Valentina, 3 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral tetraplégica espástica, é acompanhada em serviço municipal de reabilitação.
Apresenta severa limitação motora, ausência de fala funcional e dificuldade de apontar objetos de forma intencional. Durante as
interações, responde de maneira consistente por meio de movimentos oculares e alterações faciais sutis. A família demonstra
resistência ao uso de recursos alternativos de comunicação, por acreditar que isso pode “atrasar o desenvolvimento da fala”.
Diante desse quadro, o fonoaudiólogo propõe a introdução de Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA), com adaptação dos
recursos às condições motoras da criança e orientação familiar. Considerando os princípios da atuação fonoaudiológica na paralisia cerebral, assinale a alternativa CORRETA.