Foram encontradas 18.496 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Luiz César dos Santos Baía. Sala do artista popular: tradição, identidade e mercado. Dissertação de mestrado. UNIRIO, 2008 (com adaptações).
A partir das ideias suscitadas pelo texto, julgue o item subsequente, acerca de arte e cultura no Brasil.
As paneleiras de Goiabeiras, em Vitória, no Espírito Santo, confeccionam utensílios em barro utilizando o mesmo processo de fabricação indígena.
Luiz César dos Santos Baía. Sala do artista popular: tradição, identidade e mercado. Dissertação de mestrado. UNIRIO, 2008 (com adaptações).
A partir das ideias suscitadas pelo texto, julgue o item subsequente, acerca de arte e cultura no Brasil.
Em manifestações de cunho popular, tais como maracatu pernambucano, folia de reis fluminense e mineira, cavalhada de Pirenópolis (GO) e bumba-meu-boi maranhense, são construídas e reconstruídas maneiras de viver e de ver o mundo.
Luiz César dos Santos Baía. Sala do artista popular: tradição, identidade e mercado. Dissertação de mestrado. UNIRIO, 2008 (com adaptações).
A partir das ideias suscitadas pelo texto, julgue o item subsequente, acerca de arte e cultura no Brasil.
A vitalidade da cultura popular no Brasil desconsidera a viola caipira, os cancioneiros, os folguedos, a literatura de cordel, as invenções e bricolagens, bem como as festas profanas e os rituais religiosos.
Walter Benjamin. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. São Paulo: Brasiliense, 1993 (com adaptações).
Ver é sempre uma operação de sujeito, portanto é uma operação fendida, inquieta, agitada, aberta. Todo olho traz consigo sua névoa. Os pensamentos binários, os pensamentos do dilema são, assim, incapazes de perceber seja o que for da economia visual como tal. Não há que escolher entre o que vemos (com sua consequência exclusiva num discurso que o fixa, a saber, a tautologia) e o que nos olha (com o obstáculo exclusivo no discurso que o fixa, a saber, a crença). Há apenas que se inquietar com o entre.
Georges Didi-Huberman. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Editora 34, 1998 (com adaptações).
Considerando as ideias suscitadas pelos textos acima, julgue o item que se segue.
No primeiro texto, a dinâmica de aproximação e distanciamento é atribuída ao caráter aurático da obra de arte, ao passo que, no segundo texto, essa dinâmica perpassa pela obra e pelo olhar do observador.
Considerando-se a perspectiva inclusiva, não se admite, na organização curricular da educação básica, a possibilidade de currículo específico para o atendimento dos educandos com necessidades educacionais especiais.
A existência de uma base curricular comum nacional impede que os sistemas estaduais de ensino desenvolvam atividades relacionadas a peculiaridades locais.
A alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho acima é:
No livro citado, a autora refere que o elemento visual volume ultrapassa a estrutura bidimensional e o considera como “elemento mais dinâmico”. Para haver configurações de volumes, são necessários dois elementos visuais definidos como “aspectos essenciais”, quais sejam: