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Q3802786 Matemática
O custo mensal C(x) de manutenção de um laboratório escolar é dado pela função C(x) = 150x + 800, em que x representa o número de equipamentos em uso. Se o laboratório possui 10 equipamentos, o custo mensal será de: 
Alternativas
Q3802783 Matemática
Uma nutricionista prepara uma bebida funcional em que 250 mL correspondem a uma porção individual. Para atender 18 pacientes, mantendo a mesma proporção, o volume total necessário da bebida será de: 
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Q3802782 Matemática
Um engenheiro civil está dimensionando o piso de uma sala retangular destinada a laboratório, cujas dimensões são 8,5 m de comprimento e 6 m de largura. Para fins de orçamento, a área total desse piso corresponde a: 
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Q3802781 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou desde 2015

       O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para 23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2 anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais, publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado recentemente.
       A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto responsável.
       A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela. Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados essenciais para o desenvolvimento infantil.
       Uma das coordenadoras da publicação, a professora associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio às famílias”.
       O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a importância de impor limites.
       A professora Maria Thereza Souza, do departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das emoções e ao controle de impulsos.
       Há também um alerta para riscos associados à exposição a conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas na execução de planos agressivos.
       Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão associados a maior risco de comportamentos hostis, dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e maior aceitação da violência como forma de resolução de conflitos.
       Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação, assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados e publicidade abusiva.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x (adaptado). 
Considerando o período “O estudo ouviu 822 cuidadores”, a reescrita correta desse enunciado no futuro do pretérito do indicativo, mantendo o sentido verbal e a estrutura sintática, é: 
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Q3802780 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou desde 2015

       O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para 23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2 anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais, publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado recentemente.
       A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto responsável.
       A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela. Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados essenciais para o desenvolvimento infantil.
       Uma das coordenadoras da publicação, a professora associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio às famílias”.
       O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a importância de impor limites.
       A professora Maria Thereza Souza, do departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das emoções e ao controle de impulsos.
       Há também um alerta para riscos associados à exposição a conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas na execução de planos agressivos.
       Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão associados a maior risco de comportamentos hostis, dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e maior aceitação da violência como forma de resolução de conflitos.
       Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação, assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados e publicidade abusiva.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x (adaptado). 
Considerando a correspondência fonêmica na normapadrão do português brasileiro, o número total de fonemas das palavras contexto e agressivos, respectivamente, é: 
Alternativas
Q3802779 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou desde 2015

       O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para 23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2 anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais, publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado recentemente.
       A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto responsável.
       A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela. Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados essenciais para o desenvolvimento infantil.
       Uma das coordenadoras da publicação, a professora associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio às famílias”.
       O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a importância de impor limites.
       A professora Maria Thereza Souza, do departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das emoções e ao controle de impulsos.
       Há também um alerta para riscos associados à exposição a conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas na execução de planos agressivos.
       Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão associados a maior risco de comportamentos hostis, dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e maior aceitação da violência como forma de resolução de conflitos.
       Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação, assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados e publicidade abusiva.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x (adaptado). 
No período “A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números”, o sujeito do verbo sublinhado é classificado como: 
Alternativas
Q3802778 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou desde 2015

       O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para 23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2 anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais, publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado recentemente.
       A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto responsável.
       A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela. Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados essenciais para o desenvolvimento infantil.
       Uma das coordenadoras da publicação, a professora associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio às famílias”.
       O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a importância de impor limites.
       A professora Maria Thereza Souza, do departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das emoções e ao controle de impulsos.
       Há também um alerta para riscos associados à exposição a conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas na execução de planos agressivos.
       Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão associados a maior risco de comportamentos hostis, dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e maior aceitação da violência como forma de resolução de conflitos.
       Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação, assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados e publicidade abusiva.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x (adaptado). 
Ao relacionar o uso excessivo de telas às desigualdades sociais, o texto evidencia que: 
Alternativas
Q3802777 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou desde 2015

