Questões de Concurso Nível superior

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Q4274070 Medicina
A respeito do diagnóstico e acompanhamento da hipertensão arterial sistêmica, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274069 Medicina
A respeito do uso de dispositivos cardíacos implantáveis, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274068 Medicina
Paciente de 74 anos apresenta fibrilação atrial não valvar persistente. Possui hipertensão arterial, diabetes mellitus e antecedente de insuficiência cardíaca, sem contraindicações ao uso de anticoagulantes. Nessa situação, a anticoagulação oral está indicada principalmente porque:
Alternativas
Q4274067 Medicina
Paciente de 65 anos apresenta dispneia progressiva aos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores. O ecocardiograma evidencia redução da fração de ejeção do ventrículo esquerdo. O cardiologista inicia avaliação terapêutica baseada no diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida.

Sobre esse quadro clínico, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274066 Medicina
Em relação ao tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274065 Raciocínio Lógico
Uma biblioteca reorganizou cinco salas temáticas, identificadas pelos números 1 a 5, destinando uma sala para cada setor: Literatura, História, Ciências, Matemática e Informática. Sabe-se que Matemática ocupa a sala central; Literatura está imediatamente à esquerda de História; Informática ocupa uma das extremidades; e Ciências permanece na sala restante. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__) Matemática ocupa a sala 3.
(__) Literatura pode ocupar a sala 2.
(__) Informática pode ocupar a sala 5.
(__) História pode ocupar a sala 4.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q4274063 Matemática
Uma universidade implantou um sistema eletrônico para emissão de crachás institucionais. Cada crachá deve ser formado pela combinação de uma cor entre quatro disponíveis, um símbolo entre cinco opções e um código numérico entre seis modelos previamente definidos. Sobre o número de modelos diferentes de crachás que podem ser emitidos seguindo essas regras, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274062 Raciocínio Lógico
Um sistema de gestão documental foi configurado para identificar apenas proposições lógicas, entendidas como sentenças declarativas completas às quais se pode atribuir, objetivamente, um valor verdadeiro ou falso. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma proposição lógica.
Alternativas
Q4274061 Matemática
Uma indústria utiliza uma rotina automatizada para gerar os códigos numéricos dos lotes produzidos ao longo do expediente. O manual do sistema informa que cada novo código é obtido acrescentando sempre a mesma quantidade ao código imediatamente anterior, formando uma sequência crescente de diferença constante. Em determinado momento, os registros apresentavam a sequência 7, 11, 15, 19 e 23. Com base na regra descrita, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274060 Direito Eleitoral
Um cidadão brasileiro, no exercício de seus direitos civis e políticos, pretende candidatar-se a cargo eletivo nas próximas eleições municipais. Entretanto, surgiram dúvidas sobre os requisitos constitucionais relacionados à capacidade eleitoral passiva. Considerando a Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274055 Português
A separação silábica na língua portuguesa observa critérios previstos pela gramática normativa para a organização das sílabas, considerando o comportamento dos encontros vocálicos e consonantais na estrutura das palavras (BECHARA, 2024).
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I. Na divisão silábica ortográfica, os encontros consonantais formados por consoante seguida de "l" ou "r", como em pla-na e pra-to, permanecem na mesma sílaba.

PORQUE

II. Esses encontros consonantais constituem grupos inseparáveis na estrutura silábica da língua portuguesa, pois seus elementos integram a mesma unidade sonora na formação da sílaba.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274054 Português
A ortografia oficial da língua portuguesa reúne convenções destinadas a uniformizar a escrita dos vocábulos, permitindo que a comunicação escrita ocorra de forma estável entre os diferentes usuários da língua, independentemente das variações de pronúncia existentes (BECHARA, 2024).

Com base nesse princípio, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4274053 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Ele detalhou que, devido "à" ausência de atmosfera na Lua e "à" sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra.

Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação ao uso da crase.
Alternativas
Q4274052 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Em diversas situações, previsões, observações, estudos decorrentes de eventos espaciais fornecem informações relevantes para o desenvolvimento da ciência.

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA em relação à compreensão e à interpretação textual.
Alternativas
Q4274051 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
A exploração espacial envolve desafios científicos, tecnológicos e operacionais que frequentemente produzem descobertas relevantes, mesmo quando determinados acontecimentos não decorrem de ações planejadas.

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA em relação à compreensão e à interpretação textual.
Alternativas
Q4274050 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
O "porta-voz" Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento.

No vocábulo destacado, os elementos que o compõem classificam-se, do ponto de vista morfológico, respectivamente, como __________.

Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna.
Alternativas
Q4274049 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a concordância nominal dos termos destacados.
Alternativas
Q4274048 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.
Analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V), considerando o emprego da pontuação no trecho.

(__) As vírgulas que isolam "prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília" delimitam uma oração reduzida de particípio com valor explicativo.
(__) A retirada das duas vírgulas preserva a correção gramatical e mantém inalterado o sentido expresso no período.
(__) A expressão "por volta de quarta-feira no horário de Brasília" integra a oração reduzida intercalada, razão pela qual permanece corretamente delimitada pelas vírgulas.
(__) O emprego das vírgulas justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado de tempo.

Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4274046 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira


A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.

Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Além disso, Bothwell "advertiu" que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem.
Analise as afirmativas a seguir.

I. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "alertou", pois expressa a comunicação de uma preocupação ou de uma informação relevante sobre determinado fato.
II. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "antecipou", pois indica a apresentação prévia de uma informação relacionada a um acontecimento futuro.
III. O emprego de "advertiu" indica, no contexto apresentado, que o astrônomo comunicou uma preocupação relacionada ao aumento de objetos em órbita.
IV. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "comunicou", pois indica a transmissão de uma informação sobre o evento previsto para a superfície lunar.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4273999 Biologia
Na seleção natural, são favorecidas as características que aumentam as chances de um indivíduo alcançar a idade reprodutiva, levando-o, indiretamente, ao sucesso reprodutivo. Esse sucesso pode resultar de diferentes tipos de adaptação, como maior capacidade para obter alimento, defesa contra predadores ou sobrevivência às condições do ambiente.

Fonte: Linhares, S.; Gewandsznajder, F. Biologia hoje. 2. ed. São Paulo: Ática, 2013.

Assim sendo, a seleção natural favorece determinadas características que aumentam as chances de sobrevivência e reprodução dos organismos. Nesse contexto, esse processo corresponde à: 
Alternativas
Respostas
3061: A
3062: D
3063: E
3064: C
3065: C
3066: B
3067: C
3068: C
3069: E
3070: B
3071: E
3072: D
3073: C
3074: D
3075: C
3076: C
3077: A
3078: A
3079: C
3080: C