Foram encontradas 161.468 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4177815 Atualidades
Em 8 de janeiro de 2023, atos antidemocráticos resultaram na invasão e depredação de sedes dos Três Poderes, em Brasília. Os prédios atingidos foram: 
Alternativas
Q4177814 História
No Brasil, a Lei Áurea, assinada em 1888, determinou: 
Alternativas
Q4177813 História

Preencha corretamente as lacunas.


A colonização portuguesa no Brasil esteve inicialmente ligada à exploração do __________ e, posteriormente, à organização de atividades econômicas como a produção de __________ no Nordeste colonial. 

Alternativas
Q4177812 Geografia

A urbanização brasileira intensificou-se especialmente ao longo do século XX. Sobre esse processo, analise as assertivas.


I. A industrialização e a concentração de serviços contribuíram para o crescimento das cidades brasileiras.


II. O êxodo rural teve relação com mudanças no campo, mecanização agrícola e busca por oportunidades nas áreas urbanas.


Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q4177811 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados municipais apresentados pelo IBGE sobre Boa Vista do Sul, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177810 História e Geografia de Estados e Municípios
A história político-administrativa de Boa Vista do Sul está ligada ao processo de emancipação de localidades antes vinculadas a outros municípios gaúchos. Considerando esse processo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177809 Matemática
Em um relatório de estoque, a quantidade de materiais disponíveis foi registrada como 5 unidades de milhar, 8 centenas, 3 dezenas e 6 unidades. Após uma nova conferência, foram acrescentadas 4 centenas e retiradas 2 dezenas desse total. A nova quantidade registrada passou a ser:
Alternativas
Q4177808 Matemática
Uma senha provisória foi formada pelo produto de três números primos diferentes. Sabe-se que esses números são maiores que 2 e menores que 15, e que o resultado da multiplicação entre eles é 385. Quais são os três números primos usados na formação dessa senha?
Alternativas
Q4177807 Matemática
Durante a conferência do caixa, uma atendente encontrou R$ 52,00 formados somente por cédulas de R$ 5,00 e moedas de R$ 1,00. Sabendo que havia 20 unidades ao todo, entre cédulas e moedas, a quantidade de cédulas de R$ 5,00 era: 
Alternativas
Q4177806 Matemática
Uma equipe recebeu 36 garrafas de água e 48 pacotes de biscoito para montar kits iguais, sem que sobrasse nenhum item. Cada kit deve ter a mesma quantidade de garrafas e a mesma quantidade de pacotes de biscoito. Qual é o maior número de kits que podem ser montados? 
Alternativas
Q4177805 Matemática
Em uma praça, dois brinquedos luminosos acendem em intervalos regulares. O primeiro acende a cada 6 minutos, e o segundo acende a cada 10 minutos. Às 19h, os dois acenderam ao mesmo tempo. Depois de quantos minutos eles voltarão a acender juntos? 
Alternativas
Q4177804 Matemática
Uma padaria preparou 24 kg de massa para produzir pães. Essa massa foi dividida igualmente em porções de 500 g. Para assar cada fornada, são usadas 8 porções, e cada fornada leva 20 minutos para ficar pronta. Considerando que todas as porções serão assadas, o tempo total necessário para assar todas as fornadas será de: 
Alternativas
Q4177803 Matemática
Em um mercado, foram recebidas 360 caixas de determinado produto. Durante a conferência, verificou-se que 25% dessas caixas deveriam ser enviadas imediatamente para reposição nas prateleiras. Das caixas restantes, 80 foram separadas para o estoque da filial. Após essas separações, a quantidade de caixas que permaneceu no depósito principal foi: 
Alternativas
Q4177802 Matemática
Uma equipe de manutenção precisa instalar cabos ao longo de um corredor. O serviço será feito em três trechos: o primeiro mede 18 m, o segundo mede 1.250 cm e o terceiro mede 7 m. Antes de iniciar o serviço, a equipe reservou 40 m de cabo. Após a instalação dos três trechos, a quantidade de cabo que sobrará será de: 
Alternativas
Q4177801 Matemática
Uma empresa organizou uma campanha de arrecadação e recebeu 2.480 kg de alimentos. Desse total, 965 kg foram enviados a uma instituição no primeiro dia. No segundo dia, foram enviados 5 lotes de 183 kg cada. O restante permaneceu armazenado para uma terceira entrega. A quantidade de alimentos que permaneceu armazenada foi de: 
Alternativas
Q4177800 Matemática
Uma loja recebeu 1.260 caixas de um produto. No primeiro dia, foram vendidas 276 caixas. No segundo dia, foram vendidas 3 remessas de 96 caixas cada uma. As caixas restantes foram organizadas igualmente em 8 prateleiras. Quantas caixas foram colocadas em cada prateleira? 
Alternativas
Q4177799 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No texto, as palavras e econômico recebem acento gráfico, mas pertencem a classificações diferentes quanto à posição da sílaba tônica. Assim, a palavra é classificada como __________, pois possui uma única sílaba pronunciada com tonicidade. Já a palavra econômico é classificada como __________, pois sua sílaba tônica é a antepenúltima. 
Alternativas
Q4177798 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No trecho “Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto”, os dois-pontos foram empregados para: 
Alternativas
Q4177797 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a relação entre letras e fonemas, a identificação de dígrafos e encontros consonantais em palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177796 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a separação silábica e a localização da sílaba tônica de palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1241: B
1242: A
1243: C
1244: D
1245: D
1246: A
1247: D
1248: B
1249: C
1250: A
1251: D
1252: C
1253: C
1254: A
1255: C
1256: B
1257: A
1258: A
1259: D
1260: B