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A irrigação é uma técnica milenar que tem como finalidade disponibilizar água às plantas para que estas possam produzir de forma adequada. Quando se trabalha com agricultura irrigada é importante estabelecer o momento certo de iniciar as irrigações e quanto de água aplicar a uma cultura. Estes são os princípios básicos do manejo “racional” da irrigação. Do mesmo modo, o conhecimento de solos, fisiologia da cultura, períodos críticos de consumo de água e seus reflexos na produtividade são essenciais para o bom manejo de aplicação de água. A técnica, ao longo dos séculos, vem sendo aprimorada, chegando aos dias de hoje a sistemas pontuais, onde a água é gotejada no momento, local e quantidade correta ao desenvolvimento das plantas. Os diversos sistemas de irrigação disponíveis atualmente no mercado dão aos produtores uma moderna tecnologia de produção agrícola que, juntamente com manejo equilibrado da adubação e tratos culturais, reúnem todas as condições para que as plantas possam expressar todo o seu potencial genético de produção.
A escolha do “Sistema de irrigação” deve basear-se em análise técnico-econômica, considerando:
I - O tipo de solo e a topografia.
II - Clima e cultura.
III - Custo do equipamento e energia.
IV - Qualidade de água disponível e mão-deobra.
V - A competência da equipe de técnicos agrícolas.
Marque a série correta:
Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
I - A Zootecnia está presente em todas as etapas que envolvem a criação de rebanhos para utilização na indústria alimentícia. Frequentemente, a atividade do zootecnista é confundida com a do veterinário e mesmo com a do agrônomo, pois as três áreas disputam a mesma faixa de mercado. A diferença está no foco de cada profissional. O zootecnista é responsável por técnicas de aprimoramento genético, enquanto o veterinário se concentra mais na saúde dos animais. Já o agrônomo é um especialista no estudo dos rebanhos e na interação com o meio em que vivem. Na prática, essas atividades caminham juntas e se completam. Daí ser comum trabalhos em equipes que integrem os três profissionais. Na sua abrangência científica, a Zootecnia está relacionada também à profissão do técnico agrícola.
II - As máquinas agrícolas responsáveis por depositar no solo as sementes, partes vegetativas das plantas ou mudas das culturas, são, respectivamente: semeadora, plantadora e transplantadora. Existem outras máquinas e implementos agrícolas: os cultivadores, as ceifadoras e roçadeiras.
III - Herbicidas são substâncias utilizadas para o controle de plantas daninhas, as quais competem com as culturas comerciais por espaço, nutrientes e água. Plantas daninhas dificultam a colheita e reduzem a produtividade. Dos mais variados tipos de herbicidas disponíveis no mercado, os mais utilizados são à base de glifosato, herbicidas sistêmicos não seletivos, que eliminam qualquer tipo de planta daninha, sem distinção. A utilização de herbicidas gera economia de tempo com a eliminação de ervas daninhas, reduzindo a mão-de-obra necessária ao cultivo e diminuindo seu custo. O uso contínuo de herbicidas com o mesmo modo de ação pode aumentar a resistência desenvolvida pela erva daninha.
IV - O sistema de plantio direto, como o próprio nome sugere, baseia-se em realizar o cultivo diretamente sobre o solo, aproveitando os restos orgânicos da colheita anterior, esta técnica é considerada agressiva, uma vez que não concede tempo para a reposição dos nutrientes perdidos pelo solo na colheita anterior e demanda o uso de uma quantidade maior de herbicidas. O sistema de rotação de culturas ocorre uma alternância entre os tipos de produtos a serem cultivados. Tal alternância não pode ser realizada aleatoriamente, os produtos a serem cultivados devem possuir certa demanda no mercado e proporcionar recuperações dos nutrientes do solo.
V - A Constituição Federal 1988 institui Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
A Lei Orgânica do Município de Barra da Estiva - TÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO DO MUNICÍPIO - CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS, institui: ART. 4º – O Município de Barra da Estiva, unidade territorial do Estado da Bahia, pessoa jurídica de direito público interno, com autonomia política, administrativa e financeira, é organizado e regido pela presente Lei Orgânica e demais leis que adotar na forma da Constituição Federal e da Constituição Estadual.
Marque a alternativa com o “Parágrafo” que está incorreto.
Sobre o Município de Barra da Estiva, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
I - Os principais rebanhos do Município de Barra da Estiva são de: bovinos, caprinos, equinos, ovinos e suínos.
II - O Município de Barra da Estiva possui um clima tropical de altitude.
III - O Município de Barra da Estiva apresenta um verão úmido e fresco causado pelas chuvas de verão e frentes frias vindas do sul do Brasil e invernos relativamente frios e mais secos.
Sobre o Município de Barra da Estiva, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
I - A lei Estadual nº 726, de 1º de maio de 1909, criou na povoação da Barra da Estiva um distrito de paz, figurando o município, em 1911, com os distritos de Jussiape, Sincorá e Barra da Estiva.
II - A história da emancipação de Barra da Estiva está intimamente ligada ao município de Jussiape devido às alternâncias na mudança de sede do município.
III -Os nativos de Barra da Estiva do estado da Bahia só tiveram sua emancipação oficializada no ano de 2010.
Sobre o Município de Barra da Estiva, localizado no Estado da-Bahia, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
I - A origem do Município de Barra da Estiva tem relação com o sertanista Sebastião da Rocha Pinto tomou posse de uma porção de terras, nas margens do rio das contas, denominando-as Brejo Grande e Fazenda Carneiro.
II - De acordo com o site oficial de Barra da Estiva-Bahia, o Município se estende por 1. 346,6 km².
III - Os habitantes são chamados pelo gentílico de barrestivenses.
Estão corretas:
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
I - No trecho: “a única leitura que jamais me cansa” - temos, respectivamente: um pronome relativo; e um pronome em posição de próclise.
II - Na frase: “O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos” - temos em destaque: o mesmo pronome possessivo usado em duas ocorrências antes de palavras que são antônimas; e um substantivo polissílabo proparoxítono.
III - A frase: “Recordo certa página em que ele esbanjou” - inicia com verbo no presente do modo indicativo e termina com verbo no pretérito perfeito do modo indicativo.
IV - Os pronomes: “tudo” e “outros” são indefinidos.
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)