Questões de Concurso Para monitor de transporte escolar

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Q3586954 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
A ideia principal do último trecho textual – “A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais? Nunca mais. Nunca.” indica que: 
Alternativas
Q3586953 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Verifica-se que a autora interrompe constantemente a narrativa para comentar, falar sobre suas experiências, revelar seus sentimentos. Tal fato pode ser claramente fundamentado através do trecho:
Alternativas
Q3522355 Legislação Municipal
Segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, o Poder Executivo é exercido pelo Prefeito, com funções: 
Alternativas
Q3522352 História
Durante os trabalhos de fundação da colônia que daria origem a Porto Feliz, foram realizadas atividades fundamentais para a organização territorial do novo núcleo, como a definição de seus limites e a escolha de um ponto estratégico para instalação da sede administrativa. Sobre esse processo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3522346 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O homem rouco



Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.


Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.


Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.


Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.


Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?


Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.


Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.


O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.


Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.


− Crônica de Rubem Braga



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco

"Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz."



Com base na acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q3522345 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O homem rouco



Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.


Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.


Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.


Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.


Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?


Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.


Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.


O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.


Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.


− Crônica de Rubem Braga



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco

"Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo"." 


Com base na análise sintática do trecho, julgue as afirmativas:



I. As expressões 'monótona' e 'enjoada' são predicativos do sujeito que se referem ao sujeito expresso pelo pronome oblíquo 'mim'.


II. A expressão 'a voz de uma pessoa' representa o sujeito simples da oração, sendo considerada termo essencial.


III. A forma verbal 'dar' apresenta dois termos integrantes da oração: um objeto direto e um objeto indireto, ambos explícitos.


IV. A expressão 'ao mendigo' é um termo integrante da oração com função de objeto indireto.


V. A expressão 'trocado' tem valor de adjetivo; refere-se ao verbo 'trocar' no particípio, exercendo a função de predicativo do sujeito.



É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3522344 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O homem rouco



Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.


Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.


Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.


Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.


Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?


Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.


Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.


O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.


Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.


− Crônica de Rubem Braga



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco

"Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira.."



Quanto à regência do verbo 'receitar' empregado no trecho acima, a afirmativa que apresenta sua transitividade de forma totalmente correta é:

Alternativas
Q3522341 Segurança e Transporte

Assinale a alternativa que apresenta todas as assertivas corretas sobre os procedimentos no transporte escolar:



I. O controle de presença deve ser feito diariamente no embarque e desembarque dos alunos.


II. A comunicação com os responsáveis é opcional e ocorre apenas em casos graves.


III. O registro de ocorrências é um procedimento importante para garantir segurança e transparência.


IV. A conferência de alunos durante passeios e eventos é dispensável, desde que haja um professor responsável.



Podemos afirmar que: 

Alternativas
Q3522340 Pedagogia
Sobre o papel da escola e dos cuidadores segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3522339 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Analise as afirmações a seguir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e marque (V) quando verdadeiro e (F) quando falso:



(__) O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que toda criança tem direito à convivência familiar e comunitária.


(__) Cabe apenas à escola garantir a proteção integral das crianças e adolescentes.


(__) Em caso de risco, é papel do Monitor de Transporte Escolar relatar a situação à direção escolar ou órgãos competentes.


(__) Toda forma de negligência, discriminação ou violência contra crianças deve ser denunciada.



Marque a alternativa com a sequência correta: 

Alternativas
Q3522338 Pedagogia

Sobre a comunicação e mediação de conflitos no transporte escolar, analise:



