Questões de Vestibular
Comentadas sobre geografia econômica em geografia
Foram encontradas 483 questões
WEBER, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Editora Pioneira, 1999. p.12.
Segundo Max Weber, o estabelecimento de novas normas sociais foi possível graças
Leia o texto.
As bases materiais e políticas do mundo atual têm permitido uma revolução nas formas de circulação de dinheiro, criando assim novos modos de acumulação [...]. Novos instrumentos financeiros são incorporados ao território na forma de depósitos e de créditos ao consumo. A sociedade, assim, é chamada a consumir produtos financeiros, como poupanças de diversas espé- cies e mercadorias adquiridas com dinheiro antecipado. Com isso o sistema financeiro ganha duas vezes, pois dispõe de um dinheiro social nos bancos e lucra emprestando, como próprio, esse dinheiro social para o consumo.
(Milton Santos e Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001.)
São exemplos do processo de expansão do sistema financeiro no território brasileiro:
Leia o trecho da música “Nóis é jeca mais é jóia” de Juraildes da Cruz e Xangai para responder às questões de números 47 e 48.
Se farinha fosse americana
mandioca importada
banquete de bacana
era farinhada
Andam falando que nóis é caipora
qui nóis tem qui aprender ingrês
qui nóis tem qui fazê xuxéxu fóra
deixe de bestáge
nóis nem sabe o portuguêis
nóis somo é caipira pop
nóis entra na chuva e nem móia
meu ailóviú
nóis é jéca mais é jóia
Tiro bicho de pé com canivete
mais já tô na internet
nóis é jéca mais é jóia
A história dos vinte anos após 1973 é a de um mundo que perdeu suas referências e resvalou para a instabilidade e a crise. Só no início da década de 1990 encontramos o reconhecimento de que os problemas econômicos eram de fato piores que os da década de 1930. Em muitos aspectos, isso era intrigante. Por que deveria a economia mundial ter-se tornado menos estável?
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
A instabilidade econômica mundial nos anos 1970-1990, citada no texto, derivou, entre outros fatores,
A história dos vinte anos após 1973 é a de um mundo que perdeu suas referências e resvalou para a instabilidade e a crise. Só no início da década de 1990 encontramos o reconhecimento de que os problemas econômicos eram de fato piores que os da década de 1930. Em muitos aspectos, isso era intrigante. Por que deveria a economia mundial ter-se tornado menos estável?
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
Os problemas econômicos da década de 1930, citados no texto,
derivaram, entre outros fatores,
Um conjunto de escolas revelado pelo novo IDEB mostra que, com esforço e disciplina, dá para cumprir metas e alcançar a excelência.
Poucos indicadores são tão cruciais para o avanço do país quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), termômetro do ensino que produz a mais abrangente e precisa radiografia sobre a sala de aula brasileira. A última leva de dados, divulgada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que houve avanços nos dois últimos anos, mas adverte - com festival de notas vermelhas para estados, municípios e escolas - que a distância entre o Brasil e os melhores do mundo é ainda longa.
A carência de investimento na educação básica permite inferir que, no futuro, pode ocorrer uma redução cada vez maior na disponibilidade de mão de obra qualificada na dinâmica econômica do país.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
O termo economia verde evidenciado nos temas debatidos na conferência refere-se ao aumento da produção de alimentos para a erradicação da pobreza no mundo.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Muitas discussões, em conferências internacionais ambientais, não são colocadas em prática em função de diferentes interesses políticos e econômicos dos países participantes.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
Infere-se do texto que o Brasil deve deixar de comercializar produtos primários e investir, maciçamente, em tecnologia como forma de aumentar o superavit da balança comercial.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
O valor agregado aos produtos comercializados pelo Brasil está diretamente relacionado à modernização e à tecnologia implementadas no processo produtivo.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
O mercado de commodities corresponde aos produtos de alta tecnologia exportados pelas nações em desenvolvimento que se destacam na economia global.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
A crise do mercado imobiliário americano (subprime) foi provocada pela elevada inadimplência dos tomadores desse tipo de crédito que, até o instante da crise, estava bastante disponível na economia norte-americana.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
Por deficit e superavit compreende-se, respectivamente, crédito e débito na balança comercial de um país.
A crise por que passa a Europa é quase sempre apresentada em termos dos países que ganham ou perdem: quais Estados endividados foram lançados para a periferia, com uma correspondente perda de soberania; e quais os “membros centrais” da UE que, liderados pela Alemanha, mostraram sua força. Mas uma cisão demográfica potencialmente mais perigosa começa a se abrir na União Europeia: é a linha que divide não as nações individualmente, mas sim gerações inteiras. O novo estopim é o espectro do desemprego juvenil, que tem o potencial desestabilizador de colocar os europeus jovens contra os velhos, ou os “ricos” de hoje contra os “pobres” de amanhã. Por toda a Europa, há a sensação inevitável de que as leis demográficas estão se voltando brutalmente contra os jovens.
(Política Externa, março/abril/maio 2012.)
Sobre a crise europeia, é correto afirmar:

Um dos problemas relatados no texto está relacionado com
I. Embora o modelo econômico adotado pela grande maioria dos países industrializados produza bens de consumo sem a preocupação de atender as necessidades dos seus habitantes, as empresas transnacionais utilizam os recursos naturais de forma sustentável.
II. A industrialização acelerou o emprego de matérias-primas retiradas de oceanos, florestas e até mesmo de áreas semidesérticas, muitas vezes sem preocupação com a sustentabilidade.
III. Fazemos parte de uma sociedade solidária, que valoriza os diferentes tipos de produção porque procura ser democrática no acesso aos bens de consumo, estendendo-os a todos que fazem parte dela.
IV. A utilização racional e sustentável dos recursos naturais tornou-se fundamental para a manutenção da cadeia alimentar, já que favorece a sobrevivência das espécies que vivem na Terra.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A proporção de mulheres no mercado de trabalho diminuiu nesta década.
II. A remuneração média das mulheres é inferior à recebida pelos homens.
III. A participação feminina nos serviços domésticos é menor do que a masculina.
É valido o que se afirma em