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Q4403078 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os Cavalinhos de Platiplanto


O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.


Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.


– Cortar fora?


Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.


– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.


E depois de examinar:


– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.


Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:


– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.


– Com arreio mexicano?


– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.


José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)


* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.

No 1º parágrafo, o termo destacado é um adjetivo e dá ênfase ao substantivo que modifica na seguinte passagem:
Alternativas
Q4403077 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os Cavalinhos de Platiplanto


O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.


Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.


– Cortar fora?


Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.


– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.


E depois de examinar:


– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.


Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:


– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.


– Com arreio mexicano?


– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.


José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)


* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q4403076 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os Cavalinhos de Platiplanto


O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.


Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.


– Cortar fora?


Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.


– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.


E depois de examinar:


– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.


Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:


– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.


– Com arreio mexicano?


– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.


José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)


* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.

Assinale a alternativa em que os verbos da frase estão conjugados em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q4403075 Português

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Os Cavalinhos de Platiplanto


O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.


Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.


– Cortar fora?


Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.


– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.


E depois de examinar:


– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.


Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:


– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.


– Com arreio mexicano?


– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.


José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)


* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.

Analisando-se a conversa entre avô e neto, conclui-se corretamente que o senhor Rubem
Alternativas
Q4403074 Português

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Os Cavalinhos de Platiplanto


O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.


Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.


– Cortar fora?


Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.


– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.


E depois de examinar:


– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.


Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:


– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.


– Com arreio mexicano?


– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.


José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)


* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.

Em relação ao problema do pé arruinado, o narrador deixa claro que recorria aos choros e aos gritos com a intenção de
Alternativas
Q4403073 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Na passagem “Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.” (5º parágrafo), as expressões “em vigor”, “desde 2004” e “mas” exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q4403072 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Nas passagens – ... podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. (1º parágrafo) – e – ... reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. (3º parágrafo), a autora emprega as aspas com a intenção de
Alternativas
Q4403071 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e de concordância nominal. 
Alternativas
Q4403070 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q4403069 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Considere as passagens do texto:


•  ... pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. (1º parágrafo)

•  Entre os principais motivos apontados para essa postura... (3º parágrafo)

•  ... e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. (3º parágrafo)


No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q4403068 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

Com base nos dados apresentados da pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, conclui-se corretamente que parcela expressiva dos entrevistados se revela
Alternativas
Q4403067 Português

Leia o texto para responder à questão:


Um dever de todos nós


    Ninguém tem a prerrogativa de machucar crianças e adolescentes, sob que pretexto for. Ninguém. Precisamos varrer deste país a mentalidade perversa de que pais ou responsáveis podem infligir castigos físicos e psicológicos para “discipliná-los”. Não podem. Meninas e meninos são sujeitos de direitos, não propriedades das famílias.


    Nossa sociedade é ainda bastante permissiva com as agressões a seu público mais vulnerável. Uma mostra disso apareceu na pesquisa Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil, realizada pelo Infinis — Instituto Futuro é Infância Saudável —, em parceria com a Quaest.


    Para 62% dos entrevistados, ao presenciar uma criança apanhando na rua, a reação mais provável é não se envolver. Entre os principais motivos apontados para essa postura estão a percepção de que “cada um sabe da própria vida” e que seria constrangedor interferir na forma como outras famílias educam seus filhos. Pois é. Chamam a isso de educar. Entendimento que reitera ser este um país onde espancar significa “disciplinar”. É a naturalização da crueldade.


    A pesquisa — feita com 2.202 pessoas em todas as regiões do país e divulgada na semana passada — destacou, ainda, que 91% dos brasileiros consideram o diálogo a melhor forma de educar. No entanto, 49% deles admitiram ter dado tapas em crianças ou adolescentes, 27% disseram que já usaram objetos para agredi-los e 62% afirmaram ter gritado com eles.


    A Lei Menino Bernardo, incluída no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ressalta que “a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Essa lei está em vigor desde 2014, mas poucos sabem de sua existência.


    O Estado tem a obrigação de tomar a frente do combate à violência contra meninos e meninas, com políticas públicas efetivas, campanhas de conscientização e fortalecimento dos serviços de suporte às famílias e de atendimento às vítimas.


    Crianças e adolescentes sendo agredidos é um problema público, não privado. Quem souber ou perceber maus-tratos, seja dentro da própria família, seja fora dela, deve denunciar. Ter um ambiente de acolhimento e afeto é um direito de meninos e meninas. Garantir que essa prerrogativa seja respeitada é dever de todos nós.


(Cida Barbosa. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 23.07.2026. Adaptado)

De acordo com a autora, no que diz respeito à violência, é imperioso lembrar que crianças e adolescentes
Alternativas
Q4403066 Português

Leia a tira para responder à questão.




Assinale a alternativa em que a reescrita da frase “Ninguém liga para o que eu digo.” é coerente com o sentido da tira e está em conformidade com a norma-padrão de uso do acento indicativo da crase.
Alternativas
Q4403065 Português

Leia a tira para responder à questão.




Com a fala “Espero que ninguém mais me encontre aqui.”, o personagem sugere que
Alternativas
Q4403064 Nutrição
A Terapia de Nutrição Enteral (TNE) compreende um conjunto de procedimentos terapêuticos destinados à manutenção ou recuperação do estado nutricional do paciente por meio da nutrição enteral. A complexidade da TNE exige o cumprimento de etapas para garantir a eficácia e a segurança do tratamento. Considerando o enunciado, assinale a alternativa que apresenta corretamente as etapas que a TNE deve abranger obrigatoriamente: 
Alternativas
Q4403063 Nutrição
Considerando que o prontuário do paciente, nos meios físico (papel) ou eletrônico, é uma fonte de informações clínicas e administrativas para a tomada de decisão e um meio de comunicação compartilhado entre os profissionais da equipe de saúde, analise as informações que devem ser registradas no prontuário pelo nutricionista:

I. O prontuário do paciente deverá ser preenchido de maneira impessoal, de forma clara, sucinta, informativa, precisa e completa, sem termos populares ou que denotem orientações informais;
II. O registro no prontuário pode ser realizado de forma resumida, sendo dispensável a inclusão de informações que não estejam exclusivamente relacionadas à conduta nutricional adotada durante o atendimento.
III. As informações dadas pelo paciente devem ser transcritas entre aspas ou seguidas da sigla SIC (Segundo Informações Coletadas), utilizando-se somente abreviações padronizadas;
IV. As informações registradas no prontuário podem conter opiniões pessoais do nutricionista e abreviações de sua preferência, desde que sejam compreendidas pelos demais profissionais da equipe de saúde.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4403062 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, а organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e estabelece princípios e diretrizes para o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Considerando o disposto na referida Lei, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente princípios e diretrizes do SUS nela previstos:
Alternativas
Q4403061 Nutrição
A osteoporose é considerada a epidemia silenciosa do século XX, com uma grande incidência populacional mundial, sendo que de 40% a 70 % dos casos são diagnosticados após uma fratura por fragilidade dos ossos, tanto massa óssea mais mole assim como dos ossos corticais mais duros. Na prevenção da perda óssea que deve ser iniciada logo após a primeira infância, quando o metabolismo ósseo pode acarretar ganhos ou perdas, os exercícios físicos contra a gravidade e principalmente uma dieta adequada a ser iniciada precocemente, são da máxima importância. Nesse contexto, considerando a importância da alimentação para a manutenção da saúde óssea e a prevenção da osteoporose ao longo da vida, assinale a alternativa que descreve apenas recomendações nutricionais adequadas para prevenção de perda óssea.
Alternativas
Q4403060 Nutrição
A intoxicação alimentar causa 420 mil mortes por ano em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, em 2015, foram 9.267 casos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), com sete óbitos. A organização dos alimentos nas prateleiras, gavetas e portas da geladeira é determinante para que os mesmos estejam seguros, conservados e livres de contaminação. Considerando as boas práticas de armazenamento e a prevenção da contaminação cruzada dos alimentos, quais tipos de alimentos devem ser armazenados na parte superior da geladeira?
Alternativas
Q4403059 Nutrição
Durante o tratamento de transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH), os pacientes apresentam várias complicações, principalmente do TGI, que impedem a ingestão e a absorção dos nutrientes e das calorias. Considerando a importância da terapia nutricional no cuidado de pacientes oncológicos submetidos ao TCTH e a necessidade de prevenir ou minimizar a perda de massa muscular e o comprometimento do estado nutricional, qual é a recomendação de ingestão proteica no período pré e pós-transplante?
Alternativas
Respostas
7561: B
7562: A
7563: D
7564: C
7565: A
7566: E
7567: B
7568: D
7569: A
7570: E
7571: C
7572: B
7573: C
7574: D
7575: B
7576: C
7577: E
7578: D
7579: A
7580: B