I. O Monitor de Transporte Escolar deve manter diálogo constante com o motorista e a escola.


II. Conflitos entre alunos devem ser registrados e comunicados à escola.


III. O Monitor de Transporte Escolar pode resolver os problemas com punições imediatas.


IV. O uso de linguagem agressiva pode ser necessário em situações graves.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3522337 Ética na Administração Pública
No horário escolar, o Monitor de Transporte Escolar é procurado por um responsável que deseja saber informações sobre o comportamento de um aluno que não é seu filho. Em outro momento, o Monitor de Transporte Escolar é abordado por um colega de trabalho que discorda de uma orientação sua. Diante dessas situações, espera-se que o Monitor de Transporte Escolar, ao adotar uma postura ética no ambiente de trabalho.
Alternativas
Q3522336 Segurança e Transporte
O Monitor de Transporte Escolar encontra uma lancheira esquecida no banco traseiro do veículo, ao lado de restos de alimento derramados no assento. Considerando a responsabilidade pela conservação do transporte escolar e o respeito ao ambiente coletivo, qual deve ser sua conduta? 
Alternativas
Q3522335 Segurança e Transporte
No transporte escolar, dois alunos iniciam uma discussão acalorada que começa a incomodar os demais passageiros e pode evoluir para uma situação de conflito físico. Considerando o papel do monitor no transporte escolar, a conduta mais adequada é:
Alternativas
Q3522334 Pedagogia

O Estatuto da Criança e do Adolescente, no Artigo 53, assegura direitos essenciais para a educação da criança e do adolescente. Sobre esses direitos, analise as afirmativas:



I. É garantida a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola.


II. O respeito por parte dos educadores é um direito apenas dos alunos que apresentam bom desempenho.


III. Crianças e adolescentes têm o direito de contestar critérios avaliativos e recorrer às instâncias escolares superiores.


IV. Os alunos podem se organizar e participar de entidades estudantis para fortalecer sua cidadania.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3522333 Segurança e Transporte

Sobre a inclusão de alunos com deficiência no transporte escolar, analise as afirmativas e marque como (V) quando verdadeiras e (F) quando falsas:



(__) O Monitor de Transporte Escolar deve adaptar a comunicação para facilitar o entendimento do aluno com necessidades especiais.


(__) A presença de acompanhantes é obrigatória para todos os alunos com deficiência durante o transporte.


(__) A acessibilidade no veículo é responsabilidade exclusiva dos pais do aluno.


(__) O Monitor de Transporte Escolar deve ser informado previamente sobre as necessidades específicas de cada aluno para planejar o atendimento adequado.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3522332 Segurança e Transporte

Associe os procedimentos (coluna 1) às respectivas práticas (coluna 2) do Monitor de Transporte Escolar:



Coluna 1


1. Conferência de alunos.


2. Registro de ocorrências.


3. Acompanhamento em passeios.


4. Comunicação com equipe.



Coluna 2


(__) Informar à direção em caso de atraso, falta ou problemas com alunos.


(__) Preencher relatório sobre conduta inadequada.


(__) Garantir a presença dos alunos no embarque.


(__) Zelar pela segurança dos alunos em eventos externos.



Assinale a alternativa com a sequência da associação correta: 

Alternativas
Q3522331 Noções de Primeiros Socorros
No trajeto de transporte escolar, uma criança pequena começa a tossir fortemente, apresentar dificuldade para respirar e coloca as mãos no pescoço, sinais típicos de engasgo. Diante dessa situação, qual deve ser a atitude imediata do monitor responsável pelo transporte?
Alternativas
Q3522330 Noções de Primeiros Socorros

Sobre os procedimentos básicos de primeiros socorros no transporte escolar, analise os itens abaixo:



I. Em caso de queda com suspeita de fratura, evite movimentar a criança e acione imediatamente o socorro especializado.


II. Em cortes leves, o ideal é aplicar álcool diretamente na ferida e cobrir com algodão.


III. Em caso de desmaio, é indicado deitar a criança de lado e manter as vias respiratórias livres.


IV. O contato com os serviços de emergência deve ser feito apenas após esgotar todas as tentativas de socorro.



Qual(is) está(ão) correto(s)? 

Alternativas
Q3522329 Segurança e Transporte
Um aluno do ensino fundamental se recusa a usar o cinto de segurança, mesmo após ser orientado pelo Monitor de Transporte Escolar. Sabendo da importância da prevenção de acidentes, a conduta mais adequada do Monitor de Transporte Escolar deve ser:
Alternativas
Respostas
761: D
762: D
763: D
764: B
765: D
766: C
767: A
768: B
769: D
770: B
771: C
772: B
773: D
774: D
775: C
776: C
777: B
778: C
779: C
780: D