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Q2445832 Português
Há uso de linguagem conotativa na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q2445831 Português
Encontramos um caso de dígrafo na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q2445830 Português
Assinale a alternativa com erro de concordância verbal: 
Alternativas
Q2445829 Português
Acerca da regra de acentuação das palavras oxítonas, podemos dizer corretamente que as mesmas:
Alternativas
Q2445828 Português
“Minha esposa finalmente realizou o sonho de ter uma Gucci e uma Prada”. Na f rase, há presença da seguinte figura de linguagem:
Alternativas
Q2445827 Português
Os impactos da IA no mercado de trabalho


         Novas pesquisas sobre os impactos dos modelos de inteligência artificial (IA) sobre o mercado de trabalho procuram identificar o que exatamente esses modelos, a exemplo do ChatGPT, trazem de positivo e negativo para emprego e salários. Embora ainda sejam parciais, restritas a segmentos, essas pesquisas são cada vez mais abrangentes e baseadas em metodologias mais rigorosas e capazes de oferecer um panorama muito mais preciso do que as impressões pessoais que inundam a mídia.
         Pesquisa recente no universo do trabalho online nos Estados Unidos, com milhares de pequenas empresas e freelancers, identificou uma queda de 2% na demanda por esses trabalhadores e uma diminuição de mais de 5% na sua remuneração desde o lançamento público do ChatGPT. Esse estudo tratou ainda de ocupações on-line, a exemplo de redatores, programadores visuais, artistas gráficos, que mexem com marcas, logotipos, estandes de feiras, entretenimento, publicidade e publicações de todo tipo. Mesmo que ainda parcial, a pesquisa traz conclusões importantes, ou seja, não somente a IA reduz a oferta de emprego como diminui o valor do trabalho mais qualificado; e mais, a velocidade com que a IA devorou empregos e salários é bem maior para os mais qualificados, o que gerou, de um modo surpreendente, uma diminuição da desigualdade nesse específico mercado de trabalho. Uma diminuição viciosa e não virtuosa.
          Se a gente tomar essas conclusões e compará-las com outro estudo, dessa vez da Universidade de Harvard, realizado nas atividades de consultoria a empresas e governos, analistas e planejadores que utilizaram ChatGPT como assistente melhoraram em cerca de 40% a qualidade de seus relatórios, quando comparados aos que não utilizaram o ChatGPT. As duas pesquisas nos levam a pensar que os modelos generativos são bons para resumir conhecimento humano existente, ou seja, regurgitam conhecimento humano de domínio público e, por isso, atingem diretamente os trabalhadores qualificados cujas habilidades são semelhantes às dos modelos de inteligência artificial. Por outro lado, as duas pesquisas mostram que os trabalhadores que precisam analisar dados, tabelas, gráficos, de modo mais cuidadoso, que buscam uma análise mais sofisticada, são muito menos atingidos pelo avanço dos modelos generativos.
          Esses resultados, ainda que iniciais, sugerem o desenvolvimento de pelo menos três grandes linhas de pesquisa: primeira – quanto mais diversificada for a atividade do trabalho, menor será o risco de degradação tanto da demanda quanto da remuneração do trabalhador; segunda – para utilizar o potencial dessas novas ferramentas é essencial trabalhar como se fossem extensões do nosso corpo, da nossa mente e de nossas habilidades; terceira linha – sem proteção legal regulatória, mesmo os trabalhadores mais qualificados serão fortemente atingidos pela inteligência artificial. Como se pode ver, o esforço para regulação da inteligência artificial é muito mais amplo e superior às atividades de proteção de dados e, por isso mesmo, não será tratado de modo qualificado apenas por uma extensão da atual Agência Nacional de Proteção de Dados. O Brasil precisa de uma nova agência pública capaz de regular a mais poderosa tecnologia da história da humanidade, que impacta as nossas vidas em todas as suas dimensões.
Em sua conclusão, o autor defende que:
Alternativas
Q2445826 Português
Os impactos da IA no mercado de trabalho


         Novas pesquisas sobre os impactos dos modelos de inteligência artificial (IA) sobre o mercado de trabalho procuram identificar o que exatamente esses modelos, a exemplo do ChatGPT, trazem de positivo e negativo para emprego e salários. Embora ainda sejam parciais, restritas a segmentos, essas pesquisas são cada vez mais abrangentes e baseadas em metodologias mais rigorosas e capazes de oferecer um panorama muito mais preciso do que as impressões pessoais que inundam a mídia.
         Pesquisa recente no universo do trabalho online nos Estados Unidos, com milhares de pequenas empresas e freelancers, identificou uma queda de 2% na demanda por esses trabalhadores e uma diminuição de mais de 5% na sua remuneração desde o lançamento público do ChatGPT. Esse estudo tratou ainda de ocupações on-line, a exemplo de redatores, programadores visuais, artistas gráficos, que mexem com marcas, logotipos, estandes de feiras, entretenimento, publicidade e publicações de todo tipo. Mesmo que ainda parcial, a pesquisa traz conclusões importantes, ou seja, não somente a IA reduz a oferta de emprego como diminui o valor do trabalho mais qualificado; e mais, a velocidade com que a IA devorou empregos e salários é bem maior para os mais qualificados, o que gerou, de um modo surpreendente, uma diminuição da desigualdade nesse específico mercado de trabalho. Uma diminuição viciosa e não virtuosa.
          Se a gente tomar essas conclusões e compará-las com outro estudo, dessa vez da Universidade de Harvard, realizado nas atividades de consultoria a empresas e governos, analistas e planejadores que utilizaram ChatGPT como assistente melhoraram em cerca de 40% a qualidade de seus relatórios, quando comparados aos que não utilizaram o ChatGPT. As duas pesquisas nos levam a pensar que os modelos generativos são bons para resumir conhecimento humano existente, ou seja, regurgitam conhecimento humano de domínio público e, por isso, atingem diretamente os trabalhadores qualificados cujas habilidades são semelhantes às dos modelos de inteligência artificial. Por outro lado, as duas pesquisas mostram que os trabalhadores que precisam analisar dados, tabelas, gráficos, de modo mais cuidadoso, que buscam uma análise mais sofisticada, são muito menos atingidos pelo avanço dos modelos generativos.
          Esses resultados, ainda que iniciais, sugerem o desenvolvimento de pelo menos três grandes linhas de pesquisa: primeira – quanto mais diversificada for a atividade do trabalho, menor será o risco de degradação tanto da demanda quanto da remuneração do trabalhador; segunda – para utilizar o potencial dessas novas ferramentas é essencial trabalhar como se fossem extensões do nosso corpo, da nossa mente e de nossas habilidades; terceira linha – sem proteção legal regulatória, mesmo os trabalhadores mais qualificados serão fortemente atingidos pela inteligência artificial. Como se pode ver, o esforço para regulação da inteligência artificial é muito mais amplo e superior às atividades de proteção de dados e, por isso mesmo, não será tratado de modo qualificado apenas por uma extensão da atual Agência Nacional de Proteção de Dados. O Brasil precisa de uma nova agência pública capaz de regular a mais poderosa tecnologia da história da humanidade, que impacta as nossas vidas em todas as suas dimensões.
De acordo com as três grandes linhas de pesquisa trazidas pelo texto, podemos dizer corretamente, EXCETO:
Alternativas
Q2445825 Português
Os impactos da IA no mercado de trabalho


