Questões de Concurso Para nutricionista

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Q4248069 Raciocínio Lógico
Duas pessoas p e q deram seus depoimentos: p disse que certo número N é par; q disse que o número N é múltiplo de 3. Dado que é FALSO o valor lógico da proposição composta:

se p então ~q,


deduz-se com certeza que 
Alternativas
Q4248067 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.

Leia o texto a seguir.



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Nesse texto, a intertextualidade com o conto de fadas e com o ditado popular contribui para a construção do humor ao

Alternativas
Q4248066 Português
Texto 3


    Por que diabos “merda” é palavrão? Aliás, por que a palavra “diabos”, indizível décadas atrás, deixou de ser um? Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar, xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a dita nem mãe tem.
    Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões “moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.


BURGOS, A ciência do palavrão: o que está por trás dos xingamentos mais comuns. Superinteressante [edição virtual], São Paulo, 31 jan. 2008. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-do-palavrao/. Acesso em: 04 jun. 2026.
No início do texto, as perguntas e a situação hipotética envolvendo a pedra contribuem para
Alternativas
Q4248065 Português
Texto 3


    Por que diabos “merda” é palavrão? Aliás, por que a palavra “diabos”, indizível décadas atrás, deixou de ser um? Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar, xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a dita nem mãe tem.
    Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões “moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.


BURGOS, A ciência do palavrão: o que está por trás dos xingamentos mais comuns. Superinteressante [edição virtual], São Paulo, 31 jan. 2008. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-do-palavrao/. Acesso em: 04 jun. 2026.
No texto, a referência a “pesquisas recentes” contribui para a construção argumentativa porque
Alternativas
Q4248064 Português
Texto 3


    Por que diabos “merda” é palavrão? Aliás, por que a palavra “diabos”, indizível décadas atrás, deixou de ser um? Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar, xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a dita nem mãe tem.
    Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões “moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.


BURGOS, A ciência do palavrão: o que está por trás dos xingamentos mais comuns. Superinteressante [edição virtual], São Paulo, 31 jan. 2008. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-do-palavrao/. Acesso em: 04 jun. 2026.
No trecho “Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões ‘moram’ nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico.”, a expressão “mais exatamente” apresenta valor semântico de 
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Q4248063 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
No período “Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso!”, o adjetivo “horrorizada” exerce a função sintática de
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Q4248062 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
Considerando a construção de sentidos do texto como um todo, a coerência textual é organizada principalmente pela relação entre o(a)
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Q4248061 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
Releia este trecho da crônica: “Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda.” Nesse excerto, a expressão “a claridade do mar como desnuda” produz efeito expressivo ao
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Q4248060 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
Considerando as características e funcionalidades de diferentes gêneros e tipologias textuais, o segundo parágrafo apresenta predominância da tipologia 
Alternativas
Q4248059 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No terceiro período do primeiro parágrafo, o pronome oblíquo “lo”, em “desnaturalizá-lo”, atua como recurso de coesão textual ao referir-se ao sintagma
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Q4248058 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No primeiro parágrafo, a progressão temática ocorre por meio da
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Q4245061 Nutrição
Os lipídeos exercem funções essenciais durante os primeiros anos de vida, sendo objeto de recomendações específicas quanto à alimentação de lactentes. Considerando as evidências científicas atuais, analise as afirmativas a seguir:

I - A redução da ingestão de lipídeos na alimentação de lactentes é recomendada como estratégia para favorecer o crescimento saudável e reduzir o risco futuro de excesso de peso.

II - Embora as fórmulas infantis sejam desenvolvidas para atender às necessidades nutricionais dos lactentes, sua composição lipídica difere da observada no leite materno, especialmente quanto ao perfil de ácidos graxos.

III - A composição de ácidos graxos do leite materno é praticamente constante entre as mulheres, sendo independente da alimentação materna durante o período de lactação.

