Questões de Concurso
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“A Epidemiologia é a ciência que estabelece ou indica e avalia os métodos e processos usados pela saúde pública para prevenir doenças” (ROUQUAYROL; GOLDBAUM; SANTANA, 2013, p.20).
Sobre a prevenção no contexto da saúde pública, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A prevenção primária atua nos fatores pré-patogênicos, envolvendo ações de promoção da saúde e proteção específica.
( ) A prevenção terciária é realizada no indivíduo sob a ação do agente patogênico e inclui o diagnóstico e o tratamento precoce.
( ) A prevenção secundária consiste na reeducação e readaptação de pessoas após acidentes ou devido à sequela de doenças, com o objetivo de prevenir incapacidades.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Leia o texto abaixo:
Os princípios jurídicos da tributação funcionam como limitações ao poder de tributar. Como é sabido, o Direito é um sistema de limites. Toda norma jurídica constitui alguma forma de limitação da liberdade humana. Limita sempre, de alguma forma, a conduta de alguém. O poder de tributar, como expressão da soberania estatal, é limitado precisamente pelos denominados princípios jurídicos da tributação, que ditam a forma e as condições para o exercício daquele aspecto da soberania estatal.
(MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Malheiros Editores, 2010.)
Em relação aos princípios constitucionais tributários, é correto afirmar:
Um determinado indivíduo se propõe a consumir 6 unidades de um produto se o preço do mesmo for R$ 3,00. No mesmo instante, ele observa que o preço do produto é R$ 2,00, então compra 9 unidades do produto. Considerando uma demanda linear, qual seria o consumo desse indivíduo se o preço do produto fosse R$ 4,00?
INSTRUÇÃO: Analise as informações do quadro abaixo e responda às questões 27 e 28.
ITENS | Valor em R$ |
Previsão Inicial da Receita | 80.000,00 |
Receitas Realizadas: - Receita Tributária............................................................................................................. - Receita de Serviços........................................................................................................... - Receita de Alienação de Bens .......................................................................................... | 62.000,00 10.000,00 15.000,00 |
Despesas Empenhadas: - Pessoal e Encargos Sociais................................................................................................ - Outras Despesas Correntes.............................................................................................. - Amortização da Dívida...................................................................................................... | 45.000,00 18.000,00 15.000,00 |
Abertura de Crédito Adicional Especial com recurso de Excesso de Arrecadação | 4.000,00 |
Despesas Liquidadas.......................................................................................................... | 75.000,00 |
Despesas Pagas.................................................................................................................. | 71.000,00 |
Analise as informações do quadro.
Contas |
Valor em R$ |
Provisões para 13º Salário |
3.200,00 |
Empréstimos de Controladas |
4.600,00 |
Imposto a Recolher |
1.200,00 |
Empréstimos de Curto Prazo |
3.500,00 |
Clientes a receber em 60 dias |
4.500,00 |
Fornecedores |
1.500,00 |
Estoques de Mercadoria |
3.000,00 |
Qual a necessidade de Capital de Giro da Empresa?
Metendo a tesoura
Ganhei de minha filha uma calça jeans realmente irada. Tão irada, que já veio rasgada, esfolada, remendada. Coisa da moda. Da moda de hoje. Talvez de ontem, coisa que começou nos anos 60.
Rubem Braga dizia que ele era do tempo em que geladeira era branca e telefone era preto. Com efeito, houve um tempo, algo entre o Mesozoico e o Paleolítico superior, em que todos os automóveis eram pretos e as etiquetas sociais eram outras. Mas ganhei esse jeans iradíssimo, surradíssimo e, contraditoriamente, novo. Lembrei-me de quando fui lecionar na Califórnia nos anos 60 (ah! Os anos 60! “those were the days, my friend, I thouught they’ll never end”) (que quer dizer – aqueles foram os dias, meu amigo, pensei que eles nunca fossem terminar) e no primeiro dia de aula causou-me surpresa ver os estudantes de bermuda na aula, mas uma bermuda toda desfiada, meio rasgada. Meninos e meninas meio molambentos, até descalços, e não eram mendigos, eram jovens californianos ricos, cheios de dentes e brilho nos olhos e na pele, falando alto e achando que o mundo era deles. E quase era. Mas muitos deles foram morrer no Vietnã.
Mas eu via aqueles garotos em plena emergência da ideologia hippie, e pensava: eles brincam de pobre porque são ricos, vai ver que nunca viram um, por isto, estão se fantasiando assim. Enfim, fazia parte da revolução de costumes, inverter papeis, subverter o sistema.
Mas o fato é que ganhei aquele jeans. Não era tão degenerado como um que vi o Ronaldinho, numa foto, usando, rasgado de propósito no joelho e que ele botou para ir a uma festa, como se estivesse de fraque. Examinei o meu jeans e dentro, costurado, havia não sei quantas etiquetas dizendo que veio do México com sofisticadas instruções de como lavar o valioso traste. Quer dizer, a moda é do “trash”, mas a gente tem que, mesmo assim, ter cuidado para não estragar o estragado. Então, o experimentei. E ficou ótimo. Cintura baixa, “muderno”. Meio esfolado, com desgaste e talhos aqui e ali.
Terei coragem? Não fica ridículo num coroa? Mas há muito que aceito, aliás, obedeço sugestões de vestuários das filhas e da mulher. Me olhei no espelho e voltei a ter 27 ou 17 anos talvez.
Mas estava sobrando quatro ou cindo dedos de pano na bainha. Tem uma loja ali na esquina que faz bainha, me lembram. Mas aí, o grande paradoxo: como e por que levar para fazer bainha num jeans desmazelado? Que hipocrisia é essa? Estou tendo de ler notícias sobre o Severino*, estou tendo que enfrentar tiroteios na Linha Vermelha. Guerra é guerra, uai! Na véspera, uma amiga disse que a filha compra roupas e, quando estão meio grandes, mete a tesoura na sobrante bainha, forçando até para que o tecido desfiasse.
Houve um tempo em que o telefone e a geladeira eram pretos e quem tivesse um fiapo na roupa morria de vergonha. Agora saímos para mostrar a descostura, o avesso, a etiqueta do fabricante, o rasgão.
Ou seja, como nas bienais, o rascunho virou obra de arte.
Affonso Romano de Sant’Anna
* Severino – Político pernambucano. Foi presidente da Câmara dos Deputados entre fevereiro e setembro de 2005, quando renunciou.
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram divididas silabicamente CORRETAS.
Comunicar é trocar mensagens. Embora a situação de comunicação possa se apresentar de muitas maneiras diferentes, comporta sempre alguns elementos que lhe são característicos. Nas alternativas abaixo, assinale aquela que contém o elemento de comunicação que completa o significado do enunciado a seguir:
____________________é o conjunto de sinais e regras que permite transformar o pensamento em informação que possa ser entendida, na sua globalidade, pelo receptor. O emissor o utiliza para construir a sua mensagem.