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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: AL-CE Prova: IDECAN - 2026 - AL-CE - Técnico Legislativo |
Q4246134 Português
Justiça e vingança

        No escritor romano Tácito, nós encontramos a possível origem de uma ideia que seria repetida por muitos pensadores moralistas e pessimistas: Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer. Ofensas perdoadas (como em Os Miseráveis, de Victor Hugo) ou causadoras de toda a trama (como na telenovela Avenida Brasil) trazem à tona nosso melhor e nosso pior. Em qualquer enredo, o momento em que a sofrida mocinha, que vinha suportando barbaridades desde o primeiro capítulo da novela, finalmente ergue um olhar de rebeldia e esbofeteia a vilã registra pico máximo de audiência. Sim, da Roma de Tácito à França de La Rochefoucauld, vingar-se é um prazer. Se o deleite puder ser envolvido na sua máscara mais frequente, a justiça, chegamos ao nirvana absoluto das delícias humanas. Buscar justiça é mais edificante do que buscar vingança. Nosso demônio interno adora usar a espada do anjo da justiça. A lei de Talião está nas fibras profundas da nossa existência. A vendeta épica, como no filme argentino O Segredo dos Seus Olhos (Juan Jose Campanella, 2009), é pouco acessível aos mortais como nós. O custo de uma vingança tão extraordinária como a descrita no filme é o uso de todo o tempo de vida. Tal obsessão implica um ódio e uma memória muito especiais. Poucas pessoas querem pagar o preço enorme da vingança total. Quando conseguem, formam a narrativa de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

        Como não somos santos generosos e extraordinários com o poder de perdão do Monsenhor Bienvenu da já citada obra romântica francesa, também não teremos vinganças dignas de enredos comoventes. Quase todos somos medíocres no amor e nos ódios. Restam-nos as pequenas vinganças... Não tendo acesso ao elenco principal, nosso papel coadjuvante tem sido bem elaborado. Nosso dia a dia é tomado por microprazeres do “olho por olho e dente por dente”.

Recordo-me de uma história narrada por uma grande amiga. Casada com um homem muito incisivo (amo eufemismos), descreveu um episódio de vida turística com o consorte. Estando em Nova York, ela presenciou a compra, e como ele pagou in cash. A responsável, zelosa e cumpridora de uma norma superior, pegou cada nota e a examinou com um pudor único. Olhou contra a luz uma a uma, apalpou, passou o dedo exigente sobre as microrranhuras do meio circulante para, enfim, encerrar o ritual da probidade com uma caneta capaz de eliminar as últimas dúvidas.

        O marido em questão, em vez de reclamar imediatamente como estava habituado, assumiu uma posição cordata e silenciosa que trouxe estranheza à esposa, sabedora do seu gênio querelante. Ele sorria. Por que um homem demarcador rígido de espaços sorria diante da desconfiança indireta que lhe era imputada? Obviamente porque já antecipava sua vingança, sua pequena guerrilha de contra-ataque ao ato indigno de pública dúvida sobre sua honestidade.

        A quantidade de fregueses à espera era grande na loja no coração de Manhattan. A fila, como muitos sabem, é um valor superior a Deus e à pátria nos Estados Unidos. Terminado o exame inquisitivo, aprovadas todas as cédulas entregues, a mulher deu a ele algumas pequenas notas de dólar como troco. Ele agradeceu, educado como uma moça pudica do velho Sacré-Coeur, e, de maneira teatral, passou a realizar exames no troco que excediam, largamente, o procedimento da funcionária. Cada nota foi apalpada, cheirada e sentida como se nelas residissem as verdades mais sublimes do Altíssimo. Depois, com o ar tranquilo de um monge do Himalaia, pediu a caneta verificadora e passou dezenas de traços em cada nota, exarando com vagar o veredicto final sobre a reta procedência do valor. Checou as imagens, colocou contra a luz e olhou com ponderação minuciosa.

        Durante o angustiante procedimento, ele ficava elogiando o cuidado da caixa, dizendo que, de fato, nunca se pode confiar, que ela fazia bem, que era assim mesmo que se evitavam fraudes. Falava em voz alta e louvava a atenção extrema do estabelecimento, paralisando uma possível reação dela com profusos elogios. Finda a liturgia da vingança, agradeceu, bradou mais uma vez para toda a loja que a ação dela era exemplar e que ela e todos da fila deveriam continuar fazendo isso, com arengas contra o estelionato insidioso. Retirou-se, sorridente. A ação tivera efeito similar ao já indicado tapa no rosto da vilã no último capítulo. Catarse completa. Vingança, a doce figura de Tácito, estava impetrada!

        Já foi dito que somos bons quando somos bons e somos ainda melhores quando somos maus. Mesmo os mais abnegados professores ocultam pouco um sorriso interno quando o aluno que atenazou sua vida o ano inteiro fica retido no conselho de classe. A mais zelosa das mães que adverte com insistência um filho que leve casaco e recebe um muxoxo em troca talvez exulte internamente quando o birrento reclama que passou muito frio. O castigo é a alma da lei e do sistema da autoridade. Tudo em pais, policiais e professores indica que nossos valorosos conselhos só se tornam importantes quando, ignorados, se transformam em desastres aos que fazem ouvidos de mercador.

        Saramago, no diálogo do barco em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, coloca na boca de Deus-Pai que o demônio é fundamental para a obra celestial. Sem o risco da punição, toda regra amorosa ficaria vazia. E se os fumantes morressem com pulmões de crianças no bosque? E se o consumo de gorduras e doces emagrecesse? E se os medíocres triunfassem? Se os adúlteros tivessem prazeres multiplicados e nenhum ônus decorrente do seu gesto infrator? O que seria da virtude sem o inferno ou o colesterol? Para isso existe a vingança, quero dizer, a justiça... Uma semana amorosa para todos nós, incapazes de pequenas ou de grandes maldades.

KARNAL, Leandro. O Coração das Coisas. São Paulo: Contexto, 2019.
A partir do emprego das classes de palavras nos períodos a seguir, indique a correta relação entre a função dos vocábulos em destaque e a sua classificação entre parênteses.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: AL-CE Prova: IDECAN - 2026 - AL-CE - Técnico Legislativo |
Q4246133 Linguística
Justiça e vingança

        No escritor romano Tácito, nós encontramos a possível origem de uma ideia que seria repetida por muitos pensadores moralistas e pessimistas: Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer. Ofensas perdoadas (como em Os Miseráveis, de Victor Hugo) ou causadoras de toda a trama (como na telenovela Avenida Brasil) trazem à tona nosso melhor e nosso pior. Em qualquer enredo, o momento em que a sofrida mocinha, que vinha suportando barbaridades desde o primeiro capítulo da novela, finalmente ergue um olhar de rebeldia e esbofeteia a vilã registra pico máximo de audiência. Sim, da Roma de Tácito à França de La Rochefoucauld, vingar-se é um prazer. Se o deleite puder ser envolvido na sua máscara mais frequente, a justiça, chegamos ao nirvana absoluto das delícias humanas. Buscar justiça é mais edificante do que buscar vingança. Nosso demônio interno adora usar a espada do anjo da justiça. A lei de Talião está nas fibras profundas da nossa existência. A vendeta épica, como no filme argentino O Segredo dos Seus Olhos (Juan Jose Campanella, 2009), é pouco acessível aos mortais como nós. O custo de uma vingança tão extraordinária como a descrita no filme é o uso de todo o tempo de vida. Tal obsessão implica um ódio e uma memória muito especiais. Poucas pessoas querem pagar o preço enorme da vingança total. Quando conseguem, formam a narrativa de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

        Como não somos santos generosos e extraordinários com o poder de perdão do Monsenhor Bienvenu da já citada obra romântica francesa, também não teremos vinganças dignas de enredos comoventes. Quase todos somos medíocres no amor e nos ódios. Restam-nos as pequenas vinganças... Não tendo acesso ao elenco principal, nosso papel coadjuvante tem sido bem elaborado. Nosso dia a dia é tomado por microprazeres do “olho por olho e dente por dente”.

