Questões de Vestibular
Comentadas sobre geografia econômica em geografia
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Com relação à economia brasileira e sua dinâmica abordada no texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
Por deficit e superavit compreende-se, respectivamente, crédito e débito na balança comercial de um país.

Indique a alternativa que NÃO representa um dos fatores associados à crise financeira global, iniciada em 2008, nos Estados Unidos:
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: PAZ e TERRA, 2010. p. 39.
A revolução tecnológica redefiniu a produção do espaço geográfico, em suas múltiplas escalas e dimensões. Dentre as diversas repercussões deste processo, pode-se considera
I – A internacionalização dos problemas ambientais durante a 2ª Revolução Industrial foi uma consequência das disputas interimperialistas ocorridas a partir da unificação alemã e italiana, que se constituíram como novos países capitalistas.
II – O espaço geográfico mundial, após a crise de 1929, teve uma intensa reorganização produtiva, considerando a aplicação da política de bem estar social, o taylorismo/ fordismo e o just in time, estruturas administrativas que possibilitam a produção/reprodução ampliada do capital.
III – Os problemas da organização do espaço geográfico tem relação direta com as categorias de analise central da geografia, como paisagem, região, espaço, território e lugar, sendo estes, em muitos momentos, adjetivados como meio ambiente.
IV – A produção em série e o consumo de massa, implantados com o New Deal, estão na base da crise pela qual passa a economia americana nos dias atuais.
São corretas:
É correto afirmar que
LIMA, Luiz Cruz. “Redes de integração do território cearense: dos caminhos da pecuária às estradas virtuais.” 2007. p. 39-40. SILVA, J. B. et al (org.). Ceará: um novo olhar geográfico. 2a edição. Fortaleza: Ed. Demócrito Rocha, 2007.
O sistema capitalista (re)insere os espaços acima citados, no cenário produtivo,
I. Na modernidade, o conceito de riqueza é trocado pelo conceito de valor. A natureza e o trabalho tornam-se fatores que se definem pelo seu valor monetário.
II. A passagem de uma sociedade que produz para subsistência para uma sociedade que produz para o mercado se dá através do desenvolvimento das atividades técnicas, com as quais se organizam as relações de transformação da natureza pelo homem.
III. Nas sociedades antigas, a riqueza era entendida como o próprio trabalho. Portanto, a natureza não seria a principal fonte originária da riqueza.
É correto o que se afirma somente em
Adaptado de SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2010.
A estabilidade mencionada no texto foi proporcionada pela condição socioeconômica e pelo modelo de organização do Estado identificados em:
WEBER, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Editora Pioneira, 1999. p.12.
Segundo Max Weber, o estabelecimento de novas normas sociais foi possível graças
Leia o texto.
As bases materiais e políticas do mundo atual têm permitido uma revolução nas formas de circulação de dinheiro, criando assim novos modos de acumulação [...]. Novos instrumentos financeiros são incorporados ao território na forma de depósitos e de créditos ao consumo. A sociedade, assim, é chamada a consumir produtos financeiros, como poupanças de diversas espé- cies e mercadorias adquiridas com dinheiro antecipado. Com isso o sistema financeiro ganha duas vezes, pois dispõe de um dinheiro social nos bancos e lucra emprestando, como próprio, esse dinheiro social para o consumo.
(Milton Santos e Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001.)
São exemplos do processo de expansão do sistema financeiro no território brasileiro:
Leia o trecho da música “Nóis é jeca mais é jóia” de Juraildes da Cruz e Xangai para responder às questões de números 47 e 48.
Se farinha fosse americana
mandioca importada
banquete de bacana
era farinhada
Andam falando que nóis é caipora
qui nóis tem qui aprender ingrês
qui nóis tem qui fazê xuxéxu fóra
deixe de bestáge
nóis nem sabe o portuguêis
nóis somo é caipira pop
nóis entra na chuva e nem móia
meu ailóviú
nóis é jéca mais é jóia
Tiro bicho de pé com canivete
mais já tô na internet
nóis é jéca mais é jóia
A história dos vinte anos após 1973 é a de um mundo que perdeu suas referências e resvalou para a instabilidade e a crise. Só no início da década de 1990 encontramos o reconhecimento de que os problemas econômicos eram de fato piores que os da década de 1930. Em muitos aspectos, isso era intrigante. Por que deveria a economia mundial ter-se tornado menos estável?
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
A instabilidade econômica mundial nos anos 1970-1990, citada no texto, derivou, entre outros fatores,
A história dos vinte anos após 1973 é a de um mundo que perdeu suas referências e resvalou para a instabilidade e a crise. Só no início da década de 1990 encontramos o reconhecimento de que os problemas econômicos eram de fato piores que os da década de 1930. Em muitos aspectos, isso era intrigante. Por que deveria a economia mundial ter-se tornado menos estável?
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
Os problemas econômicos da década de 1930, citados no texto,
derivaram, entre outros fatores,
Um conjunto de escolas revelado pelo novo IDEB mostra que, com esforço e disciplina, dá para cumprir metas e alcançar a excelência.
Poucos indicadores são tão cruciais para o avanço do país quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), termômetro do ensino que produz a mais abrangente e precisa radiografia sobre a sala de aula brasileira. A última leva de dados, divulgada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que houve avanços nos dois últimos anos, mas adverte - com festival de notas vermelhas para estados, municípios e escolas - que a distância entre o Brasil e os melhores do mundo é ainda longa.
A carência de investimento na educação básica permite inferir que, no futuro, pode ocorrer uma redução cada vez maior na disponibilidade de mão de obra qualificada na dinâmica econômica do país.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
O termo economia verde evidenciado nos temas debatidos na conferência refere-se ao aumento da produção de alimentos para a erradicação da pobreza no mundo.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Muitas discussões, em conferências internacionais ambientais, não são colocadas em prática em função de diferentes interesses políticos e econômicos dos países participantes.