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1. Arte Conceitual. 2. Instalação Artística. 3. Arte Digital / Web Arte. 4. Land Arte.
( ) Uso do espaço natural ou paisagem como suporte e elemento da obra.
( ) Foco na ideia/conceito e desmaterialização da obra.
( ) Uso de tecnologia, internet, interatividade, realidade virtual ou aumentada.
( ) Criação de espaços imersivos que transformam o ambiente e envolvem o espectador.
( ) As diretrizes educacionais brasileiras determinam que a exibição de filmes no contexto escolar deve priorizar exclusivamente produções estrangeiras, como forma de ampliar o repertório cultural dos estudantes.
( ) O cinema, ao produzir imagens, memórias e narrativas, possibilita novas formas de experimentar e compreender o mundo, contribuindo para a formação de subjetividades e para o diálogo com a diversidade cultural.
( ) As normativas educacionais que tratam do uso de dispositivos eletrônicos nas escolas buscam restringir seu uso indiscriminado, mas admitem sua utilização para fins pedagógicos, desde que haja mediação docente e respeito aos direitos dos estudantes.
( ) As práticas cinematográficas na escola restringem-se à exibição de filmes, não contemplando experiências de criação, experimentação estética ou produção audiovisual pelos alunos.
“O axé, ou axé music, designa produções e manifestações ______ originadas na estética do Carnaval ______ de finais do século XX, assentes sobretudo em fusões criativas de ______, guitarra e teclado eletrônico entre ritmos brasileiros e ______, com mesclas de pop-rock. Na sua gênese, ainda, acha-se o ritmo ______ do candomblé” (Enciclopédia Itaú Cultural, 2026).
( ) A videodança é um produto híbrido realizado com a mistura entre o audiovisual e a dança e tem como principal elemento o movimento.
( ) O vídeo deixa de ser apenas meio para se transformar em um “sistema de expressão”, conforme descreve o pesquisador Arlindo Machado (1949).
( ) Se difere do mero registro documental de um espetáculo porque pressupõe uma adaptação do que é captado do palco para a linguagem televisiva ou a criação de danças concebidas especialmente para a projeção na tela.
( ) No Brasil, a videoarte e a videodança têm seu início nos anos 1970 com o trabalho da coreógrafa e videomaker paulista Analivia Cordeiro (1954).
( ) O primeiro evento a reunir obras do tipo no país, mesmo que apenas estrangeiras, é a “Mostra Gradiente de Filmes de Dança”, realizada em São Paulo, em 1992, que apresenta títulos arquivados da Cinèmathèque de la Danse de Paris [Cinemateca de Dança de Paris] e da New York Public Library for the Performing Arts [Biblioteca Pública de Artes Cênicas de Nova Iorque].
1. Dança popular. 2. Dança contemporânea. 3. Dança afro.
( ) Esse termo reúne questões importantes para o entendimento das práticas artísticas e ideológicas que permeiam a dança no Brasil, como brasilidade, autenticidade, corporalidade e alteridade. O termo pode se referir a danças que acontecem em contextos tradicionais e comunitários; danças encenadas que têm como referência danças tradicionais e comunitárias; e ainda, danças conhecidas de um grande público.
( ) Nome dado à dança baseada na gestualidade litúrgica afro-brasileira. Apresenta um cenário coreográfico coeso e multifacetado.
( ) É uma expressão popularizada a partir dos anos 1970 para se referir ao conjunto de práticas coreográficas e estéticas que se distingue das referências do balé clássico e da dança moderna.
1. Artes Visuais. 2. Artes Cênicas. 3. Dança. 4. Música.
( ) Vivencia os elementos do som e da música por meio da escuta ativa, do cantar, tocar, criar e improvisar, compreendendo ritmo, melodia, harmonia e discurso musical, além de reconhecer a diversidade cultural e o uso de tecnologias.
( ) Desenvolve a interpretação e criação de imagens por meio da articulação dos elementos da linguagem visual, como ponto, linha, forma, cor, luminosidade e espaço, considerando contextos históricos, culturais e tecnológicos, incluindo produções indígenas, africanas e digitais.
( ) Explora movimentos corporais organizados em sequências coreográficas, promovendo a expressividade, a criatividade, o autoconhecimento corporal, o respeito ao outro e a valorização das manifestações culturais e do patrimônio histórico.
( ) Investiga elementos da linguagem teatral, como figurino, cenário, iluminação, dramaturgia e sonoplastia, por meio de jogos, improvisações e composição cênica, valorizando a expressão corporal, vocal e o repertório cultural.
1. Criação. 2. Expressão. 3. Fruição. 4. Estesia. 5. Crítica. 6. Reflexão.
( ) Sensibilidade estética e percepção sensível por meio da relação corpo-sentidos-arte.
( ) Experimentação de materiais, técnicas e procedimentos em produções individuais e coletivas por meio de processos criativos autorais.
( ) Pensar sobre o próprio processo de aprendizagem conectando arte, cultura e sociedade a partir das relações entre arte, ética, identidade e diversidade, discutindo sentidos, valores e significados.
( ) Leitura de imagens, sons, gestos e cenas realizando análise dos contextos sociais, históricos e culturais para construir posicionamento crítico diante da arte.
( ) Uso expressivo do corpo, do som, da imagem e da cena, comunicando sentidos e construindo narrativas poéticas e simbólicas.
( ) Apreciação de obras artísticas por meio de vivências estéticas, experiências sensoriais e emocionais com a arte.
I. O professor tem um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem, que é o de mediador na leitura e interpretação dos signos e na construção do conhecimento em Arte.
II. O objetivo precípuo do ensino da Arte na educação básica é propiciar o desenvolvimento das capacidades criativa, reflexiva e crítica, bem como o aprendizado estético e sensível.
III. Se faz possível, nas aulas de Arte, utilizar abordagens a partir da história da arte, cuja perspectiva que deve ser tomada é a organização cronológica, isto é, o ponto de partida pode ser relações entre temas e/ou contextos sociais, por meio de análises e leituras comparativas, destacando-se além dos aspectos formais e/ou a linearidade/sucessão de movimentos artísticos, as questões do universo artístico que foram resolvidas em tempos e espaços diversos.
IV. Para que os estudantes desenvolvam os saberes artísticos de forma significativa, é importante que a fruição artística não seja apenas livre e/ou no campo do sensível, mas que articule as dimensões do conhecimento como indicado na BNCC.