Recordo-me de uma história narrada por uma grande amiga. Casada com um homem muito incisivo (amo eufemismos), descreveu um episódio de vida turística com o consorte. Estando em Nova York, ela presenciou a compra, e como ele pagou in cash. A responsável, zelosa e cumpridora de uma norma superior, pegou cada nota e a examinou com um pudor único. Olhou contra a luz uma a uma, apalpou, passou o dedo exigente sobre as microrranhuras do meio circulante para, enfim, encerrar o ritual da probidade com uma caneta capaz de eliminar as últimas dúvidas.

        O marido em questão, em vez de reclamar imediatamente como estava habituado, assumiu uma posição cordata e silenciosa que trouxe estranheza à esposa, sabedora do seu gênio querelante. Ele sorria. Por que um homem demarcador rígido de espaços sorria diante da desconfiança indireta que lhe era imputada? Obviamente porque já antecipava sua vingança, sua pequena guerrilha de contra-ataque ao ato indigno de pública dúvida sobre sua honestidade.

        A quantidade de fregueses à espera era grande na loja no coração de Manhattan. A fila, como muitos sabem, é um valor superior a Deus e à pátria nos Estados Unidos. Terminado o exame inquisitivo, aprovadas todas as cédulas entregues, a mulher deu a ele algumas pequenas notas de dólar como troco. Ele agradeceu, educado como uma moça pudica do velho Sacré-Coeur, e, de maneira teatral, passou a realizar exames no troco que excediam, largamente, o procedimento da funcionária. Cada nota foi apalpada, cheirada e sentida como se nelas residissem as verdades mais sublimes do Altíssimo. Depois, com o ar tranquilo de um monge do Himalaia, pediu a caneta verificadora e passou dezenas de traços em cada nota, exarando com vagar o veredicto final sobre a reta procedência do valor. Checou as imagens, colocou contra a luz e olhou com ponderação minuciosa.

        Durante o angustiante procedimento, ele ficava elogiando o cuidado da caixa, dizendo que, de fato, nunca se pode confiar, que ela fazia bem, que era assim mesmo que se evitavam fraudes. Falava em voz alta e louvava a atenção extrema do estabelecimento, paralisando uma possível reação dela com profusos elogios. Finda a liturgia da vingança, agradeceu, bradou mais uma vez para toda a loja que a ação dela era exemplar e que ela e todos da fila deveriam continuar fazendo isso, com arengas contra o estelionato insidioso. Retirou-se, sorridente. A ação tivera efeito similar ao já indicado tapa no rosto da vilã no último capítulo. Catarse completa. Vingança, a doce figura de Tácito, estava impetrada!

        Já foi dito que somos bons quando somos bons e somos ainda melhores quando somos maus. Mesmo os mais abnegados professores ocultam pouco um sorriso interno quando o aluno que atenazou sua vida o ano inteiro fica retido no conselho de classe. A mais zelosa das mães que adverte com insistência um filho que leve casaco e recebe um muxoxo em troca talvez exulte internamente quando o birrento reclama que passou muito frio. O castigo é a alma da lei e do sistema da autoridade. Tudo em pais, policiais e professores indica que nossos valorosos conselhos só se tornam importantes quando, ignorados, se transformam em desastres aos que fazem ouvidos de mercador.

        Saramago, no diálogo do barco em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, coloca na boca de Deus-Pai que o demônio é fundamental para a obra celestial. Sem o risco da punição, toda regra amorosa ficaria vazia. E se os fumantes morressem com pulmões de crianças no bosque? E se o consumo de gorduras e doces emagrecesse? E se os medíocres triunfassem? Se os adúlteros tivessem prazeres multiplicados e nenhum ônus decorrente do seu gesto infrator? O que seria da virtude sem o inferno ou o colesterol? Para isso existe a vingança, quero dizer, a justiça... Uma semana amorosa para todos nós, incapazes de pequenas ou de grandes maldades.

KARNAL, Leandro. O Coração das Coisas. São Paulo: Contexto, 2019.
Na passagem a seguir, o trecho demarcado indica, no contexto em que se insere, uma modalização que:
“Para isso existe a vingança, quero dizer, a justiça... Uma semana amorosa para todos nós, incapazes de pequenas ou de grandes maldades.” 
Alternativas
Q4245832 Redação Oficial
O vocativo em redação oficial é o chamamento do destinatário no início do documento, sempre seguido de vírgula. Considerando o cargo de Juiz, o vocativo será:
Alternativas
Q4245831 Direito Administrativo
Sobre licitação, analise as sentenças:
I - Licitação é um processo administrativo utilizado pela administração privada para selecionar a proposta menos vantajosa para a contratação de bens, serviços ou obras, por meio da concorrência entre os interessados em fornecer ou prestar tais serviços.
II - A obrigação de licitar está prevista na Constituição Federal de 1988, que determina que as contratações de serviços, obras, compras e alienações da administração pública devem ser realizadas por meio de licitação, ressalvadas como garantidas em lei.
III - A Lei de Licitações (Lei nº 14.133/21) também estabelece a obrigatoriedade de licitação para as contratações realizadas pela administração pública, salvo nos casos de dispensa e inexigibilidade de licitação previstas na própria lei.
IV - A obrigatoriedade de licitar é uma garantia constitucional de que as contratações realizadas pela administração pública sejam pautadas pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, igualdade, publicidade e eficiência, buscando sempre a seleção da proposta mais vantajosa para o interesse público.
V - A Lei nº 14.133/2021 se aplica a todas as contratações realizadas pela administração pública direta e indireta, nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nos níveis federal, estadual e municipal.
Após a análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245830 Direito Administrativo
Para a Lei nº 14.133/2021, os contratos administrativos são aqueles que formalizam a relação entre a administração pública e fornecedores, com a responsabilidade de garantir o atendimento do interesse público e a segurança jurídica. Referindo-se aos contratos administrativos de acordo com Lei nº 14.133/2021, analise as sentenças:
I - Todo contrato deverá mencionar os nomes das partes e os de seus representantes, a finalidade, o ato que autorizou sua lavratura, o número do processo da licitação ou da contratação direta e a sujeição dos contratantes às normas desta Lei e às cláusulas contratuais.
II - Os contratos deverão estabelecer com clareza e precisão as condições para sua execução, expressas em cláusulas que definam os direitos, as obrigações e as responsabilidades das partes, em conformidade com os termos do edital de licitação e os da proposta vencedora ou com os termos do ato que autorizou a contratação direta e os da respectiva proposta.
III - A Administração convocará regularmente o licitante vencedor para assinar o termo de contrato ou para aceitar ou retirar o instrumento equivalente, dentro do prazo e nas condições estabelecidas no edital de licitação, sob pena de decair o direito à contratação, sem prejuízo das sanções previstas nesta Lei.
Após a análise, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q4245829 Arquivologia
Sobre os métodos de arquivamento de documento, avalie as sentenças:
I - No método alfabético, as fichas ou pastas de documentos são dispostas rigorosamente na ordem alfabética, por meio de guias divisórias com as respectivas letras, devendo também ser respeitadas as normas gerais para a alfabetação.
II - Quando o principal elemento a ser considerado em um documento é o seu número, a escolha deve recair sobre o método numérico. No método numérico simples, para cada documento é atribuído um número, a partir do qual serão organizados os documentos.
III - O método geográfico consiste em organizar a documentação de acordo com lugares e regiões geográficas, ou seja, os documentos são arquivados conforme seu local de produção ou sua procedência. É recomendável que, em caso de organização de nomes de cidades, esta seja realizada iniciando-se pela capital e, em seguida, por ordem alfabética das demais cidades.
IV - No método ideográfico, a organização é feita pelo assunto dos documentos. O método divide-se em duas categorias, isto é, pode ser alfabético ou numérico. Tais categorias podem ser subdivididas, por sua vez, em dicionário ou enciclopédico - no caso da divisão alfabética - ou decimal ou duplex, no caso da divisão numérica.
Após a análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245828 Arquivologia
O ciclo de vida dos documentos arquivísticos é tratado pela teoria das três idades. Seu objetivo é classificar os estágios ou fases pelas quais passam os documentos dentro da instituição (corrente, intermediária e permanente). No que se refere documentos e a teoria das três idades, avalie as sentenças:
I - O que define, de forma decisiva, a fase na qual o documento arquivístico está alocado é, por um lado, a frequência de uso dos documentos pela entidade produtora ou acumuladora e, por outro, a identificação dos valores administrativo (primário) e histórico (secundário) presentes ou não nos documentos.
II - Os arquivos correntes são assim considerados porque geralmente estão em tramitação, mas é importante enfatizar que em muitos casos, mesmo sem movimentação, os documentos podem ser assim considerados.
III - Quanto aos arquivos intermediários, pode-se afirmar que eles poderão ser consultados e utilizados de modo esporádico por seus produtores, pois já cumpriram os seus principais objetivos na idade corrente junto à administração.
IV - Os arquivos permanentes, por sua vez, são aqueles que deverão ser arquivados definitivamente e que, portanto, não podem ser eliminados jamais. Tais documentos devem ser preservados por apresentarem um valor histórico-cultural (secundário), ou seja, não mais possuem o valor primário.
Após a análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245827 Ética na Administração Pública
A ética é fundamental na administração pública, pois permite a construção de uma relação de confiança entre os gestores públicos e a sociedade. É postura ética na administração pública:
Alternativas
Q4245826 Direito Administrativo
Com a finalidade de moldar a conduta dos agentes públicos dentro do que eticamente se espera da Administração Pública, visando compeli-los a absterem-se das práticas que não sejam moralmente aceitáveis, é que surgem os Códigos de Ética. Sobre o código de ética do servidor público, analise as sentenças:
I - O código de ética dos servidores públicos, reforça a ideia, de que o servidor público deve manter o seu comportamento e seus atos sempre direcionados pelos princípios morais.
II - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais devem nortear o servidor público.
III - O servidor deve manter uma conduta digna e decorosa mesmo que esteja fora do exercício de sua profissão, não se admitindo que comportamentos imorais venham a abalar a honra e a tradição dos serviços públicos.
IV - O servidor poderá desprezar o elemento ético de sua conduta enquanto servidor público.
Após a análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245825 Redação Oficial
Uma carta comercial é um documento formal escrito, utilizado para comunicação profissional entre empresas, organizações, clientes ou outras partes externas. Sobre carta comercial, avalie as sentenças:
I - É o meio de comunicação muito usado na indústria e no comércio.
II - A linguagem comercial deve ser formal, isenta de declarações subjetivas (impessoalidade) e, sobretudo, gramatical.
III - A gíria é adequada no mundo dos negócios.
IV - A carta comercial deve ser exata, sem floreios, não visar à emoção estética.
V - Sua função é comunicativa, por isso, o redator deve deixar de lado todo enfeite estilístico e preocupar-se com a eficácia e exatidão da comunicação.
Após análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245824 Atendimento ao Público
O atendimento ao público representa a face mais visível da administração pública e constitui um dos principais fatores que influenciam a percepção dos cidadãos sobre a qualidade dos serviços prestados. É postura adequada do servidor no atendimento ao público, EXCETO:
Alternativas
Q4245823 Redação Oficial
Atos oficiais são decisões, normas ou comunicações formais emitidas por agentes ou órgãos da administração pública. Referindo-se aos atos oficiais, analise as sentenças:
I - Edital é o instrumento pelo qual a Administração dá conhecimento ao público sobre: licitações, concursos públicos, atos deliberativos, etc.
II - Portaria é a correspondência interna empregada entre as unidades administrativas de um órgão, sem restrições hierárquicas e temáticas.
III - Requerimento é o ato administrativo pelo qual a autoridade estabelece regras, baixa instruções para aplicação de leis ou trata da organização e do funcionamento de serviços dentro de sua esfera de competência.
IV - Memorando é o instrumento por meio do qual o interessado requer a uma autoridade administrativa um direito do qual se julga detentor.
V - Ata é o instrumento utilizado para o registro expositivo dos fatos e das deliberações ocorridos em uma reunião, sessão ou assembleia.
