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Q4315156 Medicina
Gestante de 38 anos, G3PC1A1, com 38 semanas de gestação, comparece a um pronto atendimento referindo sangramento vaginal, iniciado há 1 hora. Ela descreve o sangramento como moderado, de cor vermelho vivo, e afirma que iniciou após um episódio de forte dor abdominal. Relata que, desde então, o útero permanece “muito duro” e que percebeu redução dos movimentos fetais. Nega perda de líquido. A paciente possui histórico de hipertensão gestacional na gravidez atual. Ao exame físico, mostra-se pálida, com PA 150 x 95 mmHg e FC 105 bpm. O abdome está doloroso à palpação, com hipertonia uterina. Identifica-se batimento cardíaco fetal variando de 100 a 110 bpm de forma sustentada. A inspeção especular revela moderada quantidade de sangue vermelho vivo no fundo vaginal.

Qual é a conduta imediata nessa situação? 
Alternativas
Q4315155 Medicina
Homem de 45 anos, sem comorbidades, realizou hernioplastia inguinal aberta com tela há 7 dias, e retorna ao ambulatório com dor no local da cirurgia. Nega febre ou calafrios. Ao exame físico, apresenta, no terço médio da ferida operatória: área de tumefação; rubor e calor. Não há evidências de acometimento de fáscia ou plano muscular.

Diante do quadro apresentado, qual é a conduta nesse momento?
Alternativas
Q4315154 Medicina
Escolar de 8 anos, asmático prévio sem tratamento intercrises e com uso frequente de salbutamol de resgate (4 vezes nos últimos 6 meses), deu entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento em crise aguda de asma. Na admissão, apresentava fala entrecortada, FR 40 irpm, SatO2 90% em ar ambiente, FC 112 bpm, murmúrio vesicular abafado e retração de fúrcula. Foi monitorizado, prescrito corticoide via oral e 3 ciclos de salbutamol e ipratrópio por via inalatória. Após o tratamento inicial, o paciente mantém fala entrecortada, FR 42 irpm, SatO2 92% em ar ambiente, FC 128 bpm, sibilos difusos, retração de fúrcula, uso de musculatura abdominal e tempo expiratório prolongado.

A conduta medicamentosa após o tratamento inicial é administrar
Alternativas
Q4315153 Medicina
Mulher de 56 anos, hipertensa mal controlada, com obesidade grau 3, tabagista ativa de 60 maços/ano, procura uma Unidade de Pronto Atendimento por dor torácica, iniciada há 2 horas e 30 minutos. A dor é do tipo queimação, retroesternal, que piora com esforço e melhora com repouso. O eletrocardiograma demonstrou infradesnivelamento do segmento ST > 0,5 mm em V1, V2, V3 e V4. Foi realizada dosagem de troponina de alta sensibilidade à admissão, com resultado de 6 ng/L (VR: até 9 ng/L). Após administração de nitrato e morfina, a paciente está hemodinamicamente estável e sem dor.

Qual é a próxima conduta no manejo dessa paciente? 
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Q4315152 Medicina
Estudante de 17 anos comparece espontaneamente a uma Unidade Básica de Saúde com relato de tristeza e dificuldade de relacionamento com os pais. Refere que já pensou em “sumir” depois da última briga em casa, mas nega intenção ou planejamento suicida, afirmando que não quer morrer, “só queria que esse sentimento ruim passasse”. Segundo seu relato, perdeu interesse nas atividades do dia a dia e, nos últimos meses, passou a maior parte do tempo em seu quarto, mas tem mantido sono regular, apetite inalterado, bom desempenho escolar, além de funcionalidade preservada. Afirma não usar substâncias psicoativas e nega comportamentos autolesivos ou tentativas de suicídio anteriores.

Considerando o quadro apresentado e o manejo na atenção primária, a conduta inicial para esse paciente é
Alternativas
Q4315150 Medicina
Homem de 27 anos procura Unidade Básica de Saúde referindo febre, mialgia, artralgia, cefaleia e dor retroorbitária, iniciadas há 7 dias. Relatou vômitos frequentes há 2 dias. Nega ter viajado nas últimas 2 semanas. O exame físico mostra: temperatura axilar 39 °C; desidratado (2+/4+); PA 80 x 50 mmHg; FC 120 bpm; FR 22 irpm; abdome com dor difusa à palpação profunda; exantema maculopapular em tronco e membros superiores.

A confirmação do diagnóstico provável nesse caso será determinada por
Alternativas
Q4315149 Medicina
Mulher de 35 anos, nuligesta, comparece à consulta em Unidade Básica de Saúde com queixa de dismenorreia progressiva e de hematoquezia quando está menstruada. Relata que as cólicas menstruais pioraram há 5 anos e que precisou procurar o pronto-socorro em duas ocasiões por dor pélvica forte e necessidade de medicação intravenosa. Afirma não fazer uso de contracepção hormonal por não ter atividade sexual há 10 anos. Nega doenças crônicas ou uso de medicações. Refere constipação, com piora nos últimos 6 meses, e distensão abdominal. Ao exame físico, observa-se abdome indolor à palpação; exame especular sem lesões visíveis; toque vaginal com dor à mobilização do colo uterino; útero pouco móvel; palpação de nódulos endurecidos e doloridos em fórnice vaginal posterior.

Considerando-se a provável hipótese diagnóstica, qual é o exame de referência para investigação inicial nesse caso?
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Q4315148 Medicina
Gestante de 32 semanas é socorrida por equipe de atendimento pré-hospitalar após sofrer acidente automobilístico. A paciente está conversando. Apresenta: escala de Glasgow 12; FC 108 bpm; PA 90 x 60 mmHg. É imobilizada em prancha rígida com colar cervical.

Qual é a conduta indicada para otimizar o retorno venoso materno, durante o transporte, sem risco de comprometer a estabilização da coluna vertebral da paciente?
Alternativas
Q4315147 Patologia
Criança de 4 anos, previamente saudável, é levada a uma Unidade de Pronto Atendimento após início súbito de dificuldade respiratória, estridor inspiratório intenso, sialorreia, postura sentada em tripé, aspecto tóxico e rebaixamento de nível de consciência. A mãe relata que a criança estava bem até poucas horas antes do episódio. Ao exame: FC 160 bpm; FR 50 irpm; SatO2 86% em ar ambiente; temperatura axilar 40 °C. A criança apresenta piora da dispneia à manipulação.

Qual é a principal hipótese diagnóstica nesse caso?
Alternativas
Q4315146 Medicina
Homem de 75 anos, residente em instituição de longa permanência, com histórico de declínio cognitivo leve, é levado a uma Unidade Básica de Saúde devido a quadro de confusão mental progressiva iniciado há 7 dias, associado a astenia, tosse e agitação psicomotora. No segundo dia de sintomas, foi iniciada ciprofloxacina empiricamente, sem melhora. O paciente apresenta hipertensão arterial e dislipidemia bem controladas. O exame físico revela: paciente confuso no tempo e no espaço; temperatura axilar 36,1 °C; PA 110 x 60 mmHg; FC 98 bpm; FR 21 irpm; SatO2 94% em ar ambiente. Ausculta respiratória com estertores finos em bases bilateralmente.

Qual é a conduta inicial para esse paciente?
Alternativas
Q4315129 Medicina
O manual do Advanced Trauma Life Support especifica que a cricotireoidectomia é preferível à traqueotomia para a maioria dos pacientes que necessita de uma via aérea cirúrgica na Emergência.
Com relação à indicação desse procedimento, destaca-se o seguinte critério:
Alternativas
Q4315085 Medicina
Assinale a afirmativa correta sobre a disfagia.
Alternativas
Q4314936 Patologia
Durante o atendimento terapêutico-ocupacional domiciliar, observou-se que o senhor Ricardo, 32 anos, apresentava mão direita em garra, úlceras plantares, áreas avermelhadas persistentes com alteração da sensibilidade e diminuição da sudorese, além de queixas de dormência no membro afetado. Diante desses achados, o terapeuta ocupacional orientou o paciente a procurar uma Unidade de Atenção Primária à Saúde para investigação diagnóstica.

Qual condição clínica deve ser considerada como principal hipótese diagnóstica? 
Alternativas
Q4314916 Medicina
Durante a avaliação Neurológica Simplificada, a paciente apresentou alteração no movimento de extensão de punho, conforme ilustrado na figura abaixo. 

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a opção que indica, corretamente, o nervo periférico responsável por esse movimento. 
Alternativas
Q4314795 Medicina
Menino de 12 anos é levado à consulta por seus pais devido a cansaço aos esforços associados a dor torácica precordial, que melhoram em repouso. Houve progressão dos sintomas no último mês razão pela qual procuraram atendimento. Os pais relatam que o paciente apresenta bom desempenho escolar, mas nunca se interessou pela prática esportiva, por achar que “não levava jeito”. Nega febre, síncope, palpitações, assim como qualquer outra comorbidade, história familiar de cardiopatia ou uso de medicamentos.

Ao exame: lúcido, orientado, fácies atípica, eupneico em ar ambiente, corado, acianótico. Estatura reduzida para a idade. PA: 100x60 mmHg. FC: 102 bpm, FR: 18 irpm, SatO2: 96%. Ausculta pulmonar sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável na linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B3), com sopro sistólico em foco mitral 2+/6+. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal e com alterações de repolarização sugestivas de isquemia anterolateral. Ecocardiograma transtorácico revelou dilatação do ventrículo esquerdo com fração de ejeção de 40% e insuficiência mitral moderada secundária. Em seguida, foi solicitada uma angiotomografia coronariana, que revelou a seguinte imagem.


A coronariografia pode demonstrar uma artéria coronária dilatada originando-se da aorta, preenchendo a artéria anômala por meio de colaterais e drenando retrogradamente para a artéria pulmonar.
Alternativas
Q4314764 Medicina
Mulher de 74 anos, com hipertensão e diabetes mellitus, em uso de indapamida, enalapril, metformina e empagliflozina, é atendida na emergência devido a dor torácica retroesternal, começada há cerca de 14 horas, enquanto assistia televisão. A dor variou de intensidade desde o início, por vezes irradiando para ambos os membros superiores, e aumentando gradualmente nas últimas duas horas. Nega febre, dispneia, síncope, náuseas ou vômitos. Nega outras comorbidades. Nega também viagens recentes.

Ao exame: bom estado geral, eupneica em ar ambiente, corada, acianótica, referindo dor torácica de moderada intensidade no momento do exame, que não piora à palpação. Pulsos periféricos amplos e simétricos. Frequência cardíaca: 60 bpm; pressão arterial: 124 x 68 mmHg; SatO2: 96%. Murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros ou atrito pericárdico; Abdome flácido, indolor; membros inferiores sem alterações. 

O eletrocardiograma de admissão está a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



Considerando o quadro clínico e o eletrocardiograma, o diagnóstico mais provável é

Alternativas
Q4314715 Medicina
Paciente de 29 anos, sexo masculino, comerciante, residente em Recife, procura um serviço de emergência com febre, mal-estar e mialgia difusa há 72 horas. Considerada a hipótese inicial de dengue, ele foi orientado a aumentar a hidratação oral e retornar em caso de piora clínica. Cinco dias depois, retorna à emergência queixando-se de estar urinando pouco e sentido muita dor nas pernas, e de ter percebido que sua pele estava cada vez mais amarelada. Informou ainda ter retornado há 10 dias de uma viagem de uma semana ao interior de Pernambuco, onde nadou em pequenas represas e alimentou-se em comunidades rurais. Foi admitido na unidade para investigação diagnóstica.

Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, a confirmação da etiologia poderá ser realizada por meio de 
Alternativas
Q4314675 Medicina
Em 2026, o mundo reacendeu o alerta para a epidemia de Ebola no continente africano, iniciada na República Democrática do Congo e em Uganda. A preocupação quanto a essa doença, causada por um vírus da família Filoviridae, se deve a sua alta letalidade, que pode chegar até 80% em alguns cenários. A doença caracteriza-se como uma síndrome febril aguda, acompanhada de sintomas inespecíficos como cefaleia, odinofagia e artralgia. Rash pode estar presente e, ao fim da primeira semana, sintomas gastrointestinais, respiratórios e neurológicos podem compor o quadro, e inicia-se período de maior gravidade. A gravidade pode ser marcada por choque hipovolêmico, coagulopatia disseminada, e arritmias cardíacas, evoluindo com falência de múltiplos órgãos.

Quanto à sua transmissão, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314674 Medicina
Paciente de 11 anos, sexo feminino, natural e residente de Rio Verde (GO), é admitida em um hospital com história de febre diária há seis semanas, perda ponderal de 4 kg, inapetência, astenia intensa e aumento progressivo de linfonodos cervicais, axilares e inguinais. Nas duas semanas antecedentes, evoluiu com dor abdominal e distensão.

Ao exame físico, apresenta-se em mau estado geral, desidratada, hipocorada, com linfonodomegalias generalizadas, algumas coalescentes e fistulizadas, além de hepatoesplenomegalia. Foi submetida a biópsia de linfonodo, cujo exame direto com KOH demonstrou formas leveduriformes gemulantes com múltiplos brotamentos.

Considerando o quadro clínico e o achado laboratorial descrito, a conduta mais adequada é 
Alternativas
Q4314673 Medicina
Paciente de 47 anos, sexo feminino, há 17 anos teve diagnóstico confirmado de infecção pelo HIV por ocasião da sua última gestação. Há 12 anos parou de frequentar o ambulatório de infectologia pois "nunca apareceu o vírus nos exames". Retornou hoje, por insistência da filha, uma vez que o pai faleceu por complicações da SIDA. Ao rever o prontuário da paciente, nota-se que ela nunca apresentou carga viral detectável ou queda da contagem de linfócitos TCD4+ e, por isso, não teve indicação de terapia antirretroviral (TARV) na época. Ela relata que nunca teve qualquer problema de saúde durante o período e que, no momento, não apresenta qualquer sintoma ou queixa.

Diante do exposto, e com base nas recomendações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos, deve-se esclarecer a essa paciente que ela
Alternativas
Respostas
1761: A
1762: C
1763: A
1764: C
1765: C
1766: D
1767: D
1768: C
1769: C
1770: B
1771: B
1772: B
1773: B
1774: B
1775: A
1776: C
1777: E
1778: A
1779: D
1780: A