       O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para 23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2 anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais, publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado recentemente.
       A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto responsável.
       A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela. Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados essenciais para o desenvolvimento infantil.
       Uma das coordenadoras da publicação, a professora associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio às famílias”.
       O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a importância de impor limites.
       A professora Maria Thereza Souza, do departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das emoções e ao controle de impulsos.
       Há também um alerta para riscos associados à exposição a conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas na execução de planos agressivos.
       Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão associados a maior risco de comportamentos hostis, dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e maior aceitação da violência como forma de resolução de conflitos.
       Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação, assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados e publicidade abusiva.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x (adaptado). 
O texto apresenta dados e análises sobre o uso da internet na primeira infância no Brasil, articulando informações estatísticas e posicionamentos de especialistas. A ideia central defendida é a de que: 
Alternativas
Q3799761 Nutrição
Durante uma consulta de rotina em uma Unidade Básica de Saúde, um nutricionista avalia uma paciente de 30 anos, sexo feminino, trabalhadora administrativa, que relata sedentarismo e aumento progressivo de peso nos últimos meses. Ao realizar a avaliação antropométrica, o profissional registra os seguintes dados: Peso corporal: 86 kg e Estatura: 1,63 m

Considerando o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) e os critérios de classificação estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000), assinale a alternativa CORRETA quanto ao resultado e à interpretação nutricional desse indivíduo.
Alternativas
Q3799760 Nutrição
A higiene pessoal do manipulador é considerada um dos pilares das Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos, uma vez que o ser humano constitui a principal fonte de contaminação física e microbiológica no ambiente produtivo. A RDC nº 216/2004, determina condutas específicas para a apresentação pessoal, visando minimizar o risco de transferência de microrganismos e partículas aos alimentos.

Segundo as Boas Práticas de Manipulação, o uso de adornos pessoais (anéis, pulseiras, brincos, relógios, colares e maquiagem) durante a manipulação de alimentos:
Alternativas
Q3799759 Nutrição
De acordo com o Art. 67 do Código de Ética e de Conduta do Nutricionista, é direito do profissional delegar atribuições privativas a estagiários de nutrição. No entanto, essa prerrogativa é legítima desde que: 
Alternativas
Q3799758 Nutrição
"Com o prolongamento do estado de jejum, uma vez que nenhum alimento é ingerido, ao mesmo tempo em que ocorre uma diminuição acentuada da concentração de glicogênio hepático, o organismo torna se dependente da gliconeogênese hepática, primariamente a partir de glicerol, lactato e aminoácidos. O ciclo de Cori e o ciclo alanina glicose (Figura 1) desempenham um papel relevante, porém não fornecem carbonos para o saldo de síntese de glicose".
Fonte: Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / Silvia Maria Franciscato Cozzolino, Cristiane Cominetti . -- Barueri, SP : Manole, 2013.

Q37.png (345×261)

Com base nos processos descritos no contexto acima, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) No jejum, o músculo consiste em uma fonte de aminoácidos utilizados na gliconeogênese hepática, especialmente alanina e glutamina.
(__) O fígado utiliza a acetil-CoA derivada da oxidação de ácidos graxos como principal fonte de carbonos para a síntese de glicose durante o jejum.
(__) Após o jejum, o glicogênio hepático é ressintetizado diretamente a partir da glicose sanguínea, e não pela via indireta via lactato e aminoácidos.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3799757 Nutrição
De acordo com o Código de Ética e de Conduta do Nutricionista, constitui infração ético-disciplinar a ação ou omissão, ainda que sob a forma de participação ou conivência, que implique em desobediência ou inobservância de qualquer modo às disposições deste Código.

No que se refere a esse preceito e considerando o Código de Ética e de Conduta do Nutricionista, no que se refere as infrações e penalidades aplicáveis ao exercício profissional do nutricionista, analise as afirmativas a seguir.

I. Responde pela infração quem a cometer, participar ou for conivente.
II. A caracterização das infrações ético-disciplinares e a aplicação das respectivas penalidades regem-se por este Código e pelas demais normas legais e regula- mentares específicas aplicáveis.
III. A ocorrência da infração, a sua autoria e responsabilidade e as circunstâncias a ela relacionadas serão apuradas em processo instaurado e conduzido em conformidade com as normas legais e regulamentares próprias e com aquelas editadas pelos Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas nos limites de suas respectivas competências.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3799756 Nutrição
Os métodos de obtenção de dados da ingestão dietética são ferramentas essenciais para avaliar os hábitos alimentares de indivíduos e populações. Esses métodos permitem identificar padrões de consumo, avaliar nutrientes e detectar inadequações nutricionais. A escolha do método depende do objetivo do estudo, da população e dos recursos disponíveis.
Fonte: Krause, M.V.; Mahan, L.K.; Raymond, J.L. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 15ª ed. Elsevier, 2021.

No que se refere aos métodos de obtenção de dados da ingestão dietética, analise as afirmativas abaixo.
I. O método recordatório de 24 horas de coleta de dados exige que os indivíduos se lembrem de alimentos específicos e quantidades de alimentos que consumiram nas 24 horas passadas.
II. O questionário de frequência alimentar é uma revisão retrospectiva da ingestão baseada na frequência (i.e., alimento consumido por dia, por semana ou por mês). Para facilitar a avaliação, o gráfico de frequência alimentar organiza os alimentos em grupos que têm nutrientes comuns.
III. O registro alimentar diário, ou diário alimentar, envolve a documentação da ingestão dietética conforme ela ocorre, e com frequência é usado em ambientes clínicos ambulatoriais.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3799755 Nutrição
Durante a gestação, ocorrem adaptações cardiovasculares, renais e hematológicas, como aumento do volume sanguíneo, débito cardíaco e taxa de filtração glomerular, resultando em hemodiluição e alterações nos níveis séricos de proteínas e vitaminas hidrossolúveis. O sistema gastrointestinal é afetado pela progesterona, causando diminuição da motilidade, constipação, refluxo e alterações na digestão de nutrientes. A respiração se adapta com hiperventilação leve, melhorando a troca gasosa fetal, enquanto a pressão arterial diastólica diminui temporariamente. A placenta regula a transferência de nutrientes e oxigênio, adaptando-se a diferentes condições maternas para suportar o crescimento fetal. Inicialmente, o feto depende da nutrição uterina antes do estabelecimento do fluxo sanguíneo pelo cordão umbilical, sendo a eficiência placentária crucial para prevenir restrição de crescimento intrauterino.
Fonte: Krause, M.V.; Mahan, L.K.; Raymond, J.L. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 15ª ed. Elsevier, 2021.

Com relação as alterações fisiológicas da gestação, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O volume sanguíneo aumenta, com grande variabilidade entre as mulheres. Este aumento de volume no sangue resulta em concentrações menores de hemoglobina, albumina sérica, outras proteínas do soro e das vitaminas hidrossolúveis, principalmente após o fim do primeiro trimestre.
(__) O débito cardíaco aumentado acompanha a gestação e aumenta o tamanho cardíaco. A pressão arterial, principalmente diastólica, diminui durante os primeiros dois trimestres por causa da vasodilatação periférica, mas pode voltar aos valores pré-gestação no terceiro trimestre.
(__) Durante a gestação a função do sistema gastrointestinal (GI) muda de vários modos que afetam o estado nutricional. No primeiro trimestre náuseas e vômitos podem ocorrer, seguidos por um retorno de apetite que pode ser voraz (ver Náuseas e Vômitos, Hiperêmese Gestacional e Ptialismo).

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3799754 Nutrição
Uma criança de 8 anos foi encaminhada para acompanhamento nutricional em um serviço de atenção primária. Durante a avaliação antropométrica, constatou-se que seu índice de massa corporal (IMC) para idade apresentou escore z > +2 e ≤ +3. Considerando os critérios de classificação nutricional infantil, assinale a alternativa que corresponde à classificação correta desse escore z.
Alternativas
Q3799753 Nutrição
Paciente R.P., sexo masculino, 60 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica há 10 anos, foi admitido em acompanhamento ambulatorial apresentando cefaleia frequente, fadiga e discreto edema em membros inferiores. Utiliza losartana e hidroclorotiazida. Antropometria: peso: 87 kg; estatura: 1,72 m (IMC = 29,5 kg/m²). Com base na interpretação integrada dos dados clínicos, antropométricos e laboratoriais apresentados, assinale a alternativa CORRETA no que se refere às condutas e orientações nutricionais adequadas ao manejo dietoterápico deste paciente.
Alternativas
Q3799752 Nutrição
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), configura-se como um marco estratégico nas ações do Estado brasileiro voltadas à consolidação do direito humano à alimentação adequada e à saúde. No que diz respeito a Política Nacional de Alimentação e Nutrição − PNAN, assinale a alterativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
3941: D
3942: C
3943: B
3944: D
3945: C
3946: C
3947: A
3948: B
3949: A
3950: D
3951: A
3952: D
3953: C
3954: A
3955: C
3956: C
3957: D
3958: A
3959: B
3960: C