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Para compreender o protagonismo juvenil, deve-se compreender a atitude básica dos jovens diante da vida. De acordo com Costa e Vieira (2006), alguns jovens “levam ao extremo a sua condição de adolescentes, convertendo-a em estilo permanente de vida. Em vez de combater o mundo adulto, querem simplesmente deixá-lo de lado”.
Segundo os autores, esse é o comportamento característico de jovens
A respeito da relação aluno x aluno, Freschi e Freschi (2013) afirmam que o diálogo e a interação entre a turma deve acontecer sempre. De acordo com os autores, o _____________ em que todos tenham a oportunidade de participar das discussões e decisões são primordiais para o desenvolvimento cognitivo e argumentativo dos alunos. Além disso, contribui para a socialização e a formação do caráter de cada indivíduo.
Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto.
Castro e Regattieri (2010) afirmam que a tese do déficit cultural gerou programas que ofereciam às crianças das classes sociais marginalizadas condições para recuperar o seu “atraso”.
As autoras afirmam e defendem que a educação compensatória
A gestora Ana Maria, embora planeje o seu dia de trabalho, ao final do período, tem a sensação de que não seguiu o seu planejamento.
Com base em Gestão do tempo: concentre-se no que importa, evite distrações (2022), Ana Maria deve iniciar realizando as tarefas consideradas urgentes e importantes e, em seguida, deve realizar as tarefas de segunda prioridade, que, de acordo com a obra, são consideradas
Segundo Lemov (2023), “as razões por que a preparação da aula é importante se relacionam à ciência cognitiva e à importância da percepção, que é uma das habilidades mais importantes de um professor”.
No capítulo “Preparação da aula”, o autor apresenta cinco técnicas de planejamento. Entre essas técnicas estão:
Gois (2020) afirma que Oliveira concluiu após pesquisa que, “os professores interpretam as intervenções pedagógicas dos diretores como uma forma de controle ou cerceamento da sua autonomia profissional”.
De acordo com Gois, o resultado da pesquisa pode ser lido como mais um importante alerta de que,
É correto afirmar que, na perspectiva da educação inclusiva, segundo Mantoan (2015), para ensinar a turma toda, sem exclusões nem discriminações, o professor deve, entre outras ações, ter o compromisso de apresentar o conteúdo curricular de forma abrangente.
Além disso, o professor também terá que
Lemov (2023) apresenta cinco princípios orientadores, que fornecem um modelo mental de como a aprendizagem funciona.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos princípios defendido pelo autor.
Costa e Vieira (2006) destacam que entre os objetivos da educação brasileira estão a formação integral e a preparação para a cidadania, sendo que o protagonismo juvenil se relaciona com a formação para a cidadania.
Os autores afirmam e defendem que o protagonismo juvenil
Becker (2012) apresenta três diferentes formas de representar a relação entre ensino e aprendizagem escolar ou, mais especificamente, entre a relação docência e as atividades de sala de aula.
Segundo o autor, a pedagogia relacional ou construtivista
Patton, Stone e Heen (2021) afirmam que “cada conversa difícil é, na verdade, três”, portanto, um engajamento de sucesso exige aprender a operar efetivamente em cada uma dessas três esferas.
De acordo com os autores, essas três conversas difíceis são: conversa sobre
Mantoan (2015), ao apresentar o percurso histórico da legislação que versa sobre a inclusão escolar no Brasil, destaca o art. 7º , da Lei nº 12.764/2012.
O referido artigo determina que: “o gestor escolar, ou autoridade competente, que recusar a matrícula de aluno com transtorno do espectro autista, ou qualquer outro tipo de deficiência,
Barroso (in Ferreira, 2013), após pesquisa, afirma que constatou que as escolas se encontravam em diferentes estágios no que se refere à autonomia. O autor apresenta três casos (estágios) e descreve que no segundo caso, a situação de algumas escolas caracterizava-se pela ausência de normas claras e comprometedoras. Nem as normas da administração eram cumpridas (por impossibilidade, recusa ou negligência), nem os responsáveis pela gestão da escola eram capazes de produzir normas e valores coletivos, alternativos. As escolas viviam ao sabor de rotinas e, por vezes, do livre-arbítrio individual.
Barroso definiu escolas com essas características, ou seja, denominou o segundo caso como
Murici e Chaves (2016) afirmam que o “plano de ação tem por objetivo eliminar as causas que foram priorizadas na análise do processo ou guiar a condução de um projeto ou um programa da escola”.
De acordo com as autoras, qualquer que seja o instrumento, a função do plano de ação é