Questões de Concurso Para diretor de escola

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Q2525603 Português
Creio, logo é!


    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
Observe o emprego do ponto e vírgula na seguinte passagem do terceiro parágrafo.

Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão.

Assinale a alternativa em que esse sinal de pontuação está empregado segundo a regra adotada na passagem.
Alternativas
Q2525602 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
Observe as preposições destacadas nas passagens.

É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações ... (2o parágrafo)
Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos. (5o parágrafo)
Essas preposições estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
Alternativas
Q2525601 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
As palavras atenuar (1o parágrafo) e sutis (último parágrafo) têm, correta e respectivamente, antônimo e sinônimo adequados aos contextos em:
Alternativas
Q2525600 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
Observe as expressões destacadas no último parágrafo:

“Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções.”

É correto afirmar que elas estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de 
Alternativas
Q2525599 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
É correto afirmar que a passagem do quinto parágrafo – Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos. – é caracterizada pelo emprego de palavras em sentido
Alternativas
Q2525598 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que os trechos destacados estão, correta e respectivamente, reescritos, de acordo com a norma-padrão de regência e de emprego do sinal indicativo de crase.

Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções.

De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
Alternativas
Q2525597 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
A citação do filósofo Francis Bacon, no último parágrafo, é empregada pela autora como argumento que
Alternativas
Q2525596 Português
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    Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar na pontaria do arqueiro.

    É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas certezas estejam erradas.

    Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.

   A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.

    Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.

    Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções” (Bacon, 1620).


