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Q3975465 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
A concordância verbal é um aspecto muito importante na produção de textos que exigem uma linguagem adequada à norma padrão da língua. Assinale a alternativa cuja reescritura do trecho abaixo segue a regra de concordância verbal:

Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo.
Alternativas
Q3975464 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.

A presença ou a ausência de vírgulas em um enunciado não é mera questão gramatical, mas também interfere diretamente no sentido do texto, no alcance do propósito comunicativo. No trecho acima, a ausência de vírgula depois de “nebulosa” dá-se pelo fato de que:
Alternativas
Q3975463 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.

A seleção lexical que fazemos em nosso texto revela muito da nossa opinião acerca do que estamos discutindo. Nesse trecho, a expressão cidadania nebulosa é sinônimo de:
Alternativas
Q3975462 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.


Nesse trecho, a expressão “assistir ao espetáculo da representação” revela:
Alternativas
Q3975461 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
As imagens também constituem textos, portanto são passíveis de interpretação, de compreensão e geração de sentidos, uma vez que transmitem informações, críticas, humor etc. A charge a seguir estabelece uma relação intertextual com o texto de Warat. Analise-a e assinale a alternativa cujo enunciado NÃO revela essa relação entre os textos. 



Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3975460 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Um dos recursos de coesão textual é a associação semântica, que forma uma cadeia de nexos ou cadeia coesiva e garante uma continuidade de sentido. A partir do título o autor associa a justiça a um espetáculo. Assinale a alternativa cujas palavras apresentadas fazem parte dessa cadeia coesiva do texto.
Alternativas
Q3975459 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Conforme a ideia apresentada no trecho “Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.”, o desencanto que enfrentamos com a justiça é provocado: 
Alternativas
Q3975458 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
O texto acima, de modo geral, critica:
Alternativas
Q3728870 Arquitetura

Segundo a NBR 16636-2/2017 (Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos. Parte 2: Projeto arquitetônico), as condições de coordenação geral das demais atividades técnicas do projeto, e cronograma de atividades elaborado por profissional legalmente habilitado, de acordo com a complexidade de cada projeto, envolvendo (de acordo com cada caso) algumas das seguintes especialidades:



I- Fundações;  


II- Estruturas;


III- Sistemas de instalações prediais e de segurança;


IV- Iluminação e luminotécnica.



Dos itens acima:

Alternativas
Q3728869 Arquitetura
De acordo com a NBR 16636-2 (Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos. Parte 2: Projeto arquitetônico), os estágios de execução da atividade técnica do projeto arquitetônico para edificações consideram duas fases principais: a fase de preparação e a fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos. Com base nisso, é correto afirmar que todas as alternativas a seguir são consideradas algumas das etapas (incluídas as siglas) da fase de preparação, exceto:
Alternativas
Q3728868 Arquitetura

Analise o trecho e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:



De acordo com a NBR 16636-1 (Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos. Parte 1: Diretrizes e terminologia), para sua realização, cada ________________ deve ter definidas em planos de trabalho específicos, as suas entradas, ou seja, os dados iniciais, as informações, e documentos necessários, os recursos a serem aplicados em cada fase dos trabalhos, os requisitos a serem respeitados e demais restrições definidas para o projeto, como prazos e custos, (...).

Alternativas
Q3728867 Arquitetura
Acerca da aceitação e rejeição de documentos técnicos, segundo a NBR 16636-1/2017 (Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos. Parte 1: Diretrizes e terminologia), assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3728866 Arquitetura

De acordo com a NBR 9077/2001 (Saídas de emergências em edifícios, ABNT), as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar:



(__)- O decréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido;


(__)- O acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação;


(__)- A redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos;


(__)- A redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas.



Julgue os itens acima em verdadeiro (V) ou falso (F) e, em seguida, assinale a alternativa contendo a ordem correta, de cima para baixo:

Alternativas
Q3728865 Arquitetura

Os acessos, segundo a NBR 9077/2001 (Saídas de emergências em edifícios, ABNT) devem satisfazer às seguintes condições:



I- Permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes do prédio;


II- Permanecer desobstruídos em todos os pavimentos;


III- Ter larguras de acordo com o estabelecido no item 4.4 desta Norma;


IV- Ter pé-direito mínimo de 2,20 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m;


V- Ser sinalizados e iluminados com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido nesta Norma.



Dos itens acima:

Alternativas
Q3728864 Arquitetura
A figura a seguir mostra as dimensões referenciais para a transposição de obstáculos isolados por pessoas em cadeiras de rodas. A largura mínima necessária para a transposição de obstáculo isolado com extensão de no máximo 0,40 m deve ser de 0,80 m, conforme demonstra a figura. Quando o obstáculo isolado tiver uma extensão acima de 0,40 m, a largura mínima deve ser de: (NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, ABNT)
Q34.png (393×225)
Alternativas
Q3728863 Arquitetura

Analise o trecho e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:


Considera-se o módulo de referência a projeção de ________ no piso, ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas motorizadas ou não, conforme figura a seguir.


(NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, ABNT) 

Q33.png (174×116)

Alternativas
Q3728862 Arquitetura
Segundo a Lei Federal nº 12.378/2010, todas as alternativas a seguir são consideradas atividades e atribuições do arquiteto e urbanista, exceto: 
Alternativas
Q3728861 Direito Urbanístico
Ainda segundo a Lei nº 6.766, assinale a alternativa correta com base nas situações em que será permitido o parcelamento do solo: 
Alternativas
Q3728860 Direito Urbanístico

Segundo a Lei nº 6.766, a infraestrutura básica dos parcelamentos dos solos situados nas zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social (ZHIS) consistirá, no mínimo, de todas as alternativas a seguir, exceto:


(Incluído pela Lei nº 9.785, de 1999)

Alternativas
Q3728859 Arquitetura

Analisando a figura a seguir, segundo a NBR 10067 (Princípios gerais de representação em desenho técnico), é correto afirmar que a vista em “e” é igual a:


Q29.png (175×182)

Alternativas
Respostas
101: B
102: A
103: E
104: A
105: E
106: A
107: C
108: B
109: D
110: C
111: A
112: D
113: B
114: B
115: C
116: C
117: D
118: D
119: D
120: B