Questões de Vestibular Sobre o que é a filosofia em filosofia

Questões Discursivas

Foram encontradas 94 questões

Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200565 Filosofia
    De acordo com Santo Agostinho, as coisas ou verdades eternas que o ser humano conhece somente por meio da inteligência, sem intervenção dos sentidos, tonam-se “visíveis” para a inteligência por meio de uma “luz divina” que, procedendo da inteligência de Deus, capacita a mente humana para que veja as características de imutabilidade e necessidade das ideias eternas, imprimindo, ao mesmo tempo, essas ideias na alma.

SARANYANA, J. I. A filosofia medieval. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, 2006. p. 77.

De acordo com a teoria da iluminação de Santo Agostinho (354-430), a luz divina é  
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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200564 Filosofia
    De fato, os seres humanos começaram a filosofar, agora, como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores, por exemplo, os problemas relativos aos fenômenos da lua e do sol e dos astros ou os problemas da geração de todo o universo. Ora, quem experimenta uma sensação de dúvida e de admiração reconhece que não sabe, e é por isso que aquele que ama o mito é, de certo modo, filósofo: o mito, com efeito, é constituído de coisas admiráveis.

ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Loyola, 2014. p.11.

De acordo com o texto, a filosofia se originou na Grécia 
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Q4130242 Filosofia
O excerto a seguir trata das origens do pensamento filosófico grego, contemplando diferenças entre os discursos mítico e filosófico. Leia-o com atenção.

“[...] É precisamente aqui, quando a formação do cosmo físico está completa, que se dá uma mudança significativa na história de Hesíodo. A cosmogonia não é um mito, ou melhor, já não é um mito. Avançou tanto no caminho da racionalização que apenas uma divisória muito fina a separa dos primeiros sistemas jônicos”.

CORNFORD, F. M. Principium Sapientiae: As Origens do Pensamento Filosófico Grego. Tradução de Maria Manuela Rocheta dos Santos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989, p. 324.

Assinale a opção que corretamente explica a abordagem de Francis Cornford esboçada no excerto.
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Q3857513 Filosofia

O ponto de partida da filosofia autêntica encontra-se no espanto, na admiração ou na angústia. Uma fissura manifesta-se na existência; é preciso cimentar a brecha da dúvida. O pensamento vem e põe ordem na desordem. Chamam--se filosofia os primeiros princípios que traduzem a justificação que a pessoa se dá sobre seu lugar no mundo. O que a reflexão procura é sempre um estado de paz, princípio de uma orientação ontológica em fé da qual o homem se encontra à vontade na sua paisagem. Neste sentido, a função da filosofia não é diferente da do mito. O mito é a primeira forma desta adaptação espiritual da comunidade humana ao seu contorno. O pensador, uma vez rompida a consciência coletiva, retoma-o por sua conta, com os meios acrescidos da reflexão.


(Georges Gusdorf. Mito e metafísica, 1979. Adaptado.)


Com base no excerto, a relação entre mito e filosofia pode ser compreendida como a


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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Vestibular - Conhecimentos Gerais V1 |
Q4211621 Filosofia
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“Quem negaria que os futuros ainda não são? Mas já está na mente a espera dos futuros. E quem negaria que os passados já não são? Todavia, ainda está na mente a memória dos passados. E quem negaria que o tempo presente não tem extensão temporal, porque passa em um instante? Todavia, perdura a atenção, pela qual o que está presente se encaminha para a ausência.”
Agostinho de Hipona. Confissões.

Ao propor uma aproximação entre a fala da personagem Calvin no quadrinho e o trecho citado das Confissões de Agostinho, é possível encontrar semelhanças com relação à descrição do tempo e sua compreensão filosófica. Dentre as afirmativas a seguir, qual delas pode ser considerada verdadeira para ambos os casos? 
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510151 Filosofia
Filosofia e sociologia são duas importantes formas de conhecimento. A filosofia expressa um saber marcado pela formulação de questionamentos acerca da realidade e fundado na reflexão e na abstração. No decorrer da história, o pensamento científico – metódico, sistemático e com a pretensão de ser objetivo e neutro – colocou-se como um tipo de pensamento dominante. Mas nem por isso o pensamento filosófico foi descartado, já que ele constituiu as bases para o desenvolvimento do pensamento científico e segue sendo relevante para questionar a realidade que nos cerca, naquilo que é entendido como atitude filosófica. A origem da sociologia, no século XIX, teve importante influência do pensamento filosófico, pois
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510150 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Desde que há Estado – da cidade grega às burocracias contemporâneas – a ideia de verdade sempre se voltou, finalmente, para o lado dos poderes [...]. Por conseguinte, a contribuição específica da Filosofia que se coloca ao serviço da liberdade, de todas as liberdades, é a de minar, pelas análises que ela opera e pelas ações que desencadeia, as instituições repressivas e simplificadoras: quer se trate da ciência, do ensino, da tradução, da pesquisa, da medicina, da família, da polícia, do fato carcerário, dos sistemas burocráticos, o que importa é fazer aparecer a máscara, deslocá-la, arrancá-la [...].