(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias. Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado) 
O conjunto das ideias expostas pela autora leva à conclusão de que
Alternativas
Q4227707 Pedagogia
Pelo art. 6º da Lei Complementar nº 177/2011, Estatuto do Magistério Público Municipal da Prefeitura da Estância Balneária de Peruíbe, a formação continuada dos integrantes desse quadro está assegurada, prevendo-se que ela poderá ser desenvolvida pela Secretaria Municipal de Educação e por outras instituições públicas ou privadas. No entender de Alarcão (2011), a formação de professores deve assumir um caráter reflexivo em uma escola reflexiva. Igualmente, Nóvoa (1992) valoriza a formação e a preparação de professores reflexivos, entendendo que eles devem ser protagonistas na implementação das políticas educativas e assumir
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Q4227706 Pedagogia
Celso, diretor de uma escola pública, preocupado com a formação continuada de professores e do coordenador pedagógico, resolveu, conjuntamente com sua equipe, no Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo da unidade escolar, estudarem e debaterem esse assunto, e recorreram à obra de Lerner (2002). Ela detectou duas condições necessárias para que o processo de capacitação seja fecundo. Uma que o capacitador se esforce por entender os problemas que os professores apresentam, por compreender por que pensam, ou por que decidem adotar uma proposta e rejeitar outras. E a segunda condição, que os professores se sintam autorizados a atuar de forma autônoma, que tenham razões próprias para tomar e assumir decisões. Para Lerner, é importante ajudar mais os professores na sua difícil tarefa e, por isso, ressalta a necessidade de
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Q4227705 Pedagogia
Para a educação escolar pública, está legalmente prevista a gestão democrática, na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9.394/96, sendo que, nessa Lei, é indicado o princípio da participação para esse atributo da gestão: a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. As análises dessa participação e do trabalho coletivo que ela implica, realizadas por Fusari (1993), em relação ao projeto pedagógico, e por Ciseski, em relação ao Conselho de Escola, in Gadotti e Romão (2001), apontam, quanto a sua real implantação, além de aspectos distintos, uma visão bastante aproximada quanto a
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Q4227704 Pedagogia
Libâneo (2004) destaca que a ação de planejar “subordina-se à natureza da atividade realizada” pela organização social e que, “no planejamento escolar, o que se planeja são as atividades de ensino e de aprendizagem, fortemente determinadas por uma intencionalidade educativa envolvendo objetivos, valores, atitudes, conteúdos, modos de agir dos educadores que atuam na escola”. O autor lembra que “a organização escolar democrática implica não só a participação na gestão mas a gestão da participação”. Nesse sentido, o princípio “Relação orgânica entre a direção e participação dos membros da equipe escolar”, um dos 8 princípios apresentados pelo autor exige a “participação de professores, pais, alunos, funcionários e outros representantes da comunidade, bem como a forma de viabilização dessa participação:
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Q4227703 Pedagogia
Anna e Marc Burbridge, na obra “Gestão de conflitos, desafio do mundo corporativo” (2012) e Antonio O. Nunes, em “Como restaurar a paz nas escolas, um guia para educadores” (2012), oferecem importantes reflexões sobre a natureza e os tipos de conflitos que ocorrem nas organizações sociais de todas as áreas e, portanto, em escolas também. O diretor de escola, frequentemente, precisa assumir a mediação e gestão de conflitos e, em tais situações, pode valer-se de ensinamentos dos autores citados, entre os quais o de que o conflito
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Q4227702 Pedagogia
Libâneo (2004), em tópico do capítulo XI, aponta que “as escolas têm traços culturais próprios a partir dos significados pessoais, valores, práticas e comportamentos das pessoas que nela trabalham e convivem. Entender a organização escolar como cultura significa dizer que ela é construída pelos seus próprios membros que tanto podem criar um espaço de trabalho produtivo e até prazeroso ou um espaço hostil e estressante”. Também Lück (2010) explicita o significado de cultura e de clima organizacional, no contexto da gestão educacional da escola, destacando a complexidade desses conceitos “por expressarem um conjunto de múltiplos e dinâmicos fatores, dimensões e características, todos intimamente relacionados e de grande importância na determinação da qualidade dos processos educacionais.” Essa autora entende que “é necessário, à gestão e à liderança, conhecer esses diferentes aspectos e quais são suas relações”, de modo a poder exercer influência consciente e positiva sobre a cultura e o clima organizacional, pois a atuação sobre o clima organizacional e a cultura da escola se dá sobre esses aspectos especificamente, devendo ocorrer, sempre,
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Q4227701 Pedagogia
Heloísa Luck, em “Liderança em gestão escolar” (2010) e Mario Sérgio Cortella, em “Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética” (2015), contribuem significativamente para a democratização da educação escolar de qualidade, com as reflexões apresentadas nessas obras, de campos de conhecimento diferentes, mas que apontam, ambas, às equipes de direção/administração/gestão das escolas, que a liderança
Alternativas
Q4227700 Gestão de Pessoas
Sylvia C. Vergara, na obra “Gestão de Pessoas” (2009), dedica o capítulo 5 ao “Poder nas organizações”, entendendo estas “como empresas, escolas, hospitais, casas de filantropias e outras”. Vergara dialoga com os leitores, construindo conceitos de poder e de fontes de poder, e analisando a teoria de Max Weber sobre o poder como capacidade de ser obedecido, explicitando, também, a questão da legitimidade da autoridade para que seu poder seja aceito. A autora distingue, então, três tipos de autoridade: a tradicional, a carismática e a _________________. Este último tipo de autoridade, próprio da sociedade moderna, encontra legitimidade em um conjunto de regras, normas, leis, a serem obedecidas, e o superior que exerce esse tipo de autoridade tem o agir _________________, sendo, o “tipo puro” dessa autoridade, em termos analíticos, representado pelas organizações complexas, apenas analíticos, pois não existem “tipos puros” de autoridade nos contextos sociais reais.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas, na ordem em que aparecem, deixando a frase correta.
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Q4227699 Pedagogia
Com apoio no texto de Wolf e Carvalho, intitulado “Regimento Escolar de escolas públicas: para além do registro de normas”, o qual traz fartas e importantes informações a respeito desse documento, é correto afirmar que, em relação ao PPP, Projeto Político-Pedagógico da escola, o RE, Regimento Escolar,
Alternativas
Q4227698 Pedagogia
Naura S. C. Ferreira (2008) analisa, no contexto contemporâneo, desafios a serem enfrentados pelas políticas educacionais, pela formação dos profissionais da educação e pela gestão da educação, para serem capazes de criação e ação coletiva no sentido da “construção e reconstrução de perspectivas” viabilizadoras de soluções políticas que respondam “às necessidades sociais, objetivando a formação de homens e mulheres íntegros(as) e capazes de autogerir-se e gerir os destinos da educação e da sociedade”. Em relação a esses desafios, na obra de Madza Ednir e outros (2006), são explicitados cinco princípios que caracterizam a boa gestão das mudanças necessárias nas práticas educativas. Eles são oriundos de pesquisas realizadas a esse respeito, em diversas partes do mundo, desde a década de1980. Um desses princípios aponta: “para que sejam ambientes acolhedores para as mudanças, as escolas precisam transformar-se em organizações que
Alternativas
Q4227697 Pedagogia
Sofia Lerche Vieira, in Ferreira (2004), apresenta reflexão na qual redimensiona a escola e sua função social, “no contexto de uma sociedade caracterizada pela globalização econômica e pela difusão do conhecimento em rede”. No caso do Brasil, a autora lembra que a escola vai se tornando foco das políticas educacionais desde o início dos anos 90, conforme vai sendo reconhecida “enquanto instituição caracterizada por uma cultura própria, atravessada por relações de consenso e de conflito, marcada por resistências e contradições”. Em relação à gestão, S. L. Vieira entende que “a retomada da constatação óbvia de que a escola tem papel fundamental na formação da cidadania revela o caráter estratégico de uma gestão para o exercício desta função social e política, no âmbito da escola propriamente dita”, ou seja, uma gestão na qual
Alternativas
Q4227696 Pedagogia
Libâneo (2004) analisa que “organização, administração e gestão são termos aplicados aos processos organizacionais, com significados muito parecidos.” Com apoio em citação de contribuições de Paro, de Chiavenato e de Lourenço Filho, Libâneo distingue, para o termo organização, dois significados: organização enquanto unidade social, em cujo contexto se dá a administração; e organização como função administrativa, de “bem dispor elementos, dentro de condições operativas, que conduzem a fins determinados”. Libâneo argumenta que “para que as organizações funcionem e, assim, realizem seus objetivos, requer-se a tomada de decisões e a direção e controle dessas decisões”. Para esse autor, “é este o processo que denominamos de gestão”. Referenciando os termos administração e organização à escola e ao processo de tomada de decisões para seu trabalho educativo, Libâneo situa, nessa reflexão, o conceito de gestão da escola como
Alternativas
Respostas
1901: D
1902: C
1903: A
1904: D
1905: B
1906: A
1907: B
1908: D
1909: B
1910: D
1911: E
1912: E
1913: D
1914: D
1915: B
1916: A
1917: B
1918: C
1919: C
1920: A