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As principais discussões da geopolítica ambiental.
As mudanças climáticas estão no centro das preocupações globais. O aumento das temperaturas, a elevação do nível do mar e os eventos climáticos extremos afetam todos os países, mas essas consequências são particularmente mais graves em regiões vulneráveis. Essas mudanças não só resultam em desastres naturais e crises humanitárias, como também influenciam políticas de comércio, segurança e desenvolvimento. Alguns países em desenvolvimento, por exemplo, enfrentam grandes dificuldades em adaptar as suas economias aos impactos ambientais. As nações desenvolvidas, por sua vez, precisam lidar com as pressões para reduzir suas emissões de carbono. As negociações climáticas internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP) , tentam reunir esforços para mitigar os impactos das mudanças climáticas. As soluções, porém, muitas vezes são desafiadas por conta de interesses econômicos conflitantes.
Extraído de: https://posdigital.pucpr.br/blog/geopolitica-ambiental
Considerando o texto apresentado, a trajetória histórica dos acordos e cúpulas climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) e os fundamentos do Ensino de Ciências voltado para a Alfabetização Científica e a Educação Ambiental Crítica, analise as afirmativas a seguir:
I. O Protocolo de Quioto (1997), adotado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), inovou ao estabelecer metas quantitativas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) exclusivamente para os países industrializados (Anexo I), fundamentando-se no princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas". No entanto, encontrou severas limitações práticas, como a não ratificação por grandes emissores históricos e a ausência de mecanismos coercitivos eficazes de cumprimento.
II. O Acordo de Paris (2015), firmado na COP 21, representou uma mudança estrutural na diplomacia climática ao abandonar o modelo centralizado de imposição de metas e adotar as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), nas quais cada país define voluntariamente suas metas de mitigação e adaptação. Essa flexibilidade, embora tenha ampliado a adesão global, transfere a responsabilidade e o ônus do monitoramento e da ambição climática para instâncias nacionais, fragilizando a garantia do cumprimento coletivo para manter o aquecimento global abaixo de 1,5 °C.
III. A Conferência de Estocolmo (1972) marcou o nascimento oficial da agenda ambiental internacional da ONU, institucionalizando o conceito de desenvolvimento sustentável e estabelecendo metas vinculantes imediatas para a erradicação da pobreza e o controle demográfico global, diretrizes que foram posteriormente ratificadas na Conferência Rio-92 sem quaisquer contestações teóricas por parte dos países do Sul Global.
IV. A inserção curricular da temática das negociações internacionais sobre o clima na Educação Básica, sob a ótica da Educação Ambiental Crítica, deve afastar-se de abordagens meramente tecnicistas ou salvacionistas individuais, priorizando a compreensão das dimensões geopolíticas, econômicas e sociais que estruturam a crise ecológica contemporânea, articulando conceitos termodinâmicos da atmosfera com a justiça socioambiental.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Considerando a indissociabilidade entre cuidar e educar na Educação Infantil, a centralidade das crianças como sujeitos de direitos e o caráter pedagógico das situações cotidianas de cuidado, analise as afirmativas a seguir.
I. Em uma turma de crianças bem pequenas, os momentos de alimentação, higiene, repouso e organização dos espaços devem integrar o planejamento pedagógico, pois neles as crianças estabelecem vínculos, comunicam necessidades, ampliam conhecimentos sobre o corpo e a cultura, participam de decisões possíveis e constroem progressivamente autonomia, reciprocidade e confiança.
II. A indissociabilidade entre cuidar e educar pode ser assegurada por uma divisão funcional do trabalho: às monitoras cabem as ações de higiene, alimentação e proteção física, enquanto às professoras compete o desenvolvimento das atividades pedagógicas, desde que ambas cumpram suas atribuições com eficiência e mantenham registros sobre as crianças.
III. Uma pedagogia do cuidado exige que as práticas docentes reconheçam as crianças como participantes das relações de cuidado, o que implica observar seus gestos e expressões, dialogar, respeitar ritmos e singularidades, oferecer segurança afetiva e física e transformar situações cotidianas em experiências de interação, aprendizagem, pertencimento e desenvolvimento.
