Questões de Concurso Para letras

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Q3993517 Português
O pano de _____________ é ideal para limpar vidros, pois não solta fiapos e ajuda a remover a sujeira de forma eficaz. Ele absorve bem os produtos de limpeza e garante que o vidro seque de forma uniforme, sem deixar marcas. Escolha a opção que preenche a lacuna:
Alternativas
Q3993514 Português
Para limpar móveis, comece tirando o pó com um pano seco ou espanador, depois use um pano úmido com ____________________ ou uma solução de água e vinagre para sujeiras gerais, sempre torcendo bem o pano para não encharcar a madeira e finalizando com um pano seco para lustrar; para manchas persistentes, uma pasta de bicarbonato de sódio e água pode ajudar, e evite produtos abrasivos, pois cada acabamento de móvel (verniz, cera, laqueado) requer cuidados específicos. Escolha a opção que preenche a lacuna: 
Alternativas
Q3993513 Português
Associe a primeira com a segunda coluna:

1 - Limpeza Básica.
2 - Detalhes e Cantos.
3 - Limpeza de piso.
4 - Superfícies e Vidros.
5 - Limpeza Pesada/Específica.

( ) Detergente neutro, sabão em barra.
( ) Vassouras (cerdas macias ou duras), rodos, MOPs (esfregões) e baldes.
( ) Panos de microfibra, flanelas, esponjas multiuso, limpador de vidros e rodinhos.
( ) Escovas sanitárias, escovas de nylon, espanadores.
( ) Desengordurantes, removedores de manchas, limpa-vidros.

No preenchimento das lacunas, a ordem CORRETA de cima para baixo é:
Alternativas
Q3993495 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas:
Alternativas
Q3993494 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classe gramatical dos termos em destaque no período: De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera.
Alternativas
Q3993493 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao número de fonemas das palavras acesso e capital, respectivamente: 
Alternativas
Q3993492 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam quatro sílabas:  
Alternativas
Q3993491 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo termo em destaque no período: Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras.
Alternativas
Q3993490 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província. 
Alternativas
Q3993489 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Alternativas
Q3993207 Inglês

        The claim to reason or rationality is the ultimate validation of the affirmation and assertion of the human condition. Aristotle’s definition of man as "a rational animal" was not spoken of the African and the Amerindian. Little did he realise that his definition of "man" laid down the foundation for the struggle for reason between colonialists and colonized peoples.

        Aristotle’s definition of man was deeply inscribed in the social ethos of those communities and societies which undertook the so-called voyages of discovery apparently driven by innocent curiosity. It seems then that the entire process of decolonisation has upheld and not jettisoned the questionable belief that "man is a rational animal" was not spoken of the African and of the Amerindian.

        The term African philosophy renders the idea that history repeats itself easy to believe. The term tends to revive innate skepticism on the one hand and to stimulate ingrained condescension on the other. The skeptic, unswervingly committed to the will to remain ignorant, is simply dismissive of any possibility let alone the probability of African philosophy. Impelled by the will to dominate, the condescendor is often ready to entertain the probability of African philosophy provided the judgement pertaining to the experience, knowledge and truth about African philosophy is recognised as the sole and exclusive right of the condescendor. The self-appointed heirs to the right to reason have thus established themselves as the producers of all knowledge and the only holders of the truth.


Mogobe B. Ramose. African philosophy through Ubuntu.

Harare, Zimbabwe: Mond Books Publishers, 2005, pp. 5-6 (adapted).

Considering the preceding text, judge the following item. 


At the end of the second paragraph, if the fragment "questionable belief" were replaced with questionable beliefs, the change would require "was" to be replaced with were for the sentence to remain grammatically correct.

Alternativas
Q3993206 Inglês

        The claim to reason or rationality is the ultimate validation of the affirmation and assertion of the human condition. Aristotle’s definition of man as "a rational animal" was not spoken of the African and the Amerindian. Little did he realise that his definition of "man" laid down the foundation for the struggle for reason between colonialists and colonized peoples.

        Aristotle’s definition of man was deeply inscribed in the social ethos of those communities and societies which undertook the so-called voyages of discovery apparently driven by innocent curiosity. It seems then that the entire process of decolonisation has upheld and not jettisoned the questionable belief that "man is a rational animal" was not spoken of the African and of the Amerindian.

        The term African philosophy renders the idea that history repeats itself easy to believe. The term tends to revive innate skepticism on the one hand and to stimulate ingrained condescension on the other. The skeptic, unswervingly committed to the will to remain ignorant, is simply dismissive of any possibility let alone the probability of African philosophy. Impelled by the will to dominate, the condescendor is often ready to entertain the probability of African philosophy provided the judgement pertaining to the experience, knowledge and truth about African philosophy is recognised as the sole and exclusive right of the condescendor. The self-appointed heirs to the right to reason have thus established themselves as the producers of all knowledge and the only holders of the truth.


Mogobe B. Ramose. African philosophy through Ubuntu.

Harare, Zimbabwe: Mond Books Publishers, 2005, pp. 5-6 (adapted).

Considering the preceding text, judge the following item. 


In the third sentence of the first paragraph, the fragment "Little did he realise" emphasizes the fact that Aristotle had no idea of the consequences of his definition of "man".

Alternativas
Q3993205 Inglês

        The claim to reason or rationality is the ultimate validation of the affirmation and assertion of the human condition. Aristotle’s definition of man as "a rational animal" was not spoken of the African and the Amerindian. Little did he realise that his definition of "man" laid down the foundation for the struggle for reason between colonialists and colonized peoples.

        Aristotle’s definition of man was deeply inscribed in the social ethos of those communities and societies which undertook the so-called voyages of discovery apparently driven by innocent curiosity. It seems then that the entire process of decolonisation has upheld and not jettisoned the questionable belief that "man is a rational animal" was not spoken of the African and of the Amerindian.

        The term African philosophy renders the idea that history repeats itself easy to believe. The term tends to revive innate skepticism on the one hand and to stimulate ingrained condescension on the other. The skeptic, unswervingly committed to the will to remain ignorant, is simply dismissive of any possibility let alone the probability of African philosophy. Impelled by the will to dominate, the condescendor is often ready to entertain the probability of African philosophy provided the judgement pertaining to the experience, knowledge and truth about African philosophy is recognised as the sole and exclusive right of the condescendor. The self-appointed heirs to the right to reason have thus established themselves as the producers of all knowledge and the only holders of the truth.


Mogobe B. Ramose. African philosophy through Ubuntu.

Harare, Zimbabwe: Mond Books Publishers, 2005, pp. 5-6 (adapted).

Considering the preceding text, judge the following item. 


Due to the grammatical function the pronoun "which" has in the first sentence of the second paragraph, it would be grammatically correct to add a comma after "societies".

Alternativas
Q3993204 Inglês

        The claim to reason or rationality is the ultimate validation of the affirmation and assertion of the human condition. Aristotle’s definition of man as "a rational animal" was not spoken of the African and the Amerindian. Little did he realise that his definition of "man" laid down the foundation for the struggle for reason between colonialists and colonized peoples.

        Aristotle’s definition of man was deeply inscribed in the social ethos of those communities and societies which undertook the so-called voyages of discovery apparently driven by innocent curiosity. It seems then that the entire process of decolonisation has upheld and not jettisoned the questionable belief that "man is a rational animal" was not spoken of the African and of the Amerindian.

        The term African philosophy renders the idea that history repeats itself easy to believe. The term tends to revive innate skepticism on the one hand and to stimulate ingrained condescension on the other. The skeptic, unswervingly committed to the will to remain ignorant, is simply dismissive of any possibility let alone the probability of African philosophy. Impelled by the will to dominate, the condescendor is often ready to entertain the probability of African philosophy provided the judgement pertaining to the experience, knowledge and truth about African philosophy is recognised as the sole and exclusive right of the condescendor. The self-appointed heirs to the right to reason have thus established themselves as the producers of all knowledge and the only holders of the truth.


Mogobe B. Ramose. African philosophy through Ubuntu.

Harare, Zimbabwe: Mond Books Publishers, 2005, pp. 5-6 (adapted).

Considering the preceding text, judge the following item. 


