Questões de Vestibular Sobre o que é a filosofia em filosofia

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Q4130242 Filosofia
O excerto a seguir trata das origens do pensamento filosófico grego, contemplando diferenças entre os discursos mítico e filosófico. Leia-o com atenção.

“[...] É precisamente aqui, quando a formação do cosmo físico está completa, que se dá uma mudança significativa na história de Hesíodo. A cosmogonia não é um mito, ou melhor, já não é um mito. Avançou tanto no caminho da racionalização que apenas uma divisória muito fina a separa dos primeiros sistemas jônicos”.

CORNFORD, F. M. Principium Sapientiae: As Origens do Pensamento Filosófico Grego. Tradução de Maria Manuela Rocheta dos Santos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989, p. 324.

Assinale a opção que corretamente explica a abordagem de Francis Cornford esboçada no excerto.
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Q3857513 Filosofia

O ponto de partida da filosofia autêntica encontra-se no espanto, na admiração ou na angústia. Uma fissura manifesta-se na existência; é preciso cimentar a brecha da dúvida. O pensamento vem e põe ordem na desordem. Chamam--se filosofia os primeiros princípios que traduzem a justificação que a pessoa se dá sobre seu lugar no mundo. O que a reflexão procura é sempre um estado de paz, princípio de uma orientação ontológica em fé da qual o homem se encontra à vontade na sua paisagem. Neste sentido, a função da filosofia não é diferente da do mito. O mito é a primeira forma desta adaptação espiritual da comunidade humana ao seu contorno. O pensador, uma vez rompida a consciência coletiva, retoma-o por sua conta, com os meios acrescidos da reflexão.


(Georges Gusdorf. Mito e metafísica, 1979. Adaptado.)


Com base no excerto, a relação entre mito e filosofia pode ser compreendida como a


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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510151 Filosofia
Filosofia e sociologia são duas importantes formas de conhecimento. A filosofia expressa um saber marcado pela formulação de questionamentos acerca da realidade e fundado na reflexão e na abstração. No decorrer da história, o pensamento científico – metódico, sistemático e com a pretensão de ser objetivo e neutro – colocou-se como um tipo de pensamento dominante. Mas nem por isso o pensamento filosófico foi descartado, já que ele constituiu as bases para o desenvolvimento do pensamento científico e segue sendo relevante para questionar a realidade que nos cerca, naquilo que é entendido como atitude filosófica. A origem da sociologia, no século XIX, teve importante influência do pensamento filosófico, pois
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510150 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Desde que há Estado – da cidade grega às burocracias contemporâneas – a ideia de verdade sempre se voltou, finalmente, para o lado dos poderes [...]. Por conseguinte, a contribuição específica da Filosofia que se coloca ao serviço da liberdade, de todas as liberdades, é a de minar, pelas análises que ela opera e pelas ações que desencadeia, as instituições repressivas e simplificadoras: quer se trate da ciência, do ensino, da tradução, da pesquisa, da medicina, da família, da polícia, do fato carcerário, dos sistemas burocráticos, o que importa é fazer aparecer a máscara, deslocá-la, arrancá-la [...].


CHÂTELET, François apud ARANHA, M. L. A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à Filosofia. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2013. p. 15.



Considerando-se as ideias presentes na citação apresentada, verifica-se que a Filosofia

 

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Q3247959 Filosofia
“Onde se afirma que a filosofia só se faz em alemão, Lélia [González (1935-1994)] afirma o pretuguês e o complexo não de Édipo, mas do alemão, como modo de subverter e rir, por que não, do que a norma culta cultua, pretensamente erudita, porque eurodita. Nessa ‘chamada América Latina que, na verdade, é muito mais ameríndia e amefricana do que outra coisa’ (Gonzalez, 1988), como saca Lélia, negrita-se o necessário compromisso de aproximar-se de outros referenciais para forjar uma filosofia capaz de pensar as questões que nos afetam desde as experiências situadas de reexistência da práxis negro-indígena, historicamente anuladas e deslegitimadas.”

REIS, Diego dos Santos. Lélia Gonzalez, Por uma Filosofia Amefricana. Anais do IV Congresso de Pesquisadores/as Negros/as, 2023.

