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Qual é o próximo passo?
Paciente de 36 anos, saudável. Mãe com câncer de mama aos 48 anos; tia materna com câncer de ovário aos 55; avô materno com câncer de próstata metastático aos 72. Paciente solicita avaliação de risco e testes genéticos.
A conduta mais adequada é
Mulher de 29 anos, 10 meses após bypass gástrico em Y-de-Roux, deseja contracepção eficaz. Sem comorbidades; nega tabagismo. Sem desejo gestacional no próximo ano.
Qual é a melhor opção contraceptiva imediata?
Paciente de 34 anos, com oligo-amenorreia há 8 meses, ondas de calor e secura vaginal. Teste de gravidez negativo. Exames: FSH 36 UI/L e estradiol 18 pg/mL. TSH e prolactina normais. Sem cirurgias pélvicas prévias. Deseja aconselhamento sobre diagnóstico e tratamento.
A conduta mais apropriada é
Mulher de 28 anos, dor abdominal intensa, febre de 39 ºC, leucocitose e massa pélvica à palpação. Ultrassonografia mostra abscesso tubo-ovariano de 6 cm.
A conduta mais adequada, nesse caso, é
Mulher de 45 anos apresenta mamografia com lesão espiculada de 1,6 cm, BI-RADS 4.
Qual é o próximo passo diagnóstico?
Mulher de 56 anos, histerectomizada, com sintomas vasomotores intensos. História familiar de câncer de mama em tia materna aos 72 anos. Mamografia recente normal. Deseja iniciar terapia hormonal.
Qual a melhor opção?
Paciente de 36 anos, sem desejo reprodutivo, refere dor pélvica intensa e dispareunia profunda há anos, refratária ao uso de contraceptivo combinado e análogo de GnRH. RM evidencia endometriose profunda com acometimento retovaginal.
Qual a melhor conduta?
Mulher de 49 anos, obesa, com sangramento uterino irregular. A biópsia endometrial revelou hiperplasia endometrial complexa com atipia. Não deseja gestação futura.
Em relação à conduta mais adequada, assinale a alternativa correta.
Mulher de 32 anos, assintomática, apresenta achado incidental de cisto ovariano direito simples, unilocular, de 5,5 cm, parede fina, sem septos ou vegetações. Não há ascite.
Qual deve ser a conduta?
Mulher de 52 anos, sem antecedentes familiares, comparece para exame de rotina.
O protocolo de rastreamento do câncer de mama recomendado pelo Ministério da Saúde é mamografia
Mulher de 27 anos, com ciclos irregulares desde a menarca, acne e hirsutismo leve. Exames mostram aumento do volume ovariano bilateral e relação LH/FSH >2. Glicemia e perfil lipídico normais.
A conduta mais adequada inicialmente é
Mulher de 38 anos apresenta descarga papilar unilateral, espontânea, de cor serossanguinolenta. Não palpa nódulos. Relizou mamografia e ultrassonografia BIRADS-2.
Em relação à conduta inicial mais apropriada, assinale a alternativa correta.
Mulher de 29 anos, sem antecedentes relevantes, apresentou resultado citológico LSIL (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau).
Qual deve ser a conduta inicial adequada?
Mulher de 46 anos, dor pélvica leve e massa anexial unilateral ao ultrassom. Serviço sem expert IOTA disponível. CA-125 discretamente elevado.
Qual a melhor abordagem pré-operatória para estimar risco de malignidade?
Mulher de 52 anos, 1 ano de amenorreia, fogachos intensos, sem comorbidades, IMC 24, PA 118/76, mamografia recente normal. Útero presente.
Qual a melhor conduta inicial?
Paciente de 34 anos, 2 anos de infertilidade primária, dor pélvica leve, endometriomas bilaterais 6,0 cm ao ultrassom. Sem outros fatores masculinos.
A estratégia inicial mais apropriada é
Mulher de 22 anos com dor pélvica baixa há 4 dias, corrimento, febre 37,8 ºC, dor à mobilização cervical; sem vômitos, hemodinamicamente estável, sem gestação.
Qual o local de tratamento e o esquema inicial mais adequados?
Nesse caso, a conduta mais adequada é
Mulher de 44 anos refere dor mamária bilateral, cíclica, há vários meses, associada à tensão pré-menstrual. Exame físico: mamas densas, sem nódulos palpáveis ou descarga papilar.
Em relação à conduta inicial, assinale a alternativa correta.