         Novas pesquisas sobre os impactos dos modelos de inteligência artificial (IA) sobre o mercado de trabalho procuram identificar o que exatamente esses modelos, a exemplo do ChatGPT, trazem de positivo e negativo para emprego e salários. Embora ainda sejam parciais, restritas a segmentos, essas pesquisas são cada vez mais abrangentes e baseadas em metodologias mais rigorosas e capazes de oferecer um panorama muito mais preciso do que as impressões pessoais que inundam a mídia.
         Pesquisa recente no universo do trabalho online nos Estados Unidos, com milhares de pequenas empresas e freelancers, identificou uma queda de 2% na demanda por esses trabalhadores e uma diminuição de mais de 5% na sua remuneração desde o lançamento público do ChatGPT. Esse estudo tratou ainda de ocupações on-line, a exemplo de redatores, programadores visuais, artistas gráficos, que mexem com marcas, logotipos, estandes de feiras, entretenimento, publicidade e publicações de todo tipo. Mesmo que ainda parcial, a pesquisa traz conclusões importantes, ou seja, não somente a IA reduz a oferta de emprego como diminui o valor do trabalho mais qualificado; e mais, a velocidade com que a IA devorou empregos e salários é bem maior para os mais qualificados, o que gerou, de um modo surpreendente, uma diminuição da desigualdade nesse específico mercado de trabalho. Uma diminuição viciosa e não virtuosa.
          Se a gente tomar essas conclusões e compará-las com outro estudo, dessa vez da Universidade de Harvard, realizado nas atividades de consultoria a empresas e governos, analistas e planejadores que utilizaram ChatGPT como assistente melhoraram em cerca de 40% a qualidade de seus relatórios, quando comparados aos que não utilizaram o ChatGPT. As duas pesquisas nos levam a pensar que os modelos generativos são bons para resumir conhecimento humano existente, ou seja, regurgitam conhecimento humano de domínio público e, por isso, atingem diretamente os trabalhadores qualificados cujas habilidades são semelhantes às dos modelos de inteligência artificial. Por outro lado, as duas pesquisas mostram que os trabalhadores que precisam analisar dados, tabelas, gráficos, de modo mais cuidadoso, que buscam uma análise mais sofisticada, são muito menos atingidos pelo avanço dos modelos generativos.
          Esses resultados, ainda que iniciais, sugerem o desenvolvimento de pelo menos três grandes linhas de pesquisa: primeira – quanto mais diversificada for a atividade do trabalho, menor será o risco de degradação tanto da demanda quanto da remuneração do trabalhador; segunda – para utilizar o potencial dessas novas ferramentas é essencial trabalhar como se fossem extensões do nosso corpo, da nossa mente e de nossas habilidades; terceira linha – sem proteção legal regulatória, mesmo os trabalhadores mais qualificados serão fortemente atingidos pela inteligência artificial. Como se pode ver, o esforço para regulação da inteligência artificial é muito mais amplo e superior às atividades de proteção de dados e, por isso mesmo, não será tratado de modo qualificado apenas por uma extensão da atual Agência Nacional de Proteção de Dados. O Brasil precisa de uma nova agência pública capaz de regular a mais poderosa tecnologia da história da humanidade, que impacta as nossas vidas em todas as suas dimensões.
Acerca das novas pesquisas que estão sendo feitas acerca dos impactos dos modelos de inteligência artificial, podemos dizer corretamente, segundo o texto:
Alternativas
Q2342552 Matemática

Julgue o item que se segue. 


Considerando a equação 3x + 5 = 14, é correto afirmar que o valor de x pode ser descoberto seguindo o seguinte raciocínio: 3x + 5 = 14; 3x = 14 – 5; 3x = 9; x = 9/3; x = 3. 

Alternativas
Q2342551 Matemática

Julgue o item que se segue. 


O volume de um prisma triangular é dado pela fórmula V = Bh, onde B é a área da base triangular e h é a altura do prisma. 

Alternativas
Q2342550 Matemática

Julgue o item que se segue. 


O volume de um cilindro é igual ao raio ao quadrado vezes a altura vezes π (pi). 

Alternativas
Q2342549 Matemática

Julgue o item que se segue. 


Joana quer calcular quantas laranjas são necessárias para produzir 2 litros de suco. Sabemos que 4 laranjas produzem 1 litro de suco. Portanto, o cálculo da proporção indica que são necessárias 8 laranjas para produzir 2 litros de suco. 

Alternativas
Q2342548 Português

Julgue o item que se segue. 


 Palavras proparoxítonas, por regra, são naturalmente acentuadas na antepenúltima sílaba em português. 

Alternativas
Q2342547 Português

Julgue o item que se segue. 


O pronome pessoal “vós” é amplamente utilizado na língua portuguesa contemporânea, especialmente no Brasil.

Alternativas
Q2342546 Português

Julgue o item que se segue. 


Parte dos pronomes indefinidos, como “algum", “nenhum” e “outro,” são considerados pronomes variáveis, ou seja, podem concordar em número e/ou gênero com o substantivo a que se referem, no entanto alguns deles não se flexionam quanto ao número.

Alternativas
Q2342545 Português

Julgue o item que se segue. 


O vocábulo “Bahia” deveria ser acentuado no “i”, devido à regra do hiato, mas passou, pelo uso, a ser aceito sem o acento. 

Alternativas
Q2342544 Português

Julgue o item que se segue. 


Na frase “João gosta de estudar, e Maria também gosta,” temos uma coordenação de orações assindéticas. 

Alternativas
Q2342543 Português

Julgue o item que se segue. 


A crase ocorre quando há a fusão da preposição “a” com o artigo feminino “a", devendo o acento grave (`) indicar a contração e a economia de sons na língua escrita. 

Alternativas
Q2342542 Português

Julgue o item que se segue. 


A frase “Menos de um terço dos alunos passaram na prova” está correta em relação à concordância verbal. 

Alternativas
Q2342541 Português

Julgue o item que se segue. 


A palavra “inter-racial” é escrita com hífen de acordo com as regras ortográficas. 

Alternativas
Respostas
161: C
162: A
163: B
164: D
165: B
166: C
167: D
168: A
169: C
170: E
171: C
172: C
173: C
174: E
175: C
176: E
177: E
178: C
179: E
180: C