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CAZO. Aumenta o número de detentos inscritos no
ENEM. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-aumentao-numero-de-detentos-inscritos-no-enem/>.
Nas falas dos personagens na charge acima, é correto afirmar que:
"Aquela empresa multinacional ficará muito satisfeita caso _________."
Assinale a alternativa em que ambas as formas propostas preenchem adequadamente a lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
"Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
I. As infecções virais correspondem a uma parcela das perdas auditivas neurossensoriais súbitas, sendo geralmente caracterizadas por acometimento unilateral e, na população adulta, constituem uma das principais causas desse tipo de perda auditiva.
II. Entre os agentes virais associados à perda auditiva neurossensorial em adultos estão o vírus da parotidite epidêmica, herpes simples, herpes-zoster, citomegalovírus, influenza, adenovírus e HIV.
III. Os mecanismos pelos quais as infecções virais podem causar perda auditiva incluem o comprometimento da orelha média, levando a perda condutiva, e a invasão da orelha interna, com possível lesão coclear e/ou do nervo auditivo.
IV. Na parotidite epidêmica, o comprometimento do nervo coclear ocorre exclusivamente de forma bilateral, sendo a perda auditiva condutiva a manifestação mais frequente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. As Emissões Otoacústicas podem ocorrer de forma espontânea, estando presentes em uma parcela dos indivíduos, ou serem evocadas por estímulo sonoro, apresentando alta ocorrência na população.
II. As EOA constituem um exame objetivo, rápido, não invasivo e de alta sensibilidade, podendo ser realizado em diferentes ambientes hospitalares, como alojamento conjunto, berçário e UTI.
III. A captação das EOA tem como finalidade principal quantificar o grau da perda auditiva, determinando o nível exato do comprometimento auditivo do indivíduo.
IV. As EOA evocadas transientes apresentam alta sensibilidade e possuem como referência um limiar de corte de aproximadamente 25 dB, sendo que perdas auditivas acima desse limite podem resultar em falha no exame.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. A disfagia caracteriza-se pela dificuldade ou incapacidade de realizar a deglutição de alimentos, saliva e/ou secreções de maneira adequada e segura.
II. Alterações estruturais, neurológicas, inflamatórias ou funcionais podem comprometer o processo de deglutição, tornando-o mais lento, doloroso ou associado a episódios de engasgos.
III. A presença de estase faríngea, penetração laríngea e/ou aspiração laringotraqueal de alimentos ou secreções pode estar relacionada às queixas apresentadas por indivíduos com disfagia.
IV. A disfagia ocorre exclusivamente em idosos, pois está associada ao processo natural de envelhecimento e não acomete outras faixas etárias.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. O fonema corresponde a uma unidade abstrata da língua capaz de diferenciar significados, sendo identificado a partir da análise das relações estabelecidas no sistema fonológico.
II. O par mínimo é constituído por dois vocábulos que apresentam significados diferentes e se distinguem pela substituição de apenas um fonema na cadeia sonora.
III. O teste de comutação consiste na troca de um fonema por outro em um vocábulo, verificando se essa alteração provoca mudança de significado.
IV. A identificação dos fonemas de uma língua ocorre exclusivamente pela análise dos sons produzidos, sem considerar a possibilidade de alteração de significado após a substituição de um fonema.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. O Processamento Auditivo Central corresponde ao conjunto de processos que envolvem a detecção, discriminação, localização, identificação, reconhecimento e interpretação dos estímulos sonoros ao longo das vias auditivas centrais até o córtex cerebral.
II. O PAC está relacionado exclusivamente à integridade da audição periférica, uma vez que a função das vias auditivas centrais limita-se à condução do estímulo sonoro até o córtex cerebral, sem participação nos processos de análise auditiva.
III. A definição de Processamento Auditivo Central como a “conversa que as orelhas têm com o cérebro” representa a integração entre a recepção do estímulo auditivo e a capacidade do sistema nervoso central de atribuir significado ao som recebido.
IV. Alterações no Processamento Auditivo Central podem comprometer habilidades auditivas específicas, mesmo quando o indivíduo apresenta limiares auditivos periféricos dentro dos padrões de normalidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: