Questões de Vestibular
Sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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Em meados de julho daquele ano de 1885, atento aos desdobramentos políticos do governo, Angelo Agostini criticou a proposta do imposto por meio de suas caricaturas. [...] No mês seguinte, em agosto, Agostini voltou a criticar a proposta, representando Saraiva assaltando o país com o referido imposto, como um criminoso.
CRUZ, I. Qual foi o destino do dinheiro do Fundo de Emancipação no pós-abolição? Projetos, protestos e disputas (1884-1890). Revista de História, São Paulo, 2024. p. 8.
As mencionadas caricaturas de Angelo Agostini fazem referência ao imposto adicional de 5%, a ser destinado ao projeto do Fundo de Emancipação, defendido por José Antonio Saraiva. O Fundo consistia em
Art. 1º. As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos, enseadas, ancoradouros, ou mares territoriais do Brasil, tendo a seu bordo escravos, cuja importação está proibida pela Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um, ou havendo-os desembarcado, serão apreendidas pelas autoridades, ou pelos navios de guerra brasileiros e consideradas importadoras de escravos.
Art. 4º. A importação de escravos no território do Império fica nele considerada como pirataria, e será punida pelos seus tribunais com as penas declaradas no artigo segundo da Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um. A tentativa e a cumplicidade serão punidas segundo as regras dos artigos trinta e quatro e trinta e cinco do Código Criminal.
Adaptado de http://www.historia.seed.pr.gov.br
O trecho se refere ao(à)
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, considerando a história do Brasil Império e, mais especificamente, os anos do chamado Período Regencial.
( ) Os anos da regência foram caracterizados por um processo de pacificação interna do império, com exceção de algumas importantes revoltas provocadas por elites regionais.
( ) O Ato Adicional, aprovado em 1834, dividiu constitucionalmente as competências do governo central e dos governos das províncias, conferindo-lhes maior autonomia. ( ) A guerra dos farrapos, que eclodiu durante a regência, é o exemplo de uma revolta liderada por uma elite regional, ainda que tenha contado com a participação de livres, pobres e escravizados.
( ) O período regencial teve fim com a coroação de D. Pedro II, quando ele atingiu a maioridade civil, aos 21 anos, conforme estabelecido pelas Ordenações Filipinas.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
Com base no excerto, a Cabanagem
Outro desafio foi o fim do tráfico negreiro internacional em 1850.
(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil império, 2019. Adaptado.)
As alternativas encontradas para superar, na segunda metade do século XIX, os “dois problemas cruciais” citados no excerto correspondem
A fotografia revela uma característica destacada do período:
(“Manifesto Republicano de 1870”. In: Reynaldo Xavier Carneiro Pessoa. A ideia republicana no Brasil através dos documentos, 1973. Adaptado.)
Esse manifesto foi publicado pela primeira vez no jornal “A República” em 3 de dezembro de 1870. A metáfora astronômica empregada pelos republicanos
( ) Diferentemente do caso brasileiro, o fim da escravidão nos Estados Unidos esteve ligado a uma cisão entre as elites: as do Norte associadas ao desenvolvimento de uma sociedade liberal e capitalista e as do Sul tendo na escravidão o sustentáculo de sua riqueza.
( ) No Brasil, depois de 1865, o ritmo do movimento inicial em direção à emancipação gradual foi acelerado por acontecimentos externos, incluindo a emancipação nos Estados Unidos e no Caribe espanhol e a Guerra do Paraguai.
( ) As sociedades pós-escravistas brasileira e norte-americana não elaboraram um projeto nítido de inserção política, econômica e social do negro, o que perpetuou culturalmente e economicamente a exclusão que antes se assentava por meio da escravidão.
As afirmativas são, respectivamente,
"A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador e Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral Decretou e ela Sancionou a Lei seguinte:
Art. 1º Os filhos de mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de condição livre.
§ 1º Os ditos filhos menores ficarão sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criálos e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção ou de receber do Estado indenização de 600 mil réis ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos." (redação atualizada)
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim2040.htm.)
Sobre a Lei do Ventre Livre no Brasil, é correto afirmar que essa lei
(Rafael F. dos Reis. “O papel das ferrovias no processo de expansão das fronteiras”. Anais do 2o Encontro Internacional História e Parcerias, 2019. Adaptado.)
Considerando o excerto, a expansão das ferrovias estava atrelada
“Não podia se conformar com a ideia da morte do presidente, o homem da moda, o ‘querido das moças’, o grande amigo do Ceará, que tantos benefícios fizera a essa província, mandando construir açudes no sertão, reconstruindo o passeio público, ativando as obras do porto, facilitando a emigração, prodigalizando esmolas, e, finalmente, introduzindo em Fortaleza certos costumes parisienses, como por exemplo, o sistema de passear a cavalo a chouto, de aparar a cauda aos animais de sela. Lembrava as qualidades do fidalgo paulista…”
CAMINHA, Adolfo. A Normalista. Rio de Janeiro: Editora Três, 1973. p. 180- 181. (Texto adaptado ao Novo Acordo Ortográfico)
O trecho em destaque, que trata da morte do presidente da província do Ceará, Antônio Caio Prado, se refere ao período da história correspondente
A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item.
Na segunda metade do século XIX, o interesse pelos mitos
fundadores do Brasil apresentou-se na ficção romântica a
partir de uma revisão crítica e desmistificadora de grandes
eventos históricos, como revoluções, batalhas e gestos
políticos.
A luta dos escravos pela liberdade na segunda metade do século XIX foi o primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Os escravos organizaram-se coletivamente para obter a liberdade, negociaram condições de trabalho, fizeram greves, recorreram à justiça para conseguir alforrias e para confrontar os senhores de diversas formas. Enfim, articularam uma cultura política complexa que ajudou a enterrar a sociedade senhorial-escravista.
CHALHOUB, S. O primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Livro de Resumos — XXI Simpósio Nacional de História. Niterói: UFF, 2001 (adaptado).
Na relação entre os movimentos abolicionista e operário, a atuação dos escravos, conforme descrita no texto, favoreceu a
(Trecho de reportagem publicada no jornal Gazeta de Campinas (1871)
Disponível em: http://eventoscopq.mackenzie.br/index.php/jor- nada/xvjornada/paper/viewPDFInterstitial/1388/1003 Acesso em: 29/05/2021
O trecho acima é parte de uma reportagem de um jornal da cidade de Campinas, repercutindo a aprovação da Lei do Ventre Livre em 1871. A posição do jornal e a própria aprovação da referida lei mostram que o processo de abolição da escravidão no Brasil foi
A partir do texto acima, é correto afirmar: