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Observe a figura a seguir.

A arte é um dos aspectos mais ricos e significativos da produção humana, ela acompanha o homem desde seus primórdios. De tão expressivo, está presente nas mais variadas formas, aspectos e lugares, tamanha a preocupação do homem com o aspecto estético nas suas realizações. Neste contexto, as edificações também sofreram transformações no decorrer dos tempos. Por isso, ao se observar os detalhes e as características arquitetônicas da imagem, logo se deduz que ela é referente a uma Igreja, devido ao seu formato, tamanho e imponência. Analisando a imagem, pode-se afirmar que o movimento artístico com o qual ela se identifica é o
O período entre o século IV e XVI é tradicionalmente conhecido por Idade das Trevas, Idade da Fé ou, com mais frequência, Idade Média. Todos esses rótulos pejorativos escondem a importância daquela época, na qual surgiram os traços essenciais da civilização ocidental. Países surgidos depois daquela fase histórica – caso do Brasil, por exemplo – têm muito mais de medieval do que à primeira vista possa parecer. Olhar para a Idade Média é estabelecer contato com coisas que nos são, ao mesmo tempo, familiares e estranhas, é resgatar uma infância longínqua que tendemos a negar, mas da qual, somos produto. De fato, para o homem do Ocidente atual, compreender em profundidade a Idade Média é um exercício imprescindível de autoconhecimento.
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Conforme o pensamento do autor, a denominada Idade Média é importante pois
O movimento das Diretas Já trouxe como implicações para a política brasileira,
O termo diáspora define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. O termo "diáspora" é usado com muita frequência no mundo antigo para fazer referência à dispersão do povo judaico. Em termos gerais, diáspora pode significar a dispersão de qualquer povo ou etnia pelo mundo. Todavia o termo foi originalmente cunhado para designar a migração e colonização, por parte dos gregos, de diversos locais ao longo da Ásia Menor e Mediterrâneo, de 800 a 600 a.C. Segundo o autor Hall (2013), o termo diáspora é utilizado para descrever um fenômeno sociocultural da dispersão do povo africano para outros continentes, no entanto, como vimos acima, a origem do termo diáspora antecede a questão diaspórica dos africanos.
CRUZ, Ailton Machado da. História e cultura afro-brasileira. Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2017.
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que o conceito de diáspora, cunhado por Stuart Hall (2003), é compreendido como um campo de investigação
No primeiro quartel do século XX, o intercâmbio entre africanos e negros da diáspora ocorreu de diversas formas. De um lado, por meio do retorno de afrodescendentes, principalmente da América do Norte, para a Libéria, mas também das Antilhas e Brasil para diversas regiões da África. De outro, através da saída de jovens pertencentes à elite africana para ingressar nas universidades dos Estados Unidos e da Europa.
CLARO, Regina. Olhar a África: fontes visuais para a sala de aula. São Paulo: Hedra, 2012.
O impacto do fenômeno apresentado no texto acima resultou no
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
Há uma pergunta central na História que não pode ser evitada, no mínimo porque todos nós queremos saber a resposta: como a humanidade passou do homem das cavernas para o astronauta, de um tempo em que éramos assustados por tigres de dentes de sabre para um tempo em que somos assustados por explosões nucleares – isto é, não assustados pelos perigos da natureza, mas por aqueles que nós mesmos criamos? O que faz desta uma pergunta essencialmente histórica é que os seres humanos, embora recentemente bem mais altos e pesados que nunca, são biologicamente quase os mesmos que no início do registro histórico.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
A “pergunta central” a que se refere o trecho está relacionada a um aspecto fundamental do ofício do historiador com implicações no ensino de história. Trata-se da
Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.
KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. Documento e história: a memória evanescente. In. PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009.
Sobre fato e documento histórico, os autores afirmam que