Após a análise, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4245822 Atendimento ao Público
Comunicação interpessoal é o processo de troca de informações entre duas ou mais pessoas por meio de uma combinação de linguagem verbal e não verbal. São práticas que favorecem a comunicação interpessoal nas organizações, EXCETO:
Alternativas
Q4245821 Redação Oficial
A redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. São atributos da redação oficial, EXCETO: 
Alternativas
Q4245820 Noções de Informática
Sobre hardware e software, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O hardware pode ser entendido como a arte mecânica e física da máquina, com seus componentes eletrônicos e peças.
( ) O software são os programas usados nos computadores. Qualquer programa é um conjunto de procedimentos básicos que fazem com que o computador seja útil executando alguma função.
( ) É a combinação de hardware e software que faz com que o computador funcione da forma como queremos ou pretendemos, que faça as coisas acontecerem. É apenas a partir dessa combinação que conseguimos escrever um texto, fazer cálculos, retocar uma foto, acessar a internet, assistir aos vídeos, ouvir músicas e fazer outras milhares de coisas.
( ) São softwares: scanner, CPU (gabinete), monitor, webcam, teclado, mouse, microfone, caixas de som, tablet (mesa digitalizadora) e impressora.
( ) Como o software não é físico, ele precisa estar em algum suporte físico. Dessa forma, todas as vezes que o hardware precisa dele, ele é carregado na memória RAM e processado pelo microprocessador. Esse suporte físico, o local onde o software fica, é a unidade de armazenamento.
Alternativas
Q4245819 Direito Administrativo
O ato administrativo é a manifestação de vontade da Administração Pública, sob regime de direito público, que produz efeitos jurídicos imediatos para criar, modificar, extinguir ou declarar direitos e obrigações. No que se refere aos atributos dos atos administrativos, analise as sentenças:
I - A presunção de legitimidade diz respeito à conformidade do ato com a lei; em decorrência desse atributo, presumem-se, até prova em contrário, que os atos administrativos foram emitidos com observância da lei.
II - A presunção de veracidade diz respeito aos fatos; em decorrência desse atributo, presumem-se verdadeiros os fatos alegados pela Administração. Assim ocorre com relação às certidões, atestados, declarações, informações por ela fornecidos, todos dotados de fé pública.
III - Imperatividade é o atributo pelo qual os atos administrativos se impõem a terceiros, independentemente de sua concordância. Decorre da prerrogativa que tem o Poder Público de, por meio de atos unilaterais, impor obrigações a terceiros.
IV - Consiste a autoexecutoriedade em atributo pelo qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública, sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário.
V - Tipicidade é o atributo pelo qual o ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas a produzir determinados resultados. Esse atributo representa uma garantia para o administrado, pois impede que a Administração pratique atos dotados de imperatividade e executoriedade, vinculando unilateralmente o particular, sem que haja previsão legal.
Após a análise, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q4245818 Arquivologia
Arquivo é um conjunto de dados ou documentos guardados para uso futuro. Referindo-se às funções do arquivo, analise as sentenças:
I - Recolher e ordenar todos os documentos que circulam na empresa.
II - Avaliar e selecionar os documentos, tendo em vista sua preservação ou eliminação.
III - Garantir o fluxo de pedidos de documentos provenientes dos diversos órgãos da empresa.
IV - Arquivar os documentos, visando à eliminação da informação.
V - Conservar e assegurar a integridade dos documentos, evitando danos que possam ocasionar a sua perda.
Alternativas
Q4245817 Direito Administrativo
Acerca dos serviços públicos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4245816 Direito Administrativo
Assinale a alternativa CORRETA acerca da classificação e do regime dos bens públicos:
Alternativas
Q4245815 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 6 (NR-6) estabelece os requisitos para aprovação, comercialização, fornecimento e utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), aplicando-se às organizações que os adquiram, aos trabalhadores que os utilizam e aos fabricantes e importadores. Sobre as disposições da NR-6, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
2341: E
2342: C
2343: D
2344: A
2345: D
2346: B
2347: D
2348: B
2349: B
2350: C
2351: E
2352: E
2353: A
2354: E
2355: C
2356: B
2357: D
2358: E
2359: D
2360: D