Questões de Concurso
Nível superior
Foram encontradas 1.951.800 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
( ) Nas amputações parciais do pé, pode-se ter diferentes níveis de amputação, como: amputação de interfalangeanas, amputação de retropé, mediopé, antepé e a transmetatarsiana. Nas amputações de interfalangeanas, a retirada pode ocorrente na articulação interfalangeana distal ou proximal. Além disso, esse tipo de amputação costuma ocorrer por processos traumáticos ou vasculares e, em geral, busca-se preservar a base da falange proximal, pois nela se encontra a inserção dos tendões extensor e flexor curto dos dedos.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus, calcâneo, maléolos mediais e laterais, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 1º metatarsal corresponde ao dedo mínimo, e o 5º, ao hálux. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé, e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção parcial dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular tibial. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da tíbia, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A amputação transtibial, feita na tíbia, pode ser feita em dois níveis: proximal ou distal. O comprimento da tíbia a ser preservado depende indiretamente da qualidade do tecido, da extensão da doença e do comprimento das estruturas musculares de gastrocnêmio e sóleo. Esse nível de amputação está indicado em casos em que a desarticulação de tornozelo é suficiente. Em comparação à desarticulação do joelho, a equipe sempre prefere a desarticulação do joelho ao invés de uma amputação transtibial, uma vez que uma amputação transtibial permite menores chances de funcionalidade.
( ) O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril e, pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral, e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Os tipos de amputações chamados de hemipelvectomias são utilizados apenas em situações de traumas mais extensos ou, ainda, na presença de tumores muito invasivos. E, nesse tipo de amputação, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
1. Órteses para imobilização. 2. Órteses profiláticas. 3. Órteses corretivas. 4. Órteses reabilitadoras. 5. Órteses funcionais.
A. São destinadas a prevenir lesões no joelho e, como exemplo, há aquelas que podem ser empregadas na lateral da articulação, para proteger o ligamento colateral medial.
B. São feitas sob medida e têm a função de controlar o estresse rotacional gerado pelas atividades de alto impacto, como vôlei, basquete, futebol, entre outras.
C. Têm a função de auxiliar no processo de cicatrização, consolidação e reparo tecidual, colaborando com a intervenção fisioterapêutica.
D. Se destinam a casos mais graves, em que não pode ocorrer nenhum movimento na articulação
E. Servem para corrigir alguma alteração ou deformidade no joelho ou no tornozelo.
I. No início do processo de avaliação do paciente, algumas condições devem ser consideradas, como o índice de massa corporal, para verificar o grau de obesidade, já que este é um fator de risco para a bursite. A idade também deve ser levada em conta pela faixa etária de risco para a patologia e também pelos idosos terem um processo degenerativo progressivo das suas articulações.
II. Na coleta da história do paciente, é necessário levar em consideração que na artropatia inflamatória ou na osteoartrose, o tempo de ocorrência e a sua progressão são importantes na avaliação do paciente; patologias de coluna lombar ou cirurgia prévia de quadril podem elucidar a causa da bursite. O paciente também pode relatar, na consulta, alguma queda ou contusão sobre a região trocanteriana.
III. Durante a inspeção, a presença da inflamação latente irá demonstrar eritema local, da mesma forma que algum traumatismo será representado por uma lesão aberta ou um arroxeado sobre a pele. Também deve ser verificada qualquer desigualdade entre o comprimento dos membros inferiores. Em casos crônicos de bursite, é identificado um estado de atrofia do quadríceps e da região glútea.
IV. Na palpação, uma pressão leve sobre a bursa (anterior ao trocanter maior) desencadeia intensa dor e desconforto. Há, também, hipossensibilidade à palpação profunda sobre o trocanter maior, o que sugere tendinite do tendão do quadrado lombar.
V. No exame físico, a rotação interna do quadril é dolorosa e causa desconforto, mas são incomuns estes sintomas durante a rotação externa. A amplitude de movimento de adução do quadril não é restrita, sendo que a dor diminui ao realizar-se a abdução e melhora na abdução contrarresistência. Na movimentação passiva, a amplitude de movimento do quadril geralmente é incompleta. Além disso, o paciente apresenta sinal de Trendelenburg negativo e a sua marcha é normal.
VI. A baropodometria computadorizada é um recurso que pode ser aliado do fisioterapeuta na avaliação dos pacientes. É um sistema que utiliza palmilhas extremamente finas, introduzidas no interior do calçado do paciente, transmitindo informações de pressão plantar para um computador e armazenando todas as informações adquiridas em níveis estático e dinâmico. Por meio dos resultados obtidos pela unidade gramas por centímetros quadrados e a imagem fornecida pela tela do computador, podem ser verificadas alterações na marcha, pontos de maior pressão e alterações posturais, elucidando a causa da bursite trocantérica, seja ela uma alteração postural ou uma desigualdade entre comprimentos de membros.
( ) Mudanças físicas: pode ocorrer perda de peso, redução de massa muscular, escaras de decúbito, infecções, pneumonia.
( ) Memória episódica: é a memória que as pessoas têm de episódios da sua vida, passando do mais mundano ao mais pessoalmente significativo.
( ) Memória de procedimento: esta categoria abrange a memória do significado das palavras, como, por exemplo, uma flor ou um cão.
( ) Memória semântica: esta é a memória de como conduzir os nossos atos, quer física como mentalmente, por exemplo, como usar uma faca e um garfo, ou jogar xadrez.
( ) Agnosia: é o termo usado para descrever a incapacidade para efetuar movimentos voluntários e propositados, apesar do fato de a força muscular, a sensibilidade e a coordenação estarem intactas.
( ) Afasia: é o termo utilizado para descrever a dificuldade ou a perda de capacidade para falar ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual, em resultado de uma lesão do respectivo centro nervoso.
( ) Apraxia: é o termo utilizado para descrever a perda de capacidade para reconhecer o que são os objetos, e para que servem.
( ) Mudança de personalidade: uma pessoa que tenha sido sempre calma, educada e afável pode comportar-se de uma forma agressiva e doentia. São comuns as mudanças bruscas e frequentes de humor.