Questões de Concurso Para serviços gerais

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Q2651760 Conhecimentos de Serviços Gerais
Como deve ser a organização ideal de um ambiente de trabalho?
Alternativas
Q2651759 Conhecimentos de Serviços Gerais
Qual é o produto mais adequado para a limpeza de superfícies de madeira?
Alternativas
Q2649850 Conhecimentos de Serviços Gerais
Os produtos de limpeza são essenciais para manter ambientes domésticos e profissionais higienizados, livres de germes e bactérias. Além de promoverem a saúde e o bem-estar, sua correta aplicação pode prolongar a vida útil de superfícies e objetos. Diferentes tipos de produtos, como detergentes, desinfetantes e água sanitária, possuem características e utilizações específicas, sendo importante compreender suas funções para um uso eficiente e seguro. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a utilização de diferentes tipos de produtos de limpeza em um ambiente doméstico? 
Alternativas
Q2649836 Conhecimentos de Serviços Gerais
Um profissional auxiliar de serviços gerais, pode atuar em várias atividades dentro de uma empresa, como cozinha ou copa. Quando alocado em uma copa, passa a ser responsável pela limpeza de objetos, preparação de lanches, organização de mesas e (ou) servir pessoas. Por isso, para que a execução dessa tarefa seja eficiente o profissional deve conhecer os utensílios e os materiais utilizados dentro de uma copa, além de saber quando os utilizar e como se portar dentro da empresa. No que se refere a atividade de copa, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2649835 Conhecimentos de Serviços Gerais
Para garantir uma rotina de limpeza segura e eficiente é necessário a utilização de alguns instrumentos, os quais são capazes de agilizar o processo, gerar economia dos produtos de limpeza, minimizando o tempo de execução das tarefas. No que se refere aos instrumentos de limpeza, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2649834 Conhecimentos de Serviços Gerais
Uma das características da função de auxiliar de serviços gerais é ter conhecimento no manuseio dos produtos de limpeza e do uso de seus instrumentos para manutenção adequada do ambiente de trabalho. Nesse contexto, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2649833 Conhecimentos de Serviços Gerais
Um auxiliar de serviços gerais pode exercer diversas funções em um órgão público estando em conformidade com a legislação de pessoal local. Nas funções descritas a seguir, qual corresponde ao cargo de auxiliar de serviços gerais? 
Alternativas
Q2630480 Direito Constitucional

Segundo a Constituição Federal, todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.


I. Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.

II. Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

III. Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante.

IV. É livre a manifestação do pensamento, sendo permitido o anonimato.


Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Q2630479 Direito Constitucional

A Constituição de 1988 estabelece critérios para a eleição de Vereadores, Prefeitos, Deputados e Senadores. Dentre os vários critérios, está definida a idade mínima para serem elegíveis. O cargo de Senador deve ter a seguinte idade mínima:

Alternativas
Q2630478 Economia

“Trata-se do índice que mede a variação geral dos preços do mercado e registra se houve inflação ou deflação nos preços ligados a diversos setores: desde bens industriais, agricultura, matérias-primas, construção civil e moradia, até a cesta de produtos e serviços ligados ao consumidor final. É considerado um dos principais indicadores de inflação do país, sendo amplamente utilizado como indexador para cálculo do reajuste de aluguel de imóveis.” As informações se referem ao índice:

Alternativas
Q2630477 Economia

“Financiamento para custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhora do uso da mão de obra familiar.” As informações se referem ao programa governamental conhecido pela sigla:

Alternativas
Q2630476 Legislação Federal

Criada em 1991, a Lei Federal de Incentivo à Cultura é uma ferramenta criada pelo Governo Federal com o objetivo de estimular e fomentar a produção, a preservação e a difusão cultural. Trata-se da Lei popularmente conhecida como:

Alternativas
Q2630475 Química

O etanol é uma substância química, de fórmula C2H6O, pertencente à função orgânica dos álcoois. Comercialmente, é conhecido como álcool etílico, sendo um líquido incolor, inflamável e miscível em água. Possui diversas aplicações industriais, dentre elas como solvente e na produção de bebidas alcoólicas. O etanol é considerado um:

Alternativas
Q2630467 Matemática

Os números são classificados e divididos em conjuntos numéricos dependendo das suas características. Dentre esses conjuntos numéricos temos os naturais ( ) , inteiros ( ) , racionais ( ) , irracionais (I ) e reais ( ) . Dadas as afirmativas sobre operações feitas com os elementos dos conjuntos numéricos, assinale a verdadeira.

