Questões de Concurso
Para letras
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TEXTO I
Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar
da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011
A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.
O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.
Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.
Inadimplência cresce no sistema financeiro
Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.
O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses.
Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre.
Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.
Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.
Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)
(Adaptado).
TEXTO I
Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar
da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011
A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.
O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.
Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.
Inadimplência cresce no sistema financeiro
Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.
O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses.
Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre.
Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.
Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.
Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)
(Adaptado).
A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita manteve o valor semântico presente, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.
TEXTO I
Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar
da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011
A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.
O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.
Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.
Inadimplência cresce no sistema financeiro
Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.
O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses.
Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre.
Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.
Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.
Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)
(Adaptado).
I. O texto pertence ao gênero jornalístico Notícia e expõe uma pauta de relevância para o corpo coletivo, cumprindo, assim, sua função social.
II. O texto pertence à tipologia expositiva e faz uso de linguagem objetiva, impessoal e compatível com a sintaxe da norma-culta a fim de transmitir a mensagem com clareza.
III. A produção textual possui natureza essencialmente narrativo-descritiva, ao relatar acontecimentos remissivos a uma condição social das famílias brasileiras.
IV. O texto possui caráter injuntivo, na medida em que avalia uma condição econômica desfavorável das famílias brasileiras, o que provocou reação do setor governamental.
Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi dito acima somente em:
TEXTO I
Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar
da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011
A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.
O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.
Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.
Inadimplência cresce no sistema financeiro
Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.
O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses.
Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre.
Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.
Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.
Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%
(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)
(Adaptado).
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
No fragmento: É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Analise as afirmações sobre o termo destacado “que” e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de um pronome relativo.
( ) Ele substitui e se refere ao termo antecedente ("as mistificações"), evitando a sua repetição ("as mistificações têm dominado...").
( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de uma conjunção integrante.
( ) Em relação a análise sintática classificamos este fragmento: “que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA” como uma oração subordinada substantiva.
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
No seguinte fragmento: …”ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações.” Analise os vocábulos: mão de obra e infraestrutura e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) O Novo Acordo Ortográfico determinou que as locuções substantivas, adjetivas ou pronominais ligadas por preposição não levam mais hífen, sendo o caso da palavra mão de obra, essa mesma regra vale para o vocábulo pé de moleque.
( ) A grafia sem hífen do vocábulo infraestrutura justifica-se pelo fato de as vogais do prefixo e da palavra seguinte serem diferentes (a + e).
( ) O uso do hífen com o prefixo infra- depende da letra com que a palavra seguinte começar, se a segunda palavra iniciar com a vogal "a" ou com a consoante "h" a forma correta seria grafada com hífen (ex.: infra-assinado, infra-hepático).
Assinale a alternativa que completa corretamente os parênteses:
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das frases abaixo, considerando as exigências da norma-padrão da língua portuguesa quanto ao uso do sinal indicativo de crase:
1. [...] que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ____ vida humana.
2. A análise sobre os limites do processamento de dados estendeu-se ____ várias reuniões do conselho.
3. As diretrizes éticas para o uso de IA aplicam-se tanto a modelos novos quanto ____ que já estão em operação.
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
I - É dirigida ao Presidente da República ou ao Vice - Presidente da República.
II - Pode ter a finalidade de propor medida ou submeter projeto de ato normativo.
III - Pode ser interministerial, caso em que é assinada pelos ministros envolvidos.
IV - Destina-se exclusivamente à comunicação rotineira entre setores administrativos de um mesmo ministério.
Assinale a alternativa correta: