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Q3685386 Matemática
Um relógio de ponteiros atrasa 1min e 30 segundos a cada hora. Sabe-se que à 0h, do dia 01/01/2025, esse relógio foi ajustado à hora certa.

Seja N o número de vezes que esse relógio marcará a hora corretamente em todo ano de 2025.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que N é igual a
Alternativas
Q3685385 Português
Observe o trecho abaixo:

Fizemos uma viagem ____ Paris e chegamos ____ conclusão de que os monumentos são mais bonitos pessoalmente, pena que ____ distância é tão grande em relação ao nosso país.

A ordem CORRETA de preenchimento das lacunas é:
Alternativas
Q3685384 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Analise o emprego do verbo haver nas seguintes frases:

1. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas.
2. O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA.
3. Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA.
4. alguns anos, nem se pensava na possibilidade de existir IA.

O verbo haver está empregado com o mesmo sentido em: 
Alternativas
Q3685383 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Analise as frases abaixo observando o emprego das vírgulas:

1. “No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
2. “Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
3. “Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê.”
4. “Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação?”.

As vírgulas foram usadas com a mesma função: intercalar o adjunto adverbial, EXCETO em: 
Alternativas
Q3685382 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Em: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”., o termo destacado é:
Alternativas
Q3685381 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Os articuladores sintáticos podem ser corretamente substituídos pelos equivalentes em sentido, entre parênteses, EXCETO em: 
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Q3685380 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Em: “Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê.”, este “porquê” é um(a)
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Q3685379 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A principal preocupação da autora, após a interação com o IA, foi 
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Q3685378 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A conversa da autora com o GPT revelou que a IA pode confundir um texto bem escrito com um texto gerado por ela mesma.

Que característica a IA citou para justificar essa conclusão?
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Q3685377 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A principal razão pela qual a autora ficou surpresa com o resultado dos sites detectores de IA foi ela 
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Q3685376 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
O propósito do texto é: 
Alternativas
Q3578945 Gestão de Pessoas
Considere as afirmações sobre relações humanas e clima organizacional:

I.Falta de reconhecimento e de equidade está entre os fatores que deterioram o clima e prejudicam as relações no trabalho.
II.A qualidade da liderança e a coerência entre discurso e prática afetam diretamente o ambiente e a confiança.
III.A percepção sobre a forma como as coisas são feitas pesa tanto quanto os resultados para avaliar o clima.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3578942 Veterinária
A Resolução n.º 1.138, de 16 de dezembro de 2016, aprova o Código de Ética do Médico Veterinário e determina quais são os deveres do médico veterinário. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o que é dever do médico veterinário:
Alternativas
Q3578941 Veterinária
Considere as afirmativas relacionadas aos objetivos da epidemiologia apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Identificar as causas de doenças, estados ou eventos relacionados com saúde e fatores que aumentem ou diminuam o risco de um indivíduo ou grupo populacional específico para estas condições.

(__)Determinar a extensão da ocorrência de doenças ou agravos exclusivos com a saúde animal, descrever a forma como se distribuem e a magnitude com que ocorrem.

(__)Verificar tendências no processo de produção e distribuição das doenças, o que permite nortear o planejamento estratégico em saúde voltadas exclusivamente à saúde pública.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3578940 Saúde Pública
"Entende-se por ________________ um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e II - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde."
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3578939 Veterinária
Sobre a contaminação dos alimentos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3578938 Veterinária
Para o sucesso do procedimento cirúrgico, é primordial  realizar uma avaliação completa e sistemática de todos os pacientes. Devem ser avaliadas: condição física, estado mental, temperatura retal, auscultas cardíaca e pulmonar, coloração de mucosas, tempo de preenchimento capilar, hidratação, palpação abdominal e alterações em linfonodos. Animais que sofreram trauma devem ser avaliados quanto à viabilidade das vias aéreas, alterações nos tratos gastrintestinal e urinário, além de passar por avaliação ortopédica e neurológica.
Assinale a alternativa que corretamente indica a que se refere essa definição:
Alternativas
Q3578937 Veterinária
"Via de administração de medicamentos caracterizada por ser a que fornece a mais rápida e completa disponibilidade do fármaco. Os fatores envolvidos na absorção são evitados, obtendo-se a concentração desejada no sangue com precisão e rapidez. Em geral, deve ser realizada de forma lenta para evitar a superdosagem relativa nos órgãos mais irrigados."
Assinale a alternativa que indica corretamente a via de administração de medicamentos descrita:
Alternativas
Q3578936 Veterinária
Sobre a semiologia do sistema respiratório dos animais domésticos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3578935 Veterinária

"Consiste na avaliação dos ruídos que os diferentes órgãos produzem espontaneamente".


Assinale a alternativa que indica corretamente o termo técnico descrito anteriormente:

Alternativas
Respostas
81: C
82: B
83: C
84: B
85: C
86: A
87: D
88: A
89: A
90: D
91: D
92: D
93: B
94: E
95: D
96: B
97: D
98: C
99: A
100: E