Alternativas
Q2630461 Raciocínio Lógico

Bruna, Maia e Raiane são filhas de Abel e Mara. Maia é a filha mais velha e Raiane a filha mais nova. Para escolher o nome de suas filhas, o casal decidiu seguir um determinado padrão. Caso eles tivessem mais uma filha e continuassem a seguir, o padrão definido para nomear as três primeiras filhas, qual das opções relacionadas seria o nome escolhido para a quarta filha?

Alternativas
Q2630457 Português

As três bonecas


Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:

– Tenho uma boneca pra você!

Um forte desejo se acendeu na menina.

– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.

A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.

– É assim! – disse, abraçada à revista.

Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.

Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:

– Tua boneca está lá guardada, esperando.

“Esperando o quê?”.

– Podia ter trazido. Comprei outra.

“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.

A mulher continuava:

– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.

“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.

Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…

Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:

– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.

“Três? Sério?”

Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.

Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.

O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…


(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)

Considere as duplas de termos retirados do texto e elencados a seguir. É correto afirmar que a alternativa que dispõe uma dupla de termos que não são acentuados pela mesma razão é:

Alternativas
Q2630456 Português

As três bonecas


Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:

– Tenho uma boneca pra você!

Um forte desejo se acendeu na menina.

– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.

A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.

– É assim! – disse, abraçada à revista.

Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.

Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:

– Tua boneca está lá guardada, esperando.

“Esperando o quê?”.

– Podia ter trazido. Comprei outra.

“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.

A mulher continuava:

– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.

“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.

Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…

Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:

– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.

“Três? Sério?”

Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.

Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.

O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…


(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)

Quando se tem a redução de duas ou mais sílabas a uma só, ou de duas vogais a uma, tem-se o fenômeno denominado contração, presente no texto em trechos como “Tenho uma boneca pra você!” (2º§), “Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas.” (14º§) e “Um dia, Ju rolou pro chão mesmo.” (21º§). É correto afirmar que, nos termos sublinhados, houve a contração de:

Alternativas
Q2630452 Português

As três bonecas


Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:

– Tenho uma boneca pra você!

Um forte desejo se acendeu na menina.

– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.

A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.

– É assim! – disse, abraçada à revista.

Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.

Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:

– Tua boneca está lá guardada, esperando.

“Esperando o quê?”.

– Podia ter trazido. Comprei outra.

“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.

A mulher continuava:

– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.

“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.

Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…

Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:

– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.

“Três? Sério?”

Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.

Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.

O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…


(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)

Considere os termos sequencialmente elencados: “[...] colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas.” (1º§). É correto afirmar que todos eles, à exceção da conjunção “e”, têm em comum o fato de serem:

Alternativas
Q2630451 Português

As três bonecas


Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:

– Tenho uma boneca pra você!

Um forte desejo se acendeu na menina.

– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.

A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.

– É assim! – disse, abraçada à revista.

Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.

Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:

– Tua boneca está lá guardada, esperando.

“Esperando o quê?”.

– Podia ter trazido. Comprei outra.

“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.

A mulher continuava:

– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.

“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.

Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…

Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:

– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.

“Três? Sério?”

Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.

Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.

O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…


(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)

Com base no desfecho do texto, é possível depreender que:

Alternativas
Q2629486 Geografia

Observe o mapa a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Mesorregiões são delimitações territoriais utilizadas no âmbito do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para agrupar municípios que compartilham características geográficas, econômicas, sociais e culturais semelhantes. Essas divisões visam facilitar a análise e organização de dados estatísticos, proporcionando uma compreensão mais aprofundada das particularidades regionais do país. Nesse contexto, considerando a divisão do estado de Goiás, em qual mesorregião se localiza o município de Israelândia?

Alternativas
Respostas
1841: B
1842: C
1843: C
1844: D
1845: A
1846: C
1847: B
1848: B
1849: D
1850: C
1851: A
1852: B
1853: A
1854: D
1855: C
1856: A
1857: B
1858: D
1859: C
1860: C