Questões de Vestibular
Comentadas sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, considerando a história do Brasil Império e, mais especificamente, os anos do chamado Período Regencial.
( ) Os anos da regência foram caracterizados por um processo de pacificação interna do império, com exceção de algumas importantes revoltas provocadas por elites regionais.
( ) O Ato Adicional, aprovado em 1834, dividiu constitucionalmente as competências do governo central e dos governos das províncias, conferindo-lhes maior autonomia. ( ) A guerra dos farrapos, que eclodiu durante a regência, é o exemplo de uma revolta liderada por uma elite regional, ainda que tenha contado com a participação de livres, pobres e escravizados.
( ) O período regencial teve fim com a coroação de D. Pedro II, quando ele atingiu a maioridade civil, aos 21 anos, conforme estabelecido pelas Ordenações Filipinas.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
Com base no excerto, a Cabanagem
Outro desafio foi o fim do tráfico negreiro internacional em 1850.
(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil império, 2019. Adaptado.)
As alternativas encontradas para superar, na segunda metade do século XIX, os “dois problemas cruciais” citados no excerto correspondem
"A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador e Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral Decretou e ela Sancionou a Lei seguinte:
Art. 1º Os filhos de mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de condição livre.
§ 1º Os ditos filhos menores ficarão sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criálos e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção ou de receber do Estado indenização de 600 mil réis ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos." (redação atualizada)
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim2040.htm.)
Sobre a Lei do Ventre Livre no Brasil, é correto afirmar que essa lei
“Não podia se conformar com a ideia da morte do presidente, o homem da moda, o ‘querido das moças’, o grande amigo do Ceará, que tantos benefícios fizera a essa província, mandando construir açudes no sertão, reconstruindo o passeio público, ativando as obras do porto, facilitando a emigração, prodigalizando esmolas, e, finalmente, introduzindo em Fortaleza certos costumes parisienses, como por exemplo, o sistema de passear a cavalo a chouto, de aparar a cauda aos animais de sela. Lembrava as qualidades do fidalgo paulista…”
CAMINHA, Adolfo. A Normalista. Rio de Janeiro: Editora Três, 1973. p. 180- 181. (Texto adaptado ao Novo Acordo Ortográfico)
O trecho em destaque, que trata da morte do presidente da província do Ceará, Antônio Caio Prado, se refere ao período da história correspondente
A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item.
Na segunda metade do século XIX, o interesse pelos mitos
fundadores do Brasil apresentou-se na ficção romântica a
partir de uma revisão crítica e desmistificadora de grandes
eventos históricos, como revoluções, batalhas e gestos
políticos.
A luta dos escravos pela liberdade na segunda metade do século XIX foi o primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Os escravos organizaram-se coletivamente para obter a liberdade, negociaram condições de trabalho, fizeram greves, recorreram à justiça para conseguir alforrias e para confrontar os senhores de diversas formas. Enfim, articularam uma cultura política complexa que ajudou a enterrar a sociedade senhorial-escravista.
CHALHOUB, S. O primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Livro de Resumos — XXI Simpósio Nacional de História. Niterói: UFF, 2001 (adaptado).
Na relação entre os movimentos abolicionista e operário, a atuação dos escravos, conforme descrita no texto, favoreceu a
(Trecho de reportagem publicada no jornal Gazeta de Campinas (1871)
Disponível em: http://eventoscopq.mackenzie.br/index.php/jor- nada/xvjornada/paper/viewPDFInterstitial/1388/1003 Acesso em: 29/05/2021
O trecho acima é parte de uma reportagem de um jornal da cidade de Campinas, repercutindo a aprovação da Lei do Ventre Livre em 1871. A posição do jornal e a própria aprovação da referida lei mostram que o processo de abolição da escravidão no Brasil foi
A partir do texto acima, é correto afirmar:
O Cólera estava na ordem do dia do Brasil de meados de 1800. Tendo em vista a profusão de relatos sobre seus dramáticos feitos na Europa e na Ásia, o desembarque dessa peste em terras brasileiras foi seguido de uma forte apreensão por parte das autoridades públicas, médicos e população em geral, a mais vitimada na ocasião. (ALEXANDRE, Jucieldo Ferreira. Quando o “anjo do extermínio” se aproxima de nós: representações sobre o cólera no semanário cratense O Araripe (1855-1864) p.128- Dissertação de mestrado apresentado ao programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de João Pessoa – UFPB, 2010).
Sobre a epidemia de Cólera na região do Cariri
cearense é errôneo afirmar:
BARBEIRO, Heródoto et al. História: volume único para o Ensino Médio (coleção de olho no mundo do trabalho). São Paulo: Scipione, 2004, p. 346-7.
O Movimento revoltoso, ocorrido em Pernambuco, em 1848, que foi influenciado por esses ideários europeus é denominado de
(Francisco M. P. Teixeira. História concisa do Brasil, 1993. Adaptado.)
Os “setores hegemônicos das elites” mencionados pelo historiador eram
Em 1831, a abdicação de D. Pedro I ao trono significou uma vitória das forças descentralizadoras, e houve o que se convencionou chamar de “experiência republicana”, tendo em vista a eleição direta de regentes, uma espécie de presidente da época, como foi o caso de Diogo de Feijó. No entanto, a abdicação não diminuiu o ímpeto separatista. Ao contrário, o período que se estendeu até 1848 foi caracterizado pelo avanço desse segmento. A elite imperial não só ordenou o massacre dos rebeldes das províncias como, também, procurou criar instituições que viabilizassem o projeto monárquico. Os intelectuais vinculados a esse projeto investiram, por sua vez, no combate aos movimentos separatistas, mostrando que os brasileiros constituíram uma nacionalidade com características próprias.
(DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. SP: Planeta do Brasil, 2010. p. 172. Adaptado.)
No contexto político, que se seguiu à abdicação de D. Pedro I (1831), verifica-se que as elites políticas brasileiras buscaram