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Q1366450 Matemática
Em um caminhão, que pode transportar no máximo 40 sacos de cimento ou 60 sacos de areia, serão colocados 25% de sua capacidade máxima com sacos de cimento e 2/3 do restante, com sacos de 3 areia. Qual o número de sacos de areia que serão transportados?
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Q1366451 Matemática Financeira
Adriana e Leonardo investiram R$ 20.000,00, sendo o 3/5 desse valor em uma aplicação que gerou lucro mensal de 4% ao mês durante dez meses. O restante foi investido em uma aplicação, que gerou um prejuízo mensal de 5% ao mês, durante o mesmo período. Ambas as aplicações foram feitas no sistema de juros simples.
Pode-se concluir que, no final desses dez meses, eles tiveram:
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Q1366453 Matemática Financeira
Hugo comprou um automóvel na promoção a seguir:
Promoção: 60% de entrada e saldo em 24 parcelas fixas sem juros, de R$850,000.
Qual o valor total, pago por Hugo, pelo automóvel?
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Q1366457 História
A última década do século XIX e os primeiros anos do século XX constituíram a fase áurea de exportação deste produto da Região Norte do país. Ainda em 1910, o Brasil exportava metade do total consumido no mundo.
(Adaptado do CÁCERES, Florival. História do Brasil, p. 234).
A afirmação refere-se ao(à):
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Q1366458 História
O livro de Fernando Morais deu origem ao filme de Jayme Monjardim que contou a estória de uma jovem judia alemã e militante comunista. Ela foi casada com Luis Carlos Prestes, participou da intentona Comunista e foi deportada pelo Governo do Estado Novo de Getúlio Vargas para um campo de concentração onde morreu na câmara de gás, após dar a luz à sua filha, hoje, a historiadora Anita Leocádia Prestes. O filme e a personagem retratada são, respectivamente:
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Q1366459 História e Geografia de Estados e Municípios
Situado a 25 quilômetros de Porto Velho/RO, constitui-se no mais famoso balneário da região, conhecido pelo campeonato anual de pesca.
(Adaptado do site da Prefeitura de Porto Velho/RO.)
O texto se refere a(ao):
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Q1366463 História
A Carteira de Trabalho, as férias e a criação da Justiça do Trabalho são conquistas trabalhistas presentes desde a Constituição de 1934, durante o governo de:
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Q1366466 História
Observe a imagem.
Imagem associada para resolução da questão

Esta é a capa de uma revista dos anos 30 do século XX. Nela aparece a saudação “Anauê” que identificava o grupo político:
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Q1366468 História
Há aproximadamente 23 anos, estudantes do antigo segundo grau (hoje ensino médio) e universitários saíram pelas ruas de todo o país vestidos de preto, com as caras pintadas de verde e amarelo, gritando [...] Acreditavam que iam derrubar, no grito, o primeiro presidente eleito democraticamente após anos de ditadura. Eles comemoraram quando a Câmara dos Deputados aprovou o processo de impeachment do presidente:
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Q1366469 Conhecimentos Gerais
Este órgão do Governo Federal é o principal executor da política indigenista. Sua missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no Brasil. Cabe a este órgão promover estudos de identificação, delimitação, demarcação, regularização fundiária e registro das terras tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas, além de monitorar e fiscalizar as terras indígenas e também coordenar e implementar as políticas de proteção aos povos indígenas isolados e recém-contatados. Aafirmação refere-se à(ao):
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Q1366470 História
A menos de 10 km do centro de Altamira, no Pará, está o marco zero da Transamazônica, desenhada para rasgar o norte do país [...] Em 1970, o presidente Médici aplaudiu a derrubada de uma árvore de 50 metros de altura. Ele descerrou a placa inaugural dizendo: “Nestas margens do Xingu, o presidente dá início à construção da Transamazônica, numa arrancada histórica para a conquista e a colonização deste gigantesco mundo verde”. [...] Agora, a vegetação rala já não encobre o sol. Altamira é um resíduo pobre e empoeirado de um devaneio de “conquista e colonização”.
(Adaptado de Folha de S. Paulo, Opinião, 16 dez. 2013).
De acordo com o texto, é correto afirmar que a Transamazônica:
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Q1366473 História e Geografia de Estados e Municípios
Dois terços do território de Rondônia é coberto pela Floresta Amazônica e o clima da região é:
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Q1366477 Português

Leia  o texto para responder à questão



                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

Com os exemplos apresentados nos três últimos parágrafos, o autor defende o ponto de vista de que
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Q1366479 Português

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                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

O termo portanto, destacado em – A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. (último parágrafo) – tem valor de
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Q1366480 Português

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                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

A concordância está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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Q1366481 Português

Leia  o texto para responder à questão



                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

O acento indicativo de crase está empregado corretamente, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, na seguinte frase relacionada ao texto:
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Q1366483 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                                     O Rio

  O homem viu o rio e se entusiasmou pela sua beleza. O rio corria pela planície, contornando árvores e molhando grandes pedras. Refletia o sol e era margeado por grama verde e macia.

  O homem pegou o rio e o levou para casa, esperando que, lá, ele lhe desse a mesma beleza. Mas o que aconteceu foi sua casa ser inundada e suas coisas levadas pela água.

  O homem devolveu o rio à planície. Agora quando lhe falam das belezas que antes admirava, ele diz que não se lembra. Não se lembra das planícies, das grandes pedras, dos reflexos do sol e da grama verde e macia. Lembra-se apenas da sua casa alagada e de suas coisas perdidas pela corrente.

                                                              (Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais, 1985)

Com relação ao rio, a casa, em contraste com planície, está corretamente interpretada como símbolo de

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Q1366486 Direito Constitucional
A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão restrição, observado o disposto na Constituição Federal, que
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Q1366487 Direito Constitucional
Para possibilitar a ampla proteção ao meio ambiente, a Constituição Federal previu diversas regras que, dentre outras, pode-se afirmar como correto que
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Q1366488 Direito Constitucional
Nos termos do que prescreve a Constituição Federal em relação à assistência social, é correto afirmar que
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Respostas
1: D
2: E
3: A
4: A
5: E
6: E
7: D
8: D
9: B
10: D
11: D
12: B
13: C
14: E
15: A
16: C
17: D
18: C
19: A
20: B