Questões de Concurso
Para ciências sociais
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Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/1041721-deputadas-defendemcotas-para-mulheres-no-legislativo. Acesso em: 29 ago. 2024.
O professor também pretende utilizar dados disponíveis no Portal TSE Mulheres, da Justiça Eleitoral, e tratar dos conceitos de cotas de gênero e paridade. Ele objetiva, ainda, adotar metodologias dialógicas e propor atividades que exijam cooperação entre os alunos, visando aprofundar a compreensão das complexidades envolvidas nessa problemática.
Nessa situação, o professor alcançará seus objetivos, efetivamente guiando essas discussões em sala de aula, se
Disponível em: https://www.estadao.com.br/educacao/ponto-edu/charge-tambem-serve-de-apoio-para-redacao/.
Acesso em: 28 ago. 2024.
Considerando a tirinha apresentada e as reflexões de Zygmunt Bauman na obra Confiança e Medo na Cidade (2009) a respeito de urbanização, medo e tecnologia, assinale a opção correta.
Nessa situação, qual dos trechos enviados pelo professor de Literatura poderia ser usado pela docente de Sociologia na segunda aula, para exemplificar o conceito abordado?
SEGATA, J. A pandemia e o digital. Revista Todavia, v. 7, n. 1, p. 8, dez. 2020. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).
No ensino de Sociologia no Ensino Médio, seria adequado um docente partir da reflexão apresentada pelo texto para explicar que
TEXTO 1
Fonte: G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Disponível em: https://g1.globo.com/ politica/eleicoes/2022/eleicao-em-numeros/noticia/2022/10/05/so-1-em-cada-20-deputadosfederais-se-elegeu-com-os-proprios-votos.ghtml Acesso em: 10 jun. 2024.
TEXTO 2
Existe uma barreira que o partido deve ultrapassar para que possa disputar as cadeiras em uma eleição para deputado federal. Essa barreira chama-se quociente eleitoral. Seu cálculo é muito simples: basta dividir o total de votos válidos (votos nominais e de legenda) pelo número de cadeiras do estado na Câmara de Deputados.
NICOLAU, J. Representantes de quem? Os (des)caminhos do seu voto da urna à Câmara dos Deputados. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2017.
Considerando essa situação, assinale a opção que apresenta a principal informação a ser compreendida pelos alunos a partir dos textos abordados em sala de aula.
Nessa situação, a partir da aula conduzida pela professora, é esperado que os estudantes compreendam que
MONTERO, P. Secularização e espaço público: a reinvenção do pluralismo religioso no Brasil. Revista Etnográfica, v. 13, n. 1, p. 7-16, 2009 (adaptado).
Um professor de Sociologia de uma turma da 2ª série do Ensino Médio está planejando aulas sobre cultura e diversidade cultural a partir do tema da religião. Seu objetivo é abordar a participação das religiões na esfera pública. Esse assunto é sociologicamente importante porque permite indicar que as religiões não se restringem à intimidade das pessoas, uma vez que estão cada vez mais participando de decisões públicas. O professor não pretende promover um debate moral em sala, discutindo se a presença pública das religiões está certa ou errada; sua intenção é promover a construção ativa do conhecimento sobre o tema pelos estudantes.
Considerando essa situação, assinale a opção que apresenta uma estratégia de ensino que o docente poderia adotar, na sequência do seu planejamento, para alcançar seus objetivos.
TEXTO 1
Era uma forma de rejeitar o meu próprio corpo. Essa questão do branqueamento bateu muito forte em mim e eu sei que bate muito forte em muitos negros também. Há também o problema de que na escola a gente aprende aquelas baboseiras sobre os índios e os negros; na própria universidade, o problema do negro não é tratado nos seus devidos termos.
GONZALEZ, L. Entrevista. O Pasquim, São Paulo, n. 871, p. 8-10, 1986 (adaptado).
TEXTO 2
Uma afirmação exemplar emitida pela ideologia racial brasileira: a assunção de que as pessoas de origem índia ou africana preferem ser rotuladas de brancas e a simultânea presunção de que a benevolência da estrutura social em lhes concedendo o privilégio do status de “branco” constitui prova da ausência de preconceito ou discriminação racial!
NASCIMENTO, A. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Editora Perspectiva SA, 1978. p. 76 (adaptado).
Depreende-se dos trechos escolhidos pelos docentes que as causas da perpetuação da ideologia do branqueamento no Brasil incluem
É importante destacar que não se trata de mudar um foco etnocêntrico marcadamente de raiz europeia por um africano, mas de ampliar o foco dos currículos escolares para a diversidade cultural, racial, social e econômica brasileira. Nesta perspectiva, cabe às escolas incluir no contexto dos estudos e atividades, que proporciona diariamente, também as contribuições histórico-culturais dos povos indígenas e dos descendentes de asiáticos, além das de raiz africana e europeia. É preciso ter clareza que o Art. 26A acrescido à Lei 9.394/1996 provoca bem mais do que inclusão de novos conteúdos, exige que se repensem relações étnico-raciais, sociais, pedagógicas, procedimentos de ensino, condições oferecidas para aprendizagem, objetivos tácitos e explícitos da educação oferecida pelas escolas.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília (DF): Ministério da Educação, 2004. p. 17 (adaptado).
Com base no exposto, assinale a opção que melhor representa a aplicação da Lei n. 10.639/2003 no contexto do ensino de Sociologia no Ensino Médio no Brasil, de acordo com a problematização feita no trecho das Diretrizes.
ATLAS DA VIOLÊNCIA 2023. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Rio de Janeiro: IPEA, 2023. Sumário executivo, p. 6. Disponível em: https://apidspace.universilab.com.br/server/api/core/bitstreams/. Acesso em: 22 abr. 2024 (adaptado).
Seria adequado um docente de Sociologia do Ensino Médio utilizar, em suas aulas, a pesquisa descrita no texto para ressaltar que os dados da violência no Brasil são
MELLO, A. G. de; AYDOS, V.; SCHUCH, P. Aleijar as antropologias a partir das mediações da deficiência. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 64, p. 16, set. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index. php/horizontesantropologicos/issue/view/4537/1259. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).
Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, um docente de Sociologia no Ensino Médio pode usar as informações do texto apresentado para elaborar estratégias educacionais que identifiquem a
Disponível em: https://www.instagram.com/. Acesso em: 4 maio 2024 (adaptado).
Nesse caso, para se alcançar o objetivo estabelecido, seria adequado o docente relacionar a charge com a obra
CAPRA, F. O Ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Editora Cultrix, 1987 (adaptado).
Conforme as ideias de Capra apresentadas no fragmento de texto acima, a reflexão sobre os valores morais na contemporaneidade implica a
CARNEIRO, S. Dispositivo da racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. São Paulo: Zahar editora, 2023 (adaptado).
Considerando-se que essa passagem apresenta uma reflexão sobre os mecanismos pelos quais o epistemicídio se reproduz, é correto afirmar que a exclusão racial apresentada no texto se rearticula por meio da
A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.
Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.
Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
O estudo da microfísica do poder supõe que o poder nela exercido não seja concebido como uma propriedade, mas como uma estratégia, que seus efeitos de dominação não sejam atribuídos a uma “apropriação”, mas a disposições, a manobras, a táticas, a técnicas, a funcionamentos, que se desvende uma rede de relações sempre tensas, sempre em atividade, em vez de um privilégio que se pudesse deter.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987.
A partir das concepções abordadas no texto, assinale a opção que indica o objetivo da aula e a abordagem adequada para alcançá-lo.
MBEMBE, A. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018 (adaptado).
Considerando-se o desafio de contextualizar o conceito de necropolítica sustentado pelo autor, um docente que pretenda analisar criticamente a temática com os estudantes poderá utilizar, como suporte didático, a
ZORZETTO, R. Manipulação de dados — fraude em estudo sobre vacina reabre discussão acerca das práticas de pesquisa. Revista Pesquisa FAPESP, edição 181, p. 57-59, 2011 (adaptado).
Com relação à situação apresentada no texto e os impactos da ciência e da tecnologia em questões sociais, assinale a opção correta.
Disponível em: https://anaraylandermartisdosanjos.com/Milissegundos-nos-trapos-de-mundo. Acesso em: 22 ago. 2024.
A obra apresentada chama-se Milissegundos nos Trapos de Mundo e foi utilizada por um professor da 3ª série do Ensino Médio em sala de aula. Ele selecionou imagens dessa obra, da artista Ana Raylander Mártis dos Anjos, para apresentar para sua turma. O docente explicou que, na obra, a artista desenvolveu duas peças videográficas com 16 horas cada uma e que essa produção artística mostra o processo de um vestido sendo desfeito e, posteriormente, com o vídeo de trás para a frente, sendo refeito. Milissegundo é uma unidade de tempo menor do que um segundo e a artista coloca em evidência o instante decisivo de uma vida trans em contextos de violência. Diante dessa temática, o professor resolveu realizar uma atividade que promovesse o pensamento crítico de seus estudantes acerca do assunto.
Nesse caso, para realizar uma atividade que cumpra o objetivo de promover o pensamento crítico em sala de aula, é adequado que o professor
Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf. Acesso em: 1 jun. 2024.
Em uma escola de Ensino Médio, foi implementado um projeto interdisciplinar sobre gênero e sexualidade, e o infográfico acima foi um dos recursos utilizados pelos professores das áreas de Ciências Exatas, Naturais e Humanas. Os docentes decidiram analisar, com os estudantes, os indicadores de violência contra a mulher e os dados relacionados ao perfil das vítimas de feminicídio e de seus agressores.
Com base nessa situação e nos dados sobre feminicídio apresentados no infográfico, é correto afirmar que, ao final do projeto, os estudantes deverão concluir que