Questões de Concurso De 2018

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Q2217800 Segurança e Saúde no Trabalho
Medidas de controle da exposição ocupacional dos trabalhadores, quando implantadas, devem ser suficientes para eliminar a exposição ou pelo menos reduzi-la a um nível aceitável. São exemplos de medidas de ordem administrativa, EXCETO:
Alternativas
Q2217799 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando o meio ambiente, o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador, para prevenir riscos são medidas econômicas e eficazes, EXCETO:
Alternativas
Q2217798 Geologia
Considerando as tipologias especiais de ambiente, podemos definir os Terrenos Cársticos como
Alternativas
Q2217797 Engenharia Ambiental e Sanitária
Na avaliação de risco para a saúde humana e ecossistemas, a probabilidade de uma substância produzir efeito adverso está relacionada com:
Alternativas
Q2217796 Engenharia Elétrica
Uma empresa de transmissão de energia elétrica sofre com a interferência de aves de grande porte em sua área de abrangência, que morrem eletrocutadas ao colidirem com os condutores de rede. Para este caso, visando solucionar o problema, cabe sugerir como medida mitigadora:
Alternativas
Q2217795 Meio Ambiente
No que se refere aos conceitos de Educação Ambiental, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2217794 Direito Ambiental
A Conferência de Estocolmo levou à criação do Programa Internacional de Educação Ambiental. Como consequência, no caso do Brasil, são ações que foram implementadas nesse sentido, EXCETO:
Alternativas
Q2217793 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considerando o conceito de qualidade para o recurso água, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2217792 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação, um agente teratogênico pode ser definido como:
Alternativas
Q2217791 Meio Ambiente
Considerando a NBR 10004:2004, que classifica os resíduos sólidos, no que se refere à periculosidade dos resíduos identifique com V as afirmativas Verdadeiras e com F as Falsas:
( ) Um resíduo sólido inflamável é classificado como perigoso. ( ) Sucata de materiais ferrosos e não ferrosos são classificadas como resíduos perigosos. ( ) Resíduos de plástico polimerizado são classificados como perigosos. ( ) Resíduos de papel e papelão são classificados como não perigosos.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2217790 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com as normas técnicas, um resíduo sólido é caracterizado como patogênico se uma amostra representativa dele
Alternativas
Q2217567 Português

Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão

Contardo Calligaris


      Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.

     Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.

     Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.

       Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway. 

      Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".

     O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.

      Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.

      Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.

   Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.

    A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.

     Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".

     A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?

    Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?

    Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?

    É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.

    Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.

   A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.

    Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).

    Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.

    Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427- ha-marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018

Leia o trecho abaixo para responder a questão.


       A possibilidade de tirar fotos panorâmicas já é bastante conhecida pelos usuários de iPhone. As imagens capturadas com este recurso, principalmente as que mostram a natureza ou algo do tipo, podem ficar bem interessantes.

      O que muitas pessoas não sabem é que não é preciso tirar a foto panorâmica da esquerda para a direita, como já vem definido na câmera. Ao tocar na tela, o ponto inicial da foto muda de lado.

(globo.com 28/03/2018)


Em: “A possibilidade de tirar fotos panorâmicas é bastante conhecida pelos usuários de iPhone. As imagens capturadas com este recurso, principalmente as que mostram a natureza ou algo do tipo, podem ficar bem interessantes.”, os termos destacados são

Alternativas
Q2217565 Português

Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão

Contardo Calligaris


      Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.

     Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.

     Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.

       Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway. 

      Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".

     O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.

      Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.

      Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.

   Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.

    A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.

     Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".

     A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?

    Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?

    Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?

    É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.

    Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.

   A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.

    Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).

    Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.

    Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427- ha-marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018

Leia o trecho abaixo e complete as lacunas, levando em consideração o uso da crase.
O iOS 11.3 deve ser liberado para o público em breve. O próximo grande update para o sistema do iPhone e iPad adicionará alguns recursos interessantes. O principal é o "Gerenciamento de desempenho”, uma resposta da Apple para _____ polêmica relacionada ________ bateria. Com ele, o usuário poderá escolher entre manter ______ performance do dispositivo ou dar prioridade para a autonomia.
(globo.com 28/03/2018)

 As lacunas no trecho são preenchidas corretamente por:
Alternativas
Q2217549 Eletrotécnica
Em relação a disjuntores, NÃO é correto afirmar: 
Alternativas
Q2217548 Eletrotécnica
Relacione os componentes de uma subestação consumidora e sua respectiva definição, numerando corretamente os parênteses:
1 Entrada de Serviço    2 Ponto de Entrega   3 Ramal de Ligação     4 Ramal de Entrada     

( ) É o conjunto de condutores, com os respectivos materiais necessários à sua fixação e interligação elétrica do ponto de entrega aos terminais de medição.
( ) Corresponde ao trecho entre o ponto de derivação da rede de distribuição pública até os terminais da medição.
( ) É aquele no qual a concessionária de serviço público se obriga a fornecer a energia elétrica, assumindo a execução dos serviços de construção, operação e manutenção.
( ) É o trecho de circuito aéreo compreendido entre o ponto de ligação e o ponto de entrega.


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2217547 Eletrotécnica
Para solucionar os problemas de tensão baixa para consumidores de um sistema de distribuição de baixa tensão, qual dos recursos abaixo tem uma aplicação limitada pelos riscos de sobretensão para uma parte dos consumidores?
Alternativas
Q2217546 Eletrotécnica
Uma proteção de sobrecorrente eletromecânica de tempo inverso foi aplicada à proteção do enrolamento de alta tensão de um transformador de 25 MVA, 69 kV – 13,8 kV, conexão Delta-Estrela Aterrada. A proteção aplicada foi ajustada da seguinte forma: RTC = 300-5 A, TAP = 5 A (desconsidere o tempo de atuação da proteção). Considerando uma sobrecarga admissível do transformador de 30%, qual será o novo ajuste da corrente mínima de operação para uma nova RTC = 400-5 A?
Dado: Ajustes permitidos no relé de proteção: 4A / 5A / 6A / 8A / 10A / 12 A
Alternativas
Q2217545 Eletrotécnica
A figura abaixo mostra o diagrama de comando de uma chave compensadora aplicada à partida de um motor de In (220 V) = 80 A e relação Ip/In = 8.
Imagem associada para resolução da questão
Para um comando em 220 V e TAP do autotransformador de compensação ajustado em 50%, os ajustes mínimos recomendados para os contatores K1, K2 e K3 do circuito de comando de partida são, respectivamente:
Alternativas
Q2217544 Eletrotécnica
A figura abaixo mostra uma família de curvas V para um motor síncrono, obtidas para diversas condições de carga da máquina. 
Imagem associada para resolução da questão

Analisando a figura, NÃO é correto afirmar: 
Alternativas
Q2217543 Eletrotécnica

A figura abaixo apresenta um arranjo eletromecânico de uma subestação de transmissão de energia elétrica.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos Elétricos. 4. ed.


Os equipamentos indicados nas letras de A a D, pela ordem, são:

Alternativas
Respostas
8301: C
8302: B
8303: C
8304: B
8305: B
8306: D
8307: B
8308: D
8309: X
8310: X
8311: X
8312: A
8313: B
8314: C
8315: B
8316: D
8317: A
8318: D
8319: B
8320: A