The third sentence of the last paragraph has a similar meaning to Those who are skeptic and who have an unremitting desire to remain ignorant play down the idea that there could be an African philosophy.

Alternativas
Q3993203 Inglês

        In 1977, during his first official visit abroad as President of the United States, Jimmy Carter was betrayed by the language barrier and the choices of his translator. In the course of meeting his Polish counterpart, Edward Gierek, the translator was on hand to provide a translation of his president’s words into Polish. Unfortunately, his translations could, perhaps, have not been farther from the truth of what Carter said.

        Announcing that he was extremely glad to be in Poland for his first trip abroad, the translator somehow managed to mistranslate the friendly statement into the announcement of seeming defection by the American President, turning "I left the United States this morning" into "I left the United States, never to return". Furthermore, Carter’s warm statement of his visit to the nation was bizarrely mistranslated into the comment that President Carter "was happy to grasp at Poland’s private parts". Following up this colossal mistake, the interpreter then successively translated Carter’s expression of a hope to learn more about the Polish people’s "desires for the future" into "I desire the Poles carnally". Adding insult to injury, during Carter’s toast at a state banquet later during the same trip, a different interpreter providing a translation could not understand the American President’s Georgia accent and consequently chose to simply not translate his words at all rather than offer an inaccurate depiction. In hindsight, the latter interpreter opted for the better path in the face of confusion.


17 Mishandled International Events Throughout History. 

Internet: <historycollection.com> (adapted).

About the previous text, judge the item bellow. 


It would be acceptable to infer from the text that the first translator it mentioned was an American rather than a Polish citizen.

Alternativas
Q3993202 Inglês

        In 1977, during his first official visit abroad as President of the United States, Jimmy Carter was betrayed by the language barrier and the choices of his translator. In the course of meeting his Polish counterpart, Edward Gierek, the translator was on hand to provide a translation of his president’s words into Polish. Unfortunately, his translations could, perhaps, have not been farther from the truth of what Carter said.

        Announcing that he was extremely glad to be in Poland for his first trip abroad, the translator somehow managed to mistranslate the friendly statement into the announcement of seeming defection by the American President, turning "I left the United States this morning" into "I left the United States, never to return". Furthermore, Carter’s warm statement of his visit to the nation was bizarrely mistranslated into the comment that President Carter "was happy to grasp at Poland’s private parts". Following up this colossal mistake, the interpreter then successively translated Carter’s expression of a hope to learn more about the Polish people’s "desires for the future" into "I desire the Poles carnally". Adding insult to injury, during Carter’s toast at a state banquet later during the same trip, a different interpreter providing a translation could not understand the American President’s Georgia accent and consequently chose to simply not translate his words at all rather than offer an inaccurate depiction. In hindsight, the latter interpreter opted for the better path in the face of confusion.


17 Mishandled International Events Throughout History. 

Internet: <historycollection.com> (adapted).

About the previous text, judge the item bellow. 


With the expression "Adding insult to injury" (fourth sentence of the second paragraph), the author suggests that Carter took the first translator’s mistakes as a case of injury.

Alternativas
Q3993199 Inglês

        In 1977, during his first official visit abroad as President of the United States, Jimmy Carter was betrayed by the language barrier and the choices of his translator. In the course of meeting his Polish counterpart, Edward Gierek, the translator was on hand to provide a translation of his president’s words into Polish. Unfortunately, his translations could, perhaps, have not been farther from the truth of what Carter said.

        Announcing that he was extremely glad to be in Poland for his first trip abroad, the translator somehow managed to mistranslate the friendly statement into the announcement of seeming defection by the American President, turning "I left the United States this morning" into "I left the United States, never to return". Furthermore, Carter’s warm statement of his visit to the nation was bizarrely mistranslated into the comment that President Carter "was happy to grasp at Poland’s private parts". Following up this colossal mistake, the interpreter then successively translated Carter’s expression of a hope to learn more about the Polish people’s "desires for the future" into "I desire the Poles carnally". Adding insult to injury, during Carter’s toast at a state banquet later during the same trip, a different interpreter providing a translation could not understand the American President’s Georgia accent and consequently chose to simply not translate his words at all rather than offer an inaccurate depiction. In hindsight, the latter interpreter opted for the better path in the face of confusion.


