Questões de Vestibular Sobre conceitos filosóficos em filosofia

Foram encontradas 428 questões

Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535129 Filosofia

Cada cultura tem suas virtudes, seus vícios, seus conhecimentos, seus modos de vida, seus erros, suas ilusões. Na nossa atual era planetária, o mais importante é cada na- ção aspirar a integrar aquilo que as outras têm de melhor, e a buscar a simbiose do melhor de todas as culturas. A França deve ser considerada em sua história não somente segundo os ideais de Liberdade-Igualdade-Fraternidade promulgados por sua Revolução, mas também segundo o comportamento de uma potência que, como seus vizinhos europeus, praticou durante séculos a escravidão em massa, e em sua colonização oprimiu povos e negou suas aspirações à emancipação. Há uma barbárie europeia cuja cultura produziu o colonialismo e os totalitarismos fascistas, nazistas, comunistas. Devemos considerar uma cultura não somente segundo seus nobres ideais, mas também segundo sua maneira de camuflar sua barbárie sob esses ideais.

(Edgard Morin. Le Monde, 08.02.2012. Adaptado.)

No texto citado, o pensador contemporâneo Edgard Morin desenvolve

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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535128 Filosofia

A convite da Confederação Nacional de Seguros, instituição privada, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e do TST (Tribunal Superior do Trabalho) participaram de seminário em hotel de luxo no Guarujá (SP), no início de outubro. O evento, que aconteceu num hotel cinco estrelas, começou numa quinta-feira e prolongou-se até domingo. No período, as diárias variavam de R$ 688,00 a R$ 8.668,00. Além dos ministros, desembargadores e juízes de tribunais estaduais participaram do seminário. Foram discutidos assuntos de interesse dos anfitriões, como o julgamento de processos sobre previdência complementar e a boa-fé nos contratos de seguros.

(Folha de S.Paulo, 14.11.2011. Adaptado.)

A relevância jornalística do fato retratado pode ser relacionada a questões

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264551 Filosofia
Sobre estética, é correto afirmar que ela é

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264550 Filosofia
Sobre Filosofia e Ciência, é correto afirmar:

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264549 Filosofia
A Filosofia Marxista é também conhecida como filosofia
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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264548 Filosofia
São considerados filósofos contratualistas

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264547 Filosofia
Em relação à democracia, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A transparência deve fazer parte dos espaços democráticos.
( ) O poder autocrático é característica essencial dos regimes democráticos.
( ) A transparência nas ações políticas não é uma prerrogativa da democracia.
( ) O conflito e a abertura são componentes fundamentais dos processos democráticos.
( ) A produção cultural comumente é fomentada e faz parte das agendas dos governos democráticos.

Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica sequência correta, de cima para baixo, é a



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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264546 Filosofia
Nos estados teocráticos, o poder legítimo vem por meio da vontade.

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264545 Filosofia
Com relação à ética aplicada, é correto afirmar:

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264544 Filosofia
Vida moral e exercício da cidadania estão profundamente imbricados e são também uma exigência para o bem viver na contemporaneidade.

Com base nessa informação, é correto afirmar:

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264543 Filosofia
Sobre a crise da razão, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.

( ) A crise da razão é também uma crise da subjetividade.
( ) A Filosofia dos frankfurtianos não se insere no contexto da crise da razão.
( ) A descrença na razão iluminista é um dos pilares da crise da razão ocidental.
( ) A Fenomenologia é uma filosofia gestada no contexto da crise da razão ocidental.
( ) O pensamento de Foucault não se insere no contexto da crise da razão ocidental.

Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264542 Filosofia
Imagem 001.jpg

A partir do texto e dos conhecimentos sobre o tema, é cor afirmar:

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264541 Filosofia
Sobre o Realismo, é correto afirmar:

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264540 Filosofia
Sobre a filosofia antiga grega, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.

( ) O mundo das ideias perfeitas é criação filosófica dos sofistas.
( ) Sócrates, porque procurava a essência verdadeira das coisas, antecipa a teoria das ideias de Platão.
( ) A ética aristotélica implica uma reflexão sobre a conduta humana.
( ) O método socrático baseia-se em dois aspectos, a ironia e a maiêutica.
( ) Aristóteles foi discípulo de Platão e aceitou plenamente a Teoria das Ideias.

Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264539 Filosofia
A primeira escola filosófica grega é a de Mileto e seus principais representantes são Tales, Anaximandro e Anaxímenes.
Esses filósofos são considerados monistas, pois propõem

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264538 Filosofia
“O número é a essência de todo o existente. Toda a harmonia do cosmo é justificada pelos números”.

Essa frase está relacionada a

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Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264537 Filosofia
No período arcaico (séculos VIII a VI a.C.), na Grécia antiga, alguns fatos contribuíram para o processo de ruptura com o pensamento mítico e a emergência do pensamento filosófico.

Com base nessa informação, a alternativa que contém alguns desses fatos é a

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Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252785 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
Em análises fenomenológicas, como a de Heidegger, o ato de duvidar tem a mesma proeminência do ato de se angustiar, uma vez que, para esse autor, tanto a dúvida quanto a angústia pressupõem um objeto.

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Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252783 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
De acordo com as ideias do texto, a dúvida funciona, do ponto de vista lógico, como uma negação e satisfaz, assim, o princípio segundo o qual duas negações correspondem a uma afirmação.

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Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352398 Filosofia
O filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) afirma que o homem pode agir de boa-fé ou de má-fé no que diz respeito à justificativa de suas ações. Sartre define a boa-fé da seguinte maneira: “Quando declaro que a liberdade, através de cada situação concreta, não pode ter outro objetivo senão o de querer-se a si própria, quero dizer que, se alguma vez o homem reconhecer que está estabelecendo valores, em seu desamparo, ele não poderá mais desejar outra coisa a não ser a liberdade como fundamento de todos os valores. Isso não significa que ele a deseja abstratamente. Mas, simplesmente, que os atos dos homens de boa-fé possuem como derradeiro significado a procura da liberdade enquanto tal”. (SARTRE, J-P.. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1987, p. 19). Sobre o existencialismo, assinale o que for correto
O engajamento a uma situação concreta determina o conteúdo da escolha do homem, mas não determina como ele deve agir.
Alternativas
Respostas
281: D
282: B
283: A
284: A
285: B
286: E
287: D
288: B
289: E
290: E
291: C
292: E
293: A
294: D
295: A
296: C
297: E
298: E
299: E
300: C