação os itens
I. O Golpe da Maioridade significou a antecipação da maioridade legal do herdeiro do trono, Pedro de Alcântara.
II. A criação do Clube da Maioridade foi importante para a articulação entre os partidos Liberal e Conservador.
III. Este ato teve como uma de suas consequências o retorno dos liberais ao poder, ainda que por pouco tempo.
Está correto o que se afirma em
A entrada de imigrantes, principalmente italianos, para trabalhar nas lavouras de café, ocorreu de forma bastante diferenciada do trabalho escravo. Bons salários e boas condições de trabalho nas lavouras cafeeiras foram atrativos importantes para a vinda desses migrantes.