CHÂTELET, François apud ARANHA, M. L. A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à Filosofia. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2013. p. 15.



Considerando-se as ideias presentes na citação apresentada, verifica-se que a Filosofia

 

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Q3247959 Filosofia
“Onde se afirma que a filosofia só se faz em alemão, Lélia [González (1935-1994)] afirma o pretuguês e o complexo não de Édipo, mas do alemão, como modo de subverter e rir, por que não, do que a norma culta cultua, pretensamente erudita, porque eurodita. Nessa ‘chamada América Latina que, na verdade, é muito mais ameríndia e amefricana do que outra coisa’ (Gonzalez, 1988), como saca Lélia, negrita-se o necessário compromisso de aproximar-se de outros referenciais para forjar uma filosofia capaz de pensar as questões que nos afetam desde as experiências situadas de reexistência da práxis negro-indígena, historicamente anuladas e deslegitimadas.”

REIS, Diego dos Santos. Lélia Gonzalez, Por uma Filosofia Amefricana. Anais do IV Congresso de Pesquisadores/as Negros/as, 2023.

Segundo Diego dos Santos Reis, para a filósofa Lélia González,
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107504 Filosofia

    A IA está em seus passos iniciais e sua utilização se estende a vários campos do conhecimento e áreas de atuação profissional. Há certo consenso de que seus aspectos positivos, em si mesmos indiscutíveis, não encobrem possíveis problemas, sobretudo de ordem ética.


A partir dessas considerações, faça o que se pede no item seguinte, que é do tipo D. 


Discorra sobre uma questão ética que o uso da IA pode envolver no campo do conhecimento histórico.



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O espaço reservado acima é de uso opcional, para rascunho. Não se esqueça de transcrever sua resposta para o Caderno de Respostas.

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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107503 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

As discussões acerca das possibilidades de criação estética a partir do desenvolvimento dos recursos de IA envolvem os limites éticos para a aplicação desses recursos no campo das artes e das ciências. 
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107502 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

Os debates contemporâneos sobre IA e seus impactos articulam-se aos modos inorgânicos da realidade, ao passo que, em outras épocas, a problematização recaía sobre modos orgânicos de configuração desse fenômeno, ainda que sob distintas denominações.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107501 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

A racionalidade científica moderna funda-se na ideia de um sujeito racional apto ao desenvolvimento de sua autonomia, a partir da prevalência da sensibilidade sobre o mero entendimento da realidade.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107499 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

As preocupações filosóficas acerca das características do conhecimento e de suas possibilidades expressam-se desde a Antiguidade, no entanto a ausência de tecnologias naquele período da história impede a aproximação de tais reflexões aos fenômenos relativos à IA.
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Q3248258 Filosofia
A Lógica aristotélica, cujo objeto é prévio a todo conhecimento científico e filosófico, trata das regras do discurso
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Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100506 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Não há dúvida de que o trabalho de investigação que um dado paradigma permite torna-se uma contribuição duradoura para o corpo de conhecimento científico e técnico, mas os paradigmas eles próprios são com frequência postos de lado e substituídos por outros bastante incompatíveis com eles. Não podemos recorrer a noções de “verdade” ou “validade” a propósito dos paradigmas na tentativa de compreender a especial eficácia da investigação que a sua aceitação permite.


KUHN, Thomas S. A função do dogma na investigação científica. Trad. de Jorge Dias de Deus. Curitiba: UFPR. SCHLA, 2012, p. 39.



Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Thomas Kuhn, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2022 - UNESP - Vestibular |
Q4204783 Filosofia
Texto 1
Q56.png (329×405)
(Wesley Samp. www.depositodowes.com, 17.12.2008.)

Texto 2

    A concepção de real e virtual pensados como um contínuo se vê reforçada pela percepção de que um registro afeta o outro. Tal ideia é sustentada por autores que concebem a internet como uma ferramenta para veicular as subjetividades de nossa época, mas não só. […] Segundo Viganò, “o advento da internet contribui potencialmente para fazer da assim dita realidade virtual um elemento constitutivo da realidade social”.