IV. Para promover a autonomia na Educação Infantil, as rotinas de cuidado devem ser organizadas por procedimentos uniformes e tempos previamente fixados para todo o grupo, reduzindo a intervenção dos adultos e evitando negociações durante a alimentação, a higiene e o repouso, pois a participação infantil nesses momentos compromete a eficiência institucional.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Sobre o processo de aprendizagem e desenvolvimento, na perspectiva histórico-cultural de Lev S. Vygotsky, analise as situações a seguir.
Situação 1 – Durante uma atividade de leitura, uma estudante lê autonomamente um texto compatível com sua escolaridade, identifica as informações principais e responde às questões propostas sem receber auxílio da professora ou dos colegas.
Situação 2 – Em uma atividade de produção textual, a estudante ainda não consegue organizar sozinha os argumentos. Com perguntas orientadoras da professora, exemplos, diálogo e colaboração de uma colega mais experiente, ela consegue elaborar o texto. Nas atividades posteriores, passa a realizar tarefas semelhantes com menor necessidade de apoio.
Situação 3 – A professora propõe à turma uma atividade que exige conceitos ainda não trabalhados e operações intelectuais muito distantes das capacidades em processo de formação dos estudantes. Mesmo com explicações, exemplos, pistas e colaboração, eles não conseguem compreender nem realizar a tarefa.
Assinale a alternativa que que apresenta, respectivamente, a caracterização correta das Situações 1, 2 e 3, segundo a teoria de Vygotsky.




Na abordagem dos gêneros textuais, defendemos que o desenvolvimento das capacidades de linguagem (Dolz; Schneuwly, 2004) dos estudantes, isto é, capacidade de ação, discursiva e linguístico-discursiva, deve ser realizado a partir da leitura e produção de diferentes textos, entre os quais incluímos o resumo escolar-acadêmico. Ciente disso, no caso do exemplar de resumo lido, pode-se afirmar que:
Após analisar a metodologia utilizada pela professora Marilda no contexto fictício apresentado, pode-se afirmar que, à luz da pedagogia da variação linguística, defendida por estudiosos como Marcos Bagno:
Após analisar a situação didática apresentada, pode-se afirmar que a metodologia do professor Gustavo:
Cale-se
Chico Buarque
Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga? Tragar a dor, engolir a labuta?
Mesmo calada a boca, resta o peito Silêncio na cidade não se escuta De que me vale ser filho da santa? Melhor seria ser filho da outra Outra realidade menos morta Tanta mentira, tanta força bruta
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado Se na calada da noite eu me dano Quero lançar um grito desumano Que é uma maneira de ser escutado Esse silêncio todo me atordoa Atordoado, eu permaneço atento Na arquibancada, pra a qualquer momento Ver emergir o monstro da lagoa
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
De muito gorda, a porca já não anda (cálice) De muito usada, a faca já não corta Como é difícil,(Pai) Pai, abrir a porta (cálice) Essa palavra presa na garganta Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade? Mesmo calado o peito, resta a cuca Dos bêbados do centro da cidade
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Talvez o mundo não seja pequeno (cálice) Nem seja a vida um fato consumado (cálice, cálice) Quero inventar o meu próprio pecado (cálice, cálice) Quero morrer do meu próprio veneno (Pai) (cálice, cálice) Quero perder de vez tua cabeça (cálice) Minha cabeça perder teu juízo (cálice) Quero cheirar fumaça de óleo diesel (cálice) Me embriagar até que alguém me esqueça (cálice)
Fonte: http.letras.mus.br
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1998, p.69-70), a leitura é “uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência”. Sabendo disso, pode-se afirmar, diante das discussões sobre a leitura como um ato processual, que a interpretação da música “Cale-se”, de Chico Buarque, reside:
"Using AI or digital tools in the ESL classroom just to replace whiteboards with screens is a missed opportunity. Real digital literacy happens when students collaborate on digital projects, remix content, and critically analyze the algorithms shaping their online feeds. We need agency, not just digitalization."
(Perfil @ EdTech_Global no Threads. Publicado em 15 maio 2026. Acesso em: 18 jul. 2026.)
Com base no posicionamento crítico apresentado no post e nas discussões contemporâneas sobre as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) no ensino de língua inglesa, assinale a alternativa que melhor expressa uma integração pedagógica coerente com essa perspectiva.