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Q4075210 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
No último parágrafo, a expressão “Esse dilema” funciona como um recurso coesivo que assegura a coerência textual ao:
Alternativas
Q4075209 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
Considerando a organização do texto e a situação comunicativa, é correto afirmar que o gênero de divulgação científica apresentado utiliza:
Alternativas
Q4075208 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
Ao afirmar que a ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa e que as informações não viajam de forma etérea (l. 30–33), a intencionalidade discursiva é:
Alternativas
Q4075207 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
No texto, a menção à projeção da empresa IDC sobre a geração de 394 trilhões de zettabytes até 2028, no quarto parágrafo, constitui um recurso de argumentação que objetiva: 
Alternativas
Q4069047 Fonoaudiologia
A avaliação fonoaudiológica dos distúrbios motores da fala exige precisão conceitual e clínica, considerando suas manifestações clínicas, mecanismos subjacentes e implicações para o diagnóstico diferencial e o planejamento terapêutico. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4069046 Fonoaudiologia

A eletrococleografia é um exame eletrofisiológico utilizado na avaliação da função coclear e do nervo auditivo distal, a partir do registro de potenciais elétricos gerados em resposta à estimulação sonora.


Considerando os objetivos clínicos e fisiológicos da eletrococleografia, bem como os potenciais que a compõem, é correto afirmar que, EXCETO:

Alternativas
Q4069045 Fonoaudiologia
A classificação das disfonias é essencial para o raciocínio clínico fonoaudiológico, pois subsidia a avaliação e a definição das condutas terapêuticas.
Considerando os diferentes tipos de disfonia descritos na literatura científica e seus fundamentos etiológicos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4069044 Fonoaudiologia
A reabilitação das afasias pressupõe a compreensão dos mecanismos linguísticos comprometidos e da neuroplasticidade envolvida no processo terapêutico. Considerando os diferentes tipos de afasia, a intervenção fonoaudiológica e a organização funcional dos sistemas de linguagem, é correto afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q4069043 Fonoaudiologia

O planejamento terapêutico fonoaudiológico em casos de disfagia associada ao câncer de cabeça e pescoço envolve a integração entre alterações estruturais e funcionais decorrentes do tratamento oncológico, princípios da motricidade orofacial e critérios de segurança e eficiência da deglutição. Com base nas evidências atuais sobre a intervenção fonoaudiológica nesses casos, analise as assertivas:



I. Em pacientes submetidos à radioterapia orofaríngea, a fibrose e a redução de mobilidade podem justificar ênfase inicial em exercícios miofuncionais, com inserção progressiva do treino funcional da deglutição.


II. A seleção e progressão terapêutica na disfagia associada ao câncer de cabeça e pescoço baseiam-se principalmente em achados instrumentais, sendo a percepção funcional do paciente pouco relevante para os desfechos clínicos.


III. Na presença de alterações estruturais permanentes, o tratamento pode direcionar-se à reorganização funcional e ao treino de deglutição segura, com monitoramento clínico e instrumental.



Está(ão) INCORRETA(S): 

Alternativas
Q4069042 Fonoaudiologia

Considerando os fundamentos neurofuncionais da sucção e da deglutição no recém-nascido pré-termo, bem como a intervenção fonoaudiológica frente às condições sindrômicas associadas ao aleitamento materno, analise as assertivas abaixo e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:



( ) A imaturidade neurológica do prematuro pode comprometer a coordenação sucção-deglutição-respiração, e a intervenção fonoaudiológica precoce pode favorecer a organização sensório-motora oral e a transição segura para o aleitamento materno ao seio.


( ) Em prematuros com síndromes associadas à hipotonia orofacial, o tratamento fonoaudiológico deve concentrar-se no fortalecimento muscular isolado, visto que a eficiência da sucção depende fundamentalmente da força dos músculos periorais.


( ) Alterações de tonicidade axial e cervical não exercem influência significativa sobre a eficiência da sucção nutritiva, pois o padrão motor oral ocorre de maneira reflexa e independente do controle postural global.


( ) A estimulação oral não nutritiva apresenta evidência restrita e demonstra baixo impacto consistente na organização do padrão de sucção ou na prontidão para a alimentação via oral em recém-nascidos pré-termo.



Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4069041 Fonoaudiologia

Analise as partes que seguem: A perda auditiva condutiva caracteriza-se por alterações localizadas na orelha externa e/ou média, ocasionando atenuação da energia sonora que chega à cóclea, sendo comum a presença de gap aéreo-ósseo na audiometria tonal, com limiares ósseos dentro da normalidade (1ª parte). Na perda auditiva neurossensorial, as alterações podem ocorrer tanto nas células ciliadas da cóclea quanto nas fibras do nervo vestibulococlear, resultando em comprometimento da sensibilidade auditiva e da discriminação sonora, mesmo quando os sons são apresentados em intensidades elevadas (2ª parte). A perda auditiva mista apresenta, obrigatoriamente, limiares por via aérea e por via óssea igualmente rebaixados, sem diferença significativa entre eles, refletindo uma associação simultânea de componentes condutivos e neurossensoriais (3ª parte). 


Das partes, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q4069040 Fonoaudiologia

Analise as assertivas abaixo:



I. Em pacientes com mordida aberta anterior e hipotonia de musculatura elevadora da mandíbula, o treino mastigatório deve priorizar exercícios isotônicos de fortalecimento com alimentos de alta consistência desde o início do tratamento, a fim de promover sobrecarga mecânica suficiente para reorganização oclusal funcional, independentemente do padrão de estabilidade mandibular apresentado.


II. Em casos de mordida cruzada posterior unilateral associada a assimetria mastigatória crônica e hipertonia compensatória de musculatura bucinadora contralateral, o tratamento fonoaudiológico deve evitar intervenções miofuncionais até correção ortodôntica completa, pois o treino funcional antes da estabilização estrutural tende a reforçar padrões adaptativos inadequados.


III. Na presença de hipotonia lingual e labial com repercussões na formação e ejeção do bolo alimentar, o uso de exercícios resistidos isolados, sem integração com tarefas mastigatórias funcionais, é suficiente para restabelecer padrão mastigatório bilateral alternado, desde que realizados com frequência mínima de três vezes por semana.



Está(ão) INCORRETA(S):

Alternativas
Q4069039 Fonoaudiologia
O desenvolvimento da linguagem tem sido explicado por diferentes teorias ao longo da história, as quais enfatizam distintos mecanismos explicativos. Considerando as teorias para a compreensão do desenvolvimento linguístico infantil, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4069038 Fonoaudiologia

A deglutição é um processo neuromuscular complexo que envolve fases voluntárias e reflexas, exigindo coordenação precisa entre nervos cranianos e grupos musculares orais, faríngeos e laríngeos.


Considerando os mecanismos fisiológicos da deglutição normal e sua relação com a disfagia neurogênica, especialmente no que se refere à inervação motora e sensitiva dos músculos envolvidos, é correto afirmar que, EXCETO:

Alternativas
Q4067920 Fonoaudiologia
Durante a avaliação audiológica de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), aspectos comportamentais podem interferir na obtenção das respostas auditivas. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4067919 Fonoaudiologia
Na avaliação audiológica clínica, a audiometria tonal liminar de altas frequências pode complementar a investigação da sensibilidade auditiva em determinadas situações clínicas. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4067918 Fonoaudiologia
De acordo com as recomendações do Joint Committee on Infant Hearing para programas de triagem auditiva neonatal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4067917 Fonoaudiologia
No contexto da audiologia ocupacional, o Programa de Conservação Auditiva (PCA) constitui importante estratégia de promoção e prevenção em saúde do trabalhador. Sobre esse fator, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4067916 Saúde Pública
No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), a territorialização constitui ferramenta fundamental para o planejamento das ações das equipes multiprofissionais, incluindo a atuação fonoaudiológica. A respeito desse processo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4067915 Fonoaudiologia
Durante o manejo do aleitamento materno, a avaliação da amamentação envolve aspectos anatômicos e funcionais relacionados à alimentação do recém-nascido. A esse respeito, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
1181: A
1182: C
1183: B
1184: B
1185: A
1186: C
1187: D
1188: B
1189: B
1190: C
1191: B
1192: D
1193: A
1194: D
1195: B
1196: A
1197: D
1198: C
1199: C
1200: B