Questões de Concurso Para nutricionista

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Q4041088 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
A formação de palavras constitui mecanismo importante de ampliação vocabular na Língua Portuguesa, podendo ocorrer por processos como derivação e composição. Considerando palavras empregadas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4041087 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Na análise sintática da oração, o sujeito pode apresentar-se de forma expressa, oculta na desinência verbal, indeterminada ou, em certos casos, sequer existir, o que exige atenção simultânea à estrutura do enunciado e ao valor assumido pela forma verbal em contexto. No trecho Escutei alguém negando o aquecimento global, o sujeito da forma verbal sublinhada classifica-se como: 
Alternativas
Q4041086 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No trecho final Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir, a expressão voltei a dormir, considerada no contexto global da crônica, produz um efeito de sentido que se vincula principalmente à ideia de:
Alternativas
Q4041085 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No âmbito das regras de acentuação da Língua Portuguesa, das palavras a seguir, qual delas NÃO é acentuada por ser proparoxítona?
Alternativas
Q4041084 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Considerando a norma-padrão e os aspectos sintáticos de trechos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4041083 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
A respeito de aspectos gramaticais presentes em trechos do texto, analise as assertivas a seguir.

I. Em Fui uma aluna apenas razoável, a forma verbal fui atua como verbo de ligação.
II. Em O resto, levava na base da decoreba, a expressão na base da decoreba exerce valor adverbial, indicando modo.
III. Em A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, os termos enumerados exercem função de objeto direto da forma verbal discutiria.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4041082 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No trecho os alunos aprenderiam a viver, a locução verbal expressa uma ação situada em plano hipotético, vinculada a uma condição anteriormente sugerida no enunciado. Nesse contexto, a forma verbal aprenderiam está no __________ do modo __________.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima? 
Alternativas
Q4041081 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No desenvolvimento do texto, a enumeração de atividades como sarau, teatro, dança, canto, culinária, filosofia, política, educação sexual e educação financeira produz um efeito de sentido que ultrapassa a simples exemplificação.

Tal procedimento contribui principalmente para:
Alternativas
Q4041080 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Ao propor que, se fosse a dona da escola, alteraria profundamente o currículo, a autora não pretende apresentar um projeto pedagógico formal e minucioso, mas construir uma crítica por contraste.

Nesse sentido, a organização argumentativa do texto permite concluir que a cronista defende, sobretudo:
Alternativas
Q4040789 Legislação Municipal
São considerados como de efetivo exercício os afastamentos, conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, em virtude de, por exemplo:
I. Penalidade de suspensão, quando convertida em multa e, no caso de provimento de pedido de reconsideração, recurso ou revisão.
II. Afastamento preventivo.
III. Júri e outros serviços obrigatórios por lei.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4040788 Legislação Municipal
De acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço até ____ dias, em cada ____, limitado ao máximo de ____ dias no ano civil, para acompanhamento em consulta, exames médicos ou internações hospitalares, de filho menor de ____ anos, ou a ele equiparado, ou inválido de qualquer idade, mediante comprovação médica.
Preenche, CORRETAMENTE e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4040787 Legislação Municipal
Analise o texto a seguir, de acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município:
Será concedida licença ao servidor ocupante de cargo efetivo, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, do pai ou da mãe, dos avós, do filho, enteado ou menor sob guarda para fins de adoção e de irmão, mediante inspeção de saúde oficial e estudo social, e somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo, apurada através do competente processo administrativo, conduzido por comissão especificamente designada para esse fim.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4040786 Legislação Municipal
Conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, o servidor ocupante de cargo efetivo e estável poderá ser cedido, mediante sua concordância, para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, ou entidades privadas, em hipóteses como para exercício de cargo em comissão ou função gratificada, hipótese na qual:
Alternativas
Q4040785 Legislação Municipal
De acordo com o que traz o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, diversas são as licenças que podem ser concedidas aos servidores.
Com base nisso, analise as alternativas que seguem e assinale a que apresenta informação que pode ser considerada INCORRETA.
Alternativas
Q4040784 Direito Constitucional
Conforme a Lei Orgânica, o Município poderá consorciar-se com outros Municípios, com vistas ao desenvolvimento de atividades econômicas de interesse comum, bem como integrar-se em programas de desenvolvimento regional a cargo de outras esferas de governo, com a devida aprovação.
Alternativas
Q4040783 Legislação Municipal
Analise o texto a seguir, com base na Lei Orgânica:
O Vice-Prefeito, além da responsabilidade de substituto e sucessor do Prefeito Municipal, cumprirá as atribuições que lhe forem fixadas e auxiliará o Chefe do Poder Executivo, quando convocado por este, para missões especiais.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4040782 Legislação Municipal
De acordo com a própria Lei Orgânica, ela poderá ser emendada através de algumas hipóteses, com proposta, por exemplo, dos Vereadores e dos eleitores do Município. Nesse sentido, qual das alternativas apresenta a quantidade mínima de Vereadores e de eleitores para conseguir propor uma emenda à Lei Orgânica, respectivamente?
Alternativas
Q4040781 Direito Constitucional
A Lei Orgânica cita que, no período de recesso da Câmara Municipal de Vereadores, funcionará uma Comissão Representativa, com atribuições como:
I. Tomar medidas urgentes de competência da Câmara Municipal de Vereadores.
II. Zelar pela prerrogativa do Poder Judiciário.
III. Convocar extraordinariamente a Câmara Municipal de Vereadores.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4040780 Regimento Interno
Sabe-se que, de acordo com a Lei Orgânica, elaborar e encaminhar ao Prefeito Municipal, até determinada data, após aprovação pelo Plenário, a proposta parcial do Orçamento da Câmara, para ser incluída na proposta geral do orçamento do Município, prevalecendo, na hipótese de não aprovação pelo Plenário, a proposta elaborada pela Mesa Diretora, é uma atribuição:
Alternativas
Q4040779 Noções de Informática
No Microsoft Word 365, os modos de exibição do documento podem alterar a forma como o conteúdo é apresentado na tela. Considerando o modo Layout da Web, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) Nesse modo, o documento mantém uma divisão rígida entre páginas, de forma semelhante ao modo de impressão, preservando a separação fixa do conteúdo.
( ) Nesse modo, a edição do conteúdo do documento é restringida, permitindo apenas sua visualização.
( ) Nesse modo, as imagens e demais elementos gráficos são automaticamente removidos, sendo exibido apenas o conteúdo textual.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Respostas
2361: A
2362: C
2363: B
2364: C
2365: D
2366: A
2367: B
2368: C
2369: D
2370: C
2371: E
2372: C
2373: A
2374: D
2375: C
2376: A
2377: A
2378: D
2379: D
2380: E