Estudante de 17 anos comparece espontaneamente a
uma Unidade Básica de Saúde com relato de tristeza e
dificuldade de relacionamento com os pais. Refere que já
pensou em “sumir” depois da última briga em casa, mas
nega intenção ou planejamento suicida, afirmando que não
quer morrer, “só queria que esse sentimento ruim passasse”.
Segundo seu relato, perdeu interesse nas atividades do dia
a dia e, nos últimos meses, passou a maior parte do tempo
em seu quarto, mas tem mantido sono regular, apetite
inalterado, bom desempenho escolar, além de funcionalidade
preservada. Afirma não usar substâncias psicoativas e nega
comportamentos autolesivos ou tentativas de suicídio
anteriores.
Considerando o quadro apresentado e o manejo na atenção
primária, a conduta inicial para esse paciente é