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Q4041244 Português
Referindo-se à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4041243 Português
A respeito da correta ortografia, marque as alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a correta.

( ) Usaremos “há” quando houver ideia de tempo passado ou com sentido de existir.
( ) A preposição “a” ocorre quando aparece ideia de distância ou futuro.
( ) Mal pode aparecer como substantivo, advérbio (geralmente de modo) e conjunção (com valor temporal).
( ) A expressão mau é sempre um adjetivo.
Alternativas
Q4041241 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.

Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
Alternativas
Q4041240 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “fascinante” significa:
Alternativas
Q4041239 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Determine a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dia, maioria, cuidada). 
Alternativas
Q4041238 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (tênue, ódio, sua), são respectivamente: 
Alternativas
Q4041237 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3923465 Pedagogia
Os currículos do ensino fundamental e médio devem incluir o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. A LDB alterou a base curricular para incluir esses conteúdos. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados, esse estudo torna-se:
Alternativas
Q3923464 Pedagogia
O desenvolvimento da linguagem na criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta manifestações singulares durante a fase pré-escolar. É comum observar a repetição automática e estereotipada de palavras ou frases ouvidas anteriormente, seja de forma imediata ou tardia, muitas vezes sem função comunicativa aparente. Na terminologia clínica e educacional, esse fenômeno é denominado: 
Alternativas
Q3923463 Pedagogia
O ambiente escolar inclusivo deve adotar uma concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico. O princípio que busca essa universalidade de uso é tecnicamente denominado: 
Alternativas
Q3923462 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão classifica os diferentes tipos de entraves que dificultam a participação social da pessoa com deficiência. O texto legal define especificamente os obstáculos existentes em edifícios públicos e privados como barreiras: 
Alternativas
Q3923461 Pedagogia
A movimentação segura de crianças em ambientes escolares exige protocolos específicos. Durante o deslocamento de uma turma de educação infantil do pátio para a sala de aula, a agente posiciona-se estrategicamente para garantir a segurança do grupo. A posição mais adequada para controlar a movimentação é: 
Alternativas
Q3923460 Pedagogia
A manutenção da ordem na educação infantil requer intervenções adequadas à faixa etária. Durante o momento de higienização, várias crianças correm pelo banheiro e brincam com água. A intervenção mais eficaz para restabelecer a observância das normas é: 
Alternativas
Q3923459 Pedagogia
A observação sistemática da conduta infantil fornece informações sobre o desenvolvimento socioemocional. Uma agente nota que um aluno de 5 anos frequentemente empurra colegas durante brincadeiras e ignora orientações verbais. Esse padrão comportamental caracteriza conduta: 
Alternativas
Q3923458 Pedagogia
O desenvolvimento da linguagem na pré-escola ocorre de forma integrada com interações sociais. Durante as refeições coletivas, uma agente incentiva crianças de 5 anos a conversarem sobre suas preferências alimentares e relatarem experiências familiares. Essa prática estimula prioritariamente a linguagem: 
Alternativas
Q3923457 Pedagogia
A estimulação sensorial é fundamental para o desenvolvimento cognitivo na primeira infância. Uma agente organiza atividades com texturas variadas, sons diferentes e objetos coloridos para crianças de 2 a 3 anos. Essas práticas estimulam primariamente a percepção: 
Alternativas
Q3923456 Pedagogia
O desenvolvimento motor na educação infantil requer estímulos adequados em diferentes faixas etárias. Durante a rotina escolar, uma agente observa crianças de 4 anos que apresentam dificuldade em segurar o lápis corretamente e recortar com tesoura. Essas habilidades estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento motor: 
Alternativas
Q3923455 Noções de Primeiros Socorros
Durante uma atividade na cozinha experimental, um aluno derrama água fervente sobre a mão. A pele fica vermelha, dolorida, mas sem bolhas. A conduta de primeiros socorros correta a ser realizada pelo Agente é: 
Alternativas
Q3923454 Psicologia
Um adolescente alterna idealização e desvalorização intensa de figuras de referência, com relações instáveis e reatividade afetiva. Indique o mecanismo de defesa mais compatível com esse padrão:
Alternativas
Q3923453 Psicologia
No exame do desenvolvimento, um lactente de 9 meses demonstra estranhamento diante de desconhecidos e busca proximidade do cuidador. Indique o conceito psicológico mais compatível com esse achado:
Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: B
24: B
25: C
26: A
27: A
28: E
29: C
30: D
31: A
32: C
33: D
34: B
35: A
36: C
37: B
38: C
39: E
40: A