17 Mishandled International Events Throughout History. 

Internet: <historycollection.com> (adapted).

About the previous text, judge the item bellow. 


There is an ambiguity in the second sentence of the text, resolved by the mentioning of a politician’s name.

Alternativas
Q3993198 Inglês

        Qatar has made itself into the diplomatic capital of the world. Dotted across Doha are the many palaces and offices that have hosted, over recent years, negotiations about the many intractable diplomatic issues that have taken place the world over.

        The power Qatar has come to wield has taken many observers by surprise. As a traditional Muslim monarchy in the Middle East, Qatar is a new kind of location for the sort of high-stakes geopolitical deal-making transacted until recently in Geneva and Oslo. Yet since October, the nation’s massive investment in becoming the world’s go-between has come into its own. Having long cultivated close relations with both the US and Hamas, Qatar became the locus of ceasefire negotiations in major local conflicts, as well as discussions over aid and evacuating the wounded. Its mediation has grown from a strategy to enhance its own safety into a role that underpins the entire world’s security.


Nesrine Malik. The go-between: how Qatar became the global capital of diplomacy.

In: The Guardian. Internet: <www.theguardian.com> (adapted).

About the preceding text, judge the following item. 


It is correct to infer from the text that European diplomacy, represented in the text by reference to "Geneva and Oslo" (second sentence of the second paragraph), is not paying much attention to conflicts "that have taken place the world over".

Alternativas
Q3993197 Inglês

        Qatar has made itself into the diplomatic capital of the world. Dotted across Doha are the many palaces and offices that have hosted, over recent years, negotiations about the many intractable diplomatic issues that have taken place the world over.

        The power Qatar has come to wield has taken many observers by surprise. As a traditional Muslim monarchy in the Middle East, Qatar is a new kind of location for the sort of high-stakes geopolitical deal-making transacted until recently in Geneva and Oslo. Yet since October, the nation’s massive investment in becoming the world’s go-between has come into its own. Having long cultivated close relations with both the US and Hamas, Qatar became the locus of ceasefire negotiations in major local conflicts, as well as discussions over aid and evacuating the wounded. Its mediation has grown from a strategy to enhance its own safety into a role that underpins the entire world’s security.


Nesrine Malik. The go-between: how Qatar became the global capital of diplomacy.

In: The Guardian. Internet: <www.theguardian.com> (adapted).

About the preceding text, judge the following item. 


With "has come into its own" (third sentence of the second paragraph), the author means that Qatar is struggling to keep its role as a diplomatic broker after becoming a major investor in the resolution of conflicts. 

Alternativas
Q3993196 Inglês

        Qatar has made itself into the diplomatic capital of the world. Dotted across Doha are the many palaces and offices that have hosted, over recent years, negotiations about the many intractable diplomatic issues that have taken place the world over.

        The power Qatar has come to wield has taken many observers by surprise. As a traditional Muslim monarchy in the Middle East, Qatar is a new kind of location for the sort of high-stakes geopolitical deal-making transacted until recently in Geneva and Oslo. Yet since October, the nation’s massive investment in becoming the world’s go-between has come into its own. Having long cultivated close relations with both the US and Hamas, Qatar became the locus of ceasefire negotiations in major local conflicts, as well as discussions over aid and evacuating the wounded. Its mediation has grown from a strategy to enhance its own safety into a role that underpins the entire world’s security.


Nesrine Malik. The go-between: how Qatar became the global capital of diplomacy.

In: The Guardian. Internet: <www.theguardian.com> (adapted).

About the preceding text, judge the following item. 


In the last sentence of the text, stating that Qatar has a "role that underpins the entire world’s security" should be understood as affirming that the safety of all humanity is significantly affected by decisions mediated by Qatar in the Middle East. 

Alternativas
Respostas
19261: B
19262: E
19263: D
19264: B
19265: A
19266: C
19267: E
19268: C
19269: D
19270: B
19271: E
19272: C
19273: E
19274: C
19275: C
19276: E
19277: C
19278: E
19279: E
19280: C