Questões de Concurso Nível superior

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Q4245995 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

A oração reduzida de gerúndio “provocando uma emergência sanitária de grandes proporções” exprime, no contexto, consequência do espalhamento do material radioativo, podendo ser desenvolvida, sem alteração substancial do sentido original do texto, para de modo que provocou uma emergência sanitária de grandes proporções.
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Q4245994 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

Nos trechos “Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos.” e “Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica.”, os nomes “Amaury Rodrigues Pinto Junior” e “Alessandro Facure” exercem a função de aposto, sendo ambos classificados da mesma forma.
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Q4245993 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.”, o pronome “que” poderia ser substituído por onde, uma vez que introduz uma construção que denota sentido de lugar.
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Q4245992 Segurança e Saúde no Trabalho
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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Em relação às ideias do texto e à estrutura textual, julgue o item a seguir.

Infere‑se do texto que os agentes envolvidos na segurança nuclear não conseguem, isoladamente, assegurar a proteção.
Alternativas
Q4245991 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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Em relação às ideias do texto e à estrutura textual, julgue o item a seguir.

A ideia de Facure, “a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente.”, é reforçada pela linha cronológica apresentada ao longo do texto.
Alternativas
Q4245990 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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Em relação às ideias do texto e à estrutura textual, julgue o item a seguir.

A referência aos acidentes de Chernobyl e Fukushima, “A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011.”, tem como finalidade principal deslocar o eixo temático do texto do acidente com o Césio‑137 para uma comparação histórica entre desastres nucleares, razão pela qual a conclusão deixa de se fundamentar na experiência brasileira.
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Q4245989 Segurança e Saúde no Trabalho
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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Em relação às ideias do texto e à estrutura textual, julgue o item a seguir.

A citação direta de Amaury Rodrigues, “‘A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho’”, tem como objetivo reforçar a credibilidade da informação.
Alternativas
Q4245988 Português
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Césio‑137: acidente em Goiânia deixou lições que continuam orientando a proteção a trabalhadores expostos à radiação

    O acidente ocorreu em setembro de 1987, quando uma cápsula contendo Césio‑137 foi retirada de um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.
    Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei 10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na avaliação do diretor‑presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica. “Consolidou‑se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas”, explica.
    Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.
    A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure, a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente. Quase 40 anos após o Césio‑137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui. 

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Em relação às ideias do texto e à estrutura textual, julgue o item a seguir.

O texto é predominantemente injuntivo, uma vez que apresenta orientações acerca da proteção de profissionais expostos à radiação. 
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Q4245987 Engenharia Elétrica
Para uma inspeção de uma instalação industrial em baixa tensão, conforme as diretrizes da NBR 5410:2004, é fundamental verificar a conformidade dos condutores. Considerando um circuito de tomadas de uso geral (TUG), assinale a alternativa que apresenta a correta combinação de identificação por cores e as seções mínimas exigidas para os condutores de fase, neutro e proteção (PE).
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Q4245986 Engenharia Elétrica
A NBR 5410:2004 estabelece diferentes esquemas de aterramento a fim de garantir a segurança das instalações elétricas de baixa tensão, cada um com características e aplicações específicas. Dentre esses, o esquema IT é frequentemente empregado em instalações em que a continuidade do serviço é de primordial importância.
Considerando as características e requisitos do esquema de aterramento IT, conforme definido na NBR 5410:2004, assinale a alternativa que apresenta o diagrama esquemático que o representa corretamente.
Alternativas
Q4245985 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 10 (NR-10) estabelece os requisitos e condições mínimas para a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem com instalações e serviços em eletricidade. Sobre os diferentes aspectos abordados pela NR-10, assinale a alternativa correta.
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Q4245984 Legislação Federal
A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é um instrumento legal essencial para a fiscalização do exercício profissional e a garantia da segurança da sociedade. Com base na Resolução nº 1.025/2009 do CONFEA, que regulamenta a Lei nº 6.496/77, assinale a alternativa correta em relação às disposições sobre a ART.
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Q4245983 Engenharia Elétrica
Considere uma estrutura hospitalar que sofre um impacto de uma descarga atmosférica. Com base na NBR 5419-3:2015, que trata dos danos físicos a estruturas e perigos à vida, na Tabela 2, que destaca os danos e as perdas relevantes para uma estrutura em diferentes pontos de impacto da descarga atmosférica, e nas definições de danos e perdas, assinale a alternativa que apresenta uma associação correta entre a fonte de dano e o tipo de perda relevante.
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Q4245982 Engenharia Elétrica
Segundo a REN ANEEL nº 1.000/2021 e a REN ANEEL nº 1.059/2023, ambas na redação vigente, assinale a alternativa correta sobre a elegibilidade de consumidores para o Ambiente de Contratação Livre (ACL).
Alternativas
Q4245981 Legislação Federal
Considere uma solicitação de conexão em que foram necessárias obras para atendimento. A obra foi executada pelo consumidor, a unidade será conectada em tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor que 69 kV e seu comissionamento foi concluído conforme previsto na REN ANEEL nº 1.000/2021. De acordo com o previsto na Seção XIV (Da Vistoria e Instalação da Medição) da REN ANEEL citada, assinale a alternativa correta sobre os prazos e o marco inicial para que a distribuidora realize a vistoria e a instalação dos equipamentos de medição na referida obra.
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Q4245980 Engenharia Elétrica
Com base na REN ANEEL nº 1.000/2021, na redação vigente, em particular os arts. 73 e 73-A, assinale a alternativa correta sobre a necessidade de estudos pela distribuidora e as hipóteses relacionadas à inversão de fluxo de potência na conexão de microgeração ou minigeração distribuída.
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Q4245979 Engenharia Elétrica
Considerando as definições descritas na REN ANEEL nº 1.000/2021, que estabelecem as Regras de Prestação do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, assinale a alternativa que define corretamente um subgrupo de fornecimento de energia.
Alternativas
Q4245978 Engenharia Elétrica
Considere o sistema elétrico de potência especificado pelo diagrama unifilar presente na seguinte figura.
Imagem associada para resolução da questão
Assumindo que o barramento 7 é selecionado como o barramento de referência (Slack), e que os demais barramentos com geração são capazes de controlar a tensão em seus terminais, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação dos barramentos para um estudo de fluxo de potência.
Alternativas
Q4245977 Matemática
A seguinte curva diária de carga é típica de uma indústria, na qual a demanda D(t) é medida, em kW, a cada hora dentro do intervalo diário 0≤t≤24, em que D(0) = D(24). Para fins de cálculos, assuma:

• Horário de ponta: 18h–21h (3 horas consecutivas).

• Demanda faturável: aferia pelo valor máximo registrado na tabela.

• Mês: 30 dias idênticos a essa curva.

• Energia por trapézios: Δt = 1h (método trapezoidal).

Considerando a mesma curva/tabela de carga diária apresentada na imagem e admitindo que ela se repete por 30 dias, adote que a demanda máxima faturável trata-se do maior valor aferido na tabela e determine o fator de carga mensal da instalação.
Alternativas
Q4245976 Engenharia Elétrica
A seguinte curva diária de carga é típica de uma indústria, na qual a demanda D(t) é medida, em kW, a cada hora dentro do intervalo diário 0≤t≤24, em que D(0) = D(24). Para fins de cálculos, assuma:

• Horário de ponta: 18h–21h (3 horas consecutivas).

• Demanda faturável: aferia pelo valor máximo registrado na tabela.

• Mês: 30 dias idênticos a essa curva.

• Energia por trapézios: Δt = 1h (método trapezoidal).

Considere as seguintes modalidades tarifárias para a parcela de energia (kWh):
I. Flat: tarifa única, Tu (R$/kWh), válida para todas as horas.
II. Horária (ponta/fora de ponta): na ponta, aplica-se uma sobretaxa percentual α, isto é, a tarifa na ponta é Tu acrescida de α%; e, fora de ponta, aplica-se um desconto percentual δ, isto é, a tarifa fora de ponta é Tu reduzida de δ%.

Para a instalação industrial caracterizada pela curva/tabela diária fornecida (30 dias idênticos), com horário de ponta 18h–21h, desconsiderando demanda (kW), excedentes reativos e tributos, determine a relação entre α e δ para que a modalidade horária seja mais econômica ou igual à flat no mês.
Alternativas
Respostas
13421: C
13422: E
13423: E
13424: C
13425: C
13426: E
13427: C
13428: E
13429: E
13430: A
13431: B
13432: E
13433: C
13434: D
13435: D
13436: E
13437: C
13438: B
13439: E
13440: D