Segundo Diego dos Santos Reis, para a filósofa Lélia González,
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107504 Filosofia

    A IA está em seus passos iniciais e sua utilização se estende a vários campos do conhecimento e áreas de atuação profissional. Há certo consenso de que seus aspectos positivos, em si mesmos indiscutíveis, não encobrem possíveis problemas, sobretudo de ordem ética.


A partir dessas considerações, faça o que se pede no item seguinte, que é do tipo D. 


Discorra sobre uma questão ética que o uso da IA pode envolver no campo do conhecimento histórico.



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O espaço reservado acima é de uso opcional, para rascunho. Não se esqueça de transcrever sua resposta para o Caderno de Respostas.

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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107503 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

As discussões acerca das possibilidades de criação estética a partir do desenvolvimento dos recursos de IA envolvem os limites éticos para a aplicação desses recursos no campo das artes e das ciências. 
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107502 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

Os debates contemporâneos sobre IA e seus impactos articulam-se aos modos inorgânicos da realidade, ao passo que, em outras épocas, a problematização recaía sobre modos orgânicos de configuração desse fenômeno, ainda que sob distintas denominações.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107501 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

A racionalidade científica moderna funda-se na ideia de um sujeito racional apto ao desenvolvimento de sua autonomia, a partir da prevalência da sensibilidade sobre o mero entendimento da realidade.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107500 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

É possível articular questionamentos que estão presentes no pensamento de Descartes às temáticas atuais relativas às implicações do uso da IA na vida, nas ciências e nas artes.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107499 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

As preocupações filosóficas acerca das características do conhecimento e de suas possibilidades expressam-se desde a Antiguidade, no entanto a ausência de tecnologias naquele período da história impede a aproximação de tais reflexões aos fenômenos relativos à IA.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3107498 Filosofia
     Enquanto mais de dez mil artigos publicados em jornais científicos tiveram de ser retirados por usos indevidos/inadequados de inteligência artificial (IA) por motivos distintos, o artigo publicado pela Frontiers in Cel l and Developmental Biology, no mês de fevereiro, chamou atenção devido a ilustrações que, produzidas com IA, continham uma série de erros de proporção e de informação.

         (...)

      O projeto de racionalidade apresentado por Platão pretendeu colocar o exame da verdade sobre os fatos no lugar das fantasias e interpretações — mais comuns no território da poética. Houve, desde este momento um discurso de autoridade evocada para si (e para o projeto científico definido pela investigação de como as coisas são) e uma marginalização da poiesis como se não houvesse ciência na criação e como se a práxis também não fosse composta de invenções, intuições e emoções.

    Já na racionalidade científica moderna, cujo precursor é Descartes, a distinção entre corpo e mente, sentidos e razão, confere à teoria um lugar hierarquicamente mais elevado do que o lugar da experiência sensorial, o que dá à pesquisa empírica caráter secundário, via de regra abrindo precedentes para sua interpretação como algo que é menos culto. 


Elen Nas. Usos da IA em pesquisa científica: entre a ética e a estética. In : Jornal da USP (com adaptações). 
Tendo como referência inicial o trecho de artigo precedente, que versa sobre inteligência artificial e filosofia, julgue o item a seguir.

A condição de infalibilidade da IA é o que a aproxima tanto das teses platônicas sobre a constituição lógica da verdade, quanto do método científico inaugurado por Descartes.
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Q3248258 Filosofia
A Lógica aristotélica, cujo objeto é prévio a todo conhecimento científico e filosófico, trata das regras do discurso
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Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100506 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Não há dúvida de que o trabalho de investigação que um dado paradigma permite torna-se uma contribuição duradoura para o corpo de conhecimento científico e técnico, mas os paradigmas eles próprios são com frequência postos de lado e substituídos por outros bastante incompatíveis com eles. Não podemos recorrer a noções de “verdade” ou “validade” a propósito dos paradigmas na tentativa de compreender a especial eficácia da investigação que a sua aceitação permite.


KUHN, Thomas S. A função do dogma na investigação científica. Trad. de Jorge Dias de Deus. Curitiba: UFPR. SCHLA, 2012, p. 39.



Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Thomas Kuhn, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular 2023 |
Q2076574 Filosofia
A relação filosofia e tecnologia, ainda que seja um tema de reflexão que já ocorre há muito tempo, tem tomado espaço cada vez maior no mundo todo, devido ao gigantesco avanço da tecnologia, principalmente, pela maior dependência da humanidade em relação às ferramentas tecnológicas.
CUPANI, Alberto. Filosofia da Tecnologia. Um convite. Florianópolis: Editora da UFSC, 2016.
A relação filosofia e tecnologia exige que aquela assuma para si como desafio a (o)
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Ano: 2021 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2021 - UECE - Prova de Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q1853954 Filosofia

Leia com atenção o seguinte diálogo entre Galileu e o garoto Andrea, personagens da peça Vida de Galileu (1938-39), do dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956):


“GALILEU – Você entendeu o que eu lhe expliquei ontem?

ANDREA – O quê? Aquela história de Copérnico e da rotação da Terra?

GALILEU – É.

ANDREA – Por que o senhor quer que eu entenda? É muito difícil, e eu ainda não fiz onze anos, vou fazer em outubro.

GALILEU – Mas eu quero que você entenda. É para que se entendam essas coisas que eu trabalho e compro livros caros em vez de pagar o leiteiro.

ANDREA – Mas eu vejo que o Sol de noite não está onde estava de manhã. Quer dizer que ele não pode ficar parado! Nunca, jamais...

GALILEU – Você vê?! O que você vê? Você não vê nada! Você arregala os olhos, mas arregalar os olhos não é ver.

Galileu põe a bacia de ferro no centro do quarto e diz:

GALILEU – Bem, isto é o Sol (aponta para a bacia).

Sente-se aí (aponta para a cadeira).

Andrea se senta na única cadeira, tendo a bacia à sua esquerda; Galileu fica de pé, atrás dele, e pergunta:

GALILEU – Onde está o Sol, à direita ou à esquerda?

ANDREA – À esquerda.

GALILEU – Como fazer para ele passar para a direita?

ANDREA – O senhor carrega a bacia para a direita, claro.

GALILEU – E não tem outro jeito?

Galileu levanta Andrea e a cadeira do chão, coloca-os do outro lado da bacia e pergunta:

GALILEU – Agora, onde está o Sol?

ANDREA – À direita.

GALILEU – E ele se moveu?

ANDREA – Ele, não.

GALILEU – O que é que se moveu?

ANDREA – Eu.

GALILEU (gritando) – Errado, seu desatencioso! A cadeira! A cadeira se moveu!

ANDREA – Mas eu com ela!

GALILEU – Claro, a cadeira é a Terra. Você está em cima dela.”


BRECHT, B. A vida de Galileu. Trad. Roberto Schwartz. In: Bertolt Brecht. Teatro completo, vol. 6.– 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. Adaptado.


Com base no diálogo acima, é correto afirmar que, para o personagem Galileu, para compreender os fenômenos astronômicos acima discutidos, 

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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679751 Filosofia
Não deliberamos sobre as estações do ano, o movimento dos astros, a forma dos minerais ou dos vegetais. Não deliberamos e nem decidimos sobre aquilo que é regido pela Natureza, isto é, pela necessidade. Mas deliberamos e decidimos sobre tudo aquilo que, para ser e acontecer, depende de nossa vontade e de nossa ação. Não deliberamos e não decidimos sobre o necessário, pois o necessário é o que é e o que será sempre, independentemente de nós. Deliberamos e decidimos sobre o possível, isto é, sobre aquilo que pode ser ou deixar de ser, porque para ser e acontecer depende de nós, de nossa vontade e de nossa ação.
Marilena Chauí, Convite à Filosofia

O texto acima define um importante campo da ação humana, denominado
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 2º Fase - 1º Dia |
Q1675855 Filosofia
“A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às ideias da experiência cotidiana, ao que „todo mundo diz e pensa‟, ao estabelecido. A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos.”
Marilena Chauí – Convite à Filosofia
Assinale a alternativa que corresponde ao ato de filosofar, conforme a autora.
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 2º Fase - 1º Dia |
Q1675852 Filosofia

Observe a tirinha a seguir:

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Segundo ela, a filosofia

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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 2º Fase - 1º Dia |
Q1675851 Filosofia
Dentre algumas das características da filosofia, a partir da modernidade, encontramos a necessidade da crítica. O pensamento e a obra de Kant são um marco nos procedimentos críticos da filosofia.
Assinale a alternativa que corresponde à função da crítica na filosofia.
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: E
4: A
5: B
6: C
7: C
8: C
9: E
10: C
11: E
12: E
13: A
14: D
15: A
16: C
17: E
18: E
19: E
20: C