IV - As principais diferenças entre o leite materno e as fórmulas infantis residem na composição e na organização estrutural dos lipídeos, incluindo diferenças relacionadas ao ácido palmítico, aos ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa, como o ácido araquidônico (ARA) e o ácido docosa-hexaenoico (DHA), ao colesterol e aos lipídios complexos.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Q4245060 Nutrição
Durante uma consulta de puericultura, uma mãe de um lactente de seis meses relata receio em oferecer ovo e pasta de amendoim ao filho, pois há histórico de rinite alérgica e asma na família. Ela informa que pretende adiar a introdução desses alimentos até os dois anos de idade para reduzir o risco de alergia alimentar. Considerando as recomendações atuais para prevenção da alergia alimentar, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4245059 Nutrição
A doença celíaca é uma enteropatia imunomediada desencadeada pela ingestão de glúten em indivíduos geneticamente suscetíveis. Considerando as evidências científicas atuais sobre esta condição marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O glúten é um complexo proteico constituído principalmente pelas frações gliadina e glutenina, presente em cereais como trigo, centeio e cevada.

( ) A aveia é um cereal naturalmente isento de glúten e, por esse motivo, pode ser consumida livremente por todos os indivíduos com doença celíaca.

( ) Embora a aveia seja naturalmente isenta de glúten, alguns indivíduos com doença celíaca podem apresentar sensibilidade a determinadas cultivares, razão pela qual sua introdução na dieta deve ser individualizada e acompanhada por profissional habilitado.

( ) O consumo de glúten pode ser realizado de forma segura por indivíduos com doença celíaca, desde que seja associado ao uso de enzimas para degradação do glúten, como DPP-IV e outras proteases específicas atualmente disponíveis.
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Q4245058 Nutrição
Durante a prescrição de terapia nutricional para um paciente em recuperação de trauma, um nutricionista avalia a composição de um suplemento proteico enriquecido com aminoácidos de cadeia ramificada, frequentemente utilizados em situações clínicas específicas devido ao seu metabolismo predominantemente extra-hepático e à participação na síntese proteica muscular. Considerando a classificação estrutural dos aminoácidos, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente aminoácidos de cadeia ramificada:
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Q4245057 Nutrição
Durante o planejamento da produção de refeições em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), o nutricionista utiliza indicadores culinários para estimar perdas, rendimento das preparações e necessidade de aquisição de matérias-primas. Esses indicadores contribuem para o controle de desperdícios, o planejamento de compras e a padronização das preparações. Considerando os indicadores culinários empregados no preparo de alimentos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4245056 Nutrição
A aquisição de alimentos no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve considerar critérios relacionados à qualidade nutricional dos alimentos, à promoção da alimentação adequada e saudável e ao uso adequado dos recursos públicos destinados ao programa. Considerando as diretrizes estabelecidas pela Resolução CD/FNDE nº 4, de 26 de fevereiro de 2026, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A aplicação dos recursos financeiros repassados no âmbito do PNAE determina que, no mínimo, 85% dos valores sejam destinados à aquisição de alimentos in natura ou minimamente processados.

( ) A aquisição de alimentos processados e ultraprocessados pode representar até 10% dos recursos financeiros destinados ao PNAE, enquanto a aquisição de ingredientes culinários processados pode representar até 5% desses recursos.

( ) A utilização de recursos financeiros federais do PNAE é proibida para aquisição de determinados alimentos e bebidas ultraprocessados, incluindo refrigerantes, balas, biscoitos recheados e bebidas artificiais.

( ) Recomenda-se a não aquisição de alimentos ultraprocessados ou que façam uso de rotulagem nutricional frontal de alto conteúdo.

( ) A aquisição anual de, no mínimo, cinquenta diferentes tipos de alimentos in natura ou minimamente processados pelas entidades executoras do PNAE constitui uma exigência obrigatória estabelecida pela Resolução, visando garantir a diversidade da alimentação escolar.
Alternativas
Q4245055 Nutrição
Um nutricionista foi convidado para elaborar um material educativo destinado às famílias de escolares atendidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Entre as orientações propostas, o profissional pretende exemplificar alimentos classificados como in natura, ingredientes culinários processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados, conforme a classificação NOVA. Considerando essa classificação, assinale a alternativa que apresenta uma associação CORRETA entre o alimento e seu respectivo grupo.
Alternativas
Respostas
521: C
522: A
523: C
524: B
525: C
526: B
527: C
528: C
529: B
530: A
531: C
532: A
533: D
534: C
535: D
536: A
537: E
538: B
539: A
540: C