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O termo amputação é utilizado para descrever a ausência par...

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Q4255763 Fisioterapia
O termo amputação é utilizado para descrever a ausência parcial ou total de um membro e, essa ausência pode ser decorrente de um trauma, má formação, ou ainda, de um procedimento cirúrgico. Em geral, as amputações realizadas como medida de tratamento são utilizadas como último recurso terapêutico, podendo ser realizadas em caráter de urgência ou de forma eletiva, quando todas as demais opções terapêuticas já não forem mais viáveis, de modo a restabelecer a saúde do paciente. As amputações de membros superiores e inferiores podem ser realizadas em diferentes níveis, desde amputações realizadas nos membros mais distal até mais proximalmente. E, o conhecimento dos níveis de amputação é fundamental não apenas para que o fisioterapeuta possa programar a reabilitação do paciente, mas também para questões de padronização de termos na área da saúde. Logo, a respeito dos níveis de amputação dos membros inferiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Nas amputações parciais do pé, pode-se ter diferentes níveis de amputação, como: amputação de interfalangeanas, amputação de retropé, mediopé, antepé e a transmetatarsiana. Nas amputações de interfalangeanas, a retirada pode ocorrente na articulação interfalangeana distal ou proximal. Além disso, esse tipo de amputação costuma ocorrer por processos traumáticos ou vasculares e, em geral, busca-se preservar a base da falange proximal, pois nela se encontra a inserção dos tendões extensor e flexor curto dos dedos.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus, calcâneo, maléolos mediais e laterais, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 1º metatarsal  corresponde ao dedo mínimo, e o 5º, ao hálux. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé, e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção parcial dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular tibial. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da tíbia, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A amputação transtibial, feita na tíbia, pode ser feita em dois níveis: proximal ou distal. O comprimento da tíbia a ser preservado depende indiretamente da qualidade do tecido, da extensão da doença e do comprimento das estruturas musculares de gastrocnêmio e sóleo. Esse nível de amputação está indicado em casos em que a desarticulação de tornozelo é suficiente. Em comparação à desarticulação do joelho, a equipe sempre prefere a desarticulação do joelho ao invés de uma amputação transtibial, uma vez que uma amputação transtibial permite menores chances de funcionalidade.
( ) O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril e, pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral, e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Os tipos de amputações chamados de hemipelvectomias são utilizados apenas em situações de traumas mais extensos ou, ainda, na presença de tumores muito invasivos. E, nesse tipo de amputação, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
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