(Flávia Hasky e Isabel Fortes. “Desconstruindo polarizações acerca da internet: entrelaçamentos entre os universos on-line e off-line”. Psicologia em Pesquisa, 2022.)

O contraste entre esses textos permite retomar, na atualidade, uma clássica questão filosófica, “o que é real?”, pois a 
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2022 - UNESP - Vestibular |
Q4204782 Filosofia
    Human beings are relentlessly capable of reflecting on themselves. We might do something out of habit, but then we can begin to reflect on the habit. We can habitually think things, and then reflect on what we are thinking. We can ask ourselves (or sometimes we get asked by other people) whether we know what we are talking about. To answer that we need to reflect on our own positions, our own understanding of what we are saying, our own sources of authority. Cosmologists have to pause from solving mathematical equations with the letter t in them, and ask what is meant, for instance, by the flow of time or the direction of time or the beginning of time. But at that point, whether they recognize it or not, they become philosophers.

(Simon Blackburn. Think: A compelling introduction to philosophy, 1999. Adaptado.)

No texto, o autor explicita a presença da atitude filosófica a partir
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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular 2023 |
Q2076574 Filosofia
A relação filosofia e tecnologia, ainda que seja um tema de reflexão que já ocorre há muito tempo, tem tomado espaço cada vez maior no mundo todo, devido ao gigantesco avanço da tecnologia, principalmente, pela maior dependência da humanidade em relação às ferramentas tecnológicas.
CUPANI, Alberto. Filosofia da Tecnologia. Um convite. Florianópolis: Editora da UFSC, 2016.
A relação filosofia e tecnologia exige que aquela assuma para si como desafio a (o)
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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2021 - UNESP - Vestibular - Cursos das Áreas de Biológicas |
Q4204467 Filosofia
     À primeira vista, porém, a arte do cinema aparenta ser demasiado simples e até mesmo estúpida. Vê-se o Rei dando um aperto de mão a um time de futebol; eis o iate de Sir Thomas Lipton; eis, enfim, Jack Horner vencendo o Grand National. Os olhos consomem tudo isso instantaneamente e o cérebro, agradavelmente excitado, põe-se a observar as coisas acontecerem sem se atarefar com nada. Mas qual é, pois, a sua surpresa ao ser, de repente, despertado em meio à sua agradável sonolência e chamado a prestar socorro? O olho está em apuros. Necessita de ajuda. Diz, então, ao cérebro: “Está ocorrendo algo que de modo algum posso entender. Tu me és necessário”. Juntos olham para o Rei, o barco, o cavalo e o cérebro; de imediato, vê que eles se revestiram de uma qualidade que não pertence à mera fotografia da vida mesma.

(Virginia Woolf. “O cinema”. Rapsódia, 2006. Adaptado.)

Com o surgimento da disciplina estética, no século XVIII, entendeu-se que a arte é capaz de produzir ajuizamentos. O texto aborda o tema por meio da constatação da autora de que 
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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2021 - UNESP - Vestibular - Cursos das Áreas de Biológicas |
Q4204466 Filosofia
     As certezas do homem comum, as verdades comuns da experiência cotidiana, os filósofos vivem-nas, por certo, e não as negam, enquanto homens. Mas, enquanto filósofos, não as assumem. Nesse sentido em que as desqualificam, pode-se dizer que as recusam. Desqualificação teórica, recusa filosófica, empreendidas em nome da racionalidade que postulam para a filosofia. Assim é que boa parte das filosofias opta por esquecer “metodologicamente” a visão comum do Mundo, recusando-se a integrá-la ao seu saber racional e teórico. Não podendo furtar-se, enquanto homens, à experiência do Mundo, não o reconhecem como filósofos. O Mundo não é, para eles, o universo reconhecido de seus discursos. Desconsiderando filosoficamente as verdades cotidianas, o bom senso, o senso comum, instauram de fato o dualismo do prático e do teórico, da vida e da razão filosófica. Instauram, consciente e propositadamente, o divórcio entre o homem comum que são e o filósofo que querem ser.

(Oswaldo Porchat Pereira. Rumo ao ceticismo, 2007. Adaptado.)

O “divórcio” entre o homem comum e o filósofo, segundo o autor, ocorre em função da
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Respostas
1: B
2: C
3: B
4: D
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6: E
7: A
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12: E
13: E
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19: B
20: B