Foram encontradas 19.035 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Uma edificação industrial com medidas 12 m X 17 m e altura 7,5 m, possui teto cor branca, paredes claras e piso escuro. A iluminância adotada é 500 lux, o fator de utilização é 0,66 e o fator de depreciação do serviço da luminária é 0,70. Utilizando o método dos lúmens e desconsiderando a melhor adequação da distribuição na área em questão, a quantidade necessária de refletores de 400 W, nas condições apresentadas, será:
Para a definição dos preços dos serviços de construção emprega-se o BDI – Benefícios e Despesas Indiretas. Sobre o BDI, assinale a alternativa correta.
Plugues e tomadas podem ser empregados como dispositivos de comando funcional, desde que sua corrente nominal NÃO seja superior a:
As classes de incêndio são divididas em cores e desenhos padronizados. Com base no exposto, a afirmativa correta é:
São exemplos de redes sociais na Internet:
No MS Excel 2003, considere a seguinte planilha:
O resultado da fórmula aplicada em B1 é:
Considerando a tabela a seguir:
3 |
4 |
5 |
6 |
8 |
10 |
9 |
12 |
15 |
12 |
16 |
20 |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
O valor da soma dos elementos da 45ª linha é:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
......................................................................................................
No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.
A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana”.
Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil”, mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.
A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática”, não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?
(BARRETO, André Asso. Rev. : agosto de 2012, p. 27-29.)
Preserva-se o acento grave no “a” – em “[...] levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão.” (§ 3) – caso se reescreva “à total confusão” como se propõe em:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
......................................................................................................
No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.
A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana”.
Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil”, mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.
A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática”, não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?
(BARRETO, André Asso. Rev. : agosto de 2012, p. 27-29.)
Altera-se o sentido de: “[...] em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, EMBORA não tenham ‘utilidade prática’, não perdem seu valor [...]” (§ 5), com a substituição da conjunção destacado por:
A descrição da propagação eletromagnética em termos de raios é baseada na chamada Teoria da Óptica Geométrica (TOG). Considerando somente meios homogêneos, assinale a alternativa correta relacionadas com a TOG.
No domínio da frequência, como se caracteriza a permissividade elétrica de um material anisotrópico, inhomogêneo, e com perdas?
Com relação às Equações de Maxwell em meios materiais, assinale a alternativa correta.
Considere um enlace óptico de 100 km, composto por um laser com 1 mW de saída, uma fibra óptica monomodo com perdas de 0,2 dB/km, e um fotodiodo com sensibilidade de 35 dBm. Assuma que as perdas por acoplamento entre a fonte para a fibra são de –2 dB, que as perdas devido às junções ao longo da fibra são de –1,5 dB, e que as perdas por acoplamento da fibra para o detetor são de –1,5 dB.
Assinale qual é a máxima distância que ainda poderia ser aumentada a esse enlace se mantivermos a mesma fonte, a fibra, as perdas nas junções, o detetor, e assumirmos 0 dB de margem.
Assinale a alternativa correta considerando um enlace de comunicações ópticas operando em 1 550 nm, composto por uma fibra típica monomodo, também conhecida como SMF (single mode fiber), e componentes típicos na transmissão e na recepção, como: laser semicondutor (LS), LED, fotodiodo PIN (FDPIN) e fotodiodo de avalanche (FDA).
Considere o modo fundamental de uma fibra óptica com perfil degrau típica para comunicações ópticas e assinale a alternativa correta.
Considere um guia óptico integrado reto com constante de atenuação α dada por 0,8 dB/cm. Expresse esta constante em Np/km.
Assuma log10 e = 0,4 e ln 10 = 2,3As curvas de dispersão modal de um guia dielétrico laminar (slab) simétrico sem perdas podem ser apresentadas por meio das curvas universais b versus V. Sobre isso, assinale a alternativa correta.
Considere uma fibra óptica com perfil degrau típica para comunicações ópticas, com raio a, contraste de índice Dn e operando num comprimento de onda λ0. Assuma que sob essas condições a fibra se comporta no regime monomodo. Como devem variar cada um desses parâmetros mantendo os outros dois constantes, para que essa fibra passe para o regime multimodo?
Assinale a alternativa correta, considerando uma fibra óptica com perfil degrau típica para comunicações ópticas. Os modos LP11, LP01 e LP31 possuem degenerescência
Considere uma fibra óptica com perfil degrau típica para comunicações ópticas. É sabido que os modos que se propagam ao longo desta são chamados de LPnm.
Com relação às suas características